A escritora parnanguara Cecilia Leal, com 23 anos de idade, foi convidada para participar da Academia de Letras do Brasil (seccional Paraná) , como Acadêmica Imortal Efetiva. Ela está representando sua cidade, Paranaguá e tem como patronesse Júlia da Costa. Fotos abaixo:
O comunicado foi feito pela presidente da Academia de Letras do Brasil (ALB-Pr) Dra. Maria Teresa Marins Freire. A posse dos acadêmicos imortais será dia 3 de agosto próximo, às 19h30 no Centro Paranaense Feminino de Cultura, Rua Visconde do Rio Branco 1717.
A confraternização, por adesão, será na Pizzaria Avenida Paulista, Rua Emiliano Perneta, 680.
Cecilia Leal, nasceu em Paranaguá. Além de escritora, é compositora, historiadora (UFPR) bacharel em direito (FAE), modelo, instrumentista e faixa preta em caratê.
Como compositora tem mais de 90 músicas escritas, e como escritora, além de mais de duas dezenas de livros publicados, foi considerada por seis vezes um dos 250 melhores poetas brasileiros pelos concursos da Vivara Editora Nacional.
É também historiadora pela Universidade Federal do Paraná é bacharel em Direito pela FAE Centro Universitário.
Começou a escrever aos onze anos, tendo publicado por editora independente, a saga juvenil de quatro livros, “Os Gêmeos Férreo”, que foi a estreia no mundo literário.
Outro destaque foi “Aos Olhos de Um Tigre”, que tem como coautor Aníbal Severo, publicado e divulgado em âmbito internacional sobre o Karatê, arte marcial que terminou, pela pratica, sendo Cecília hoje graduada faixa preta.
Também publicou “As Crônicas de Sensei Aníbal”, livro composto por contos verídicos em ordem cronológica sobre a vida de seu mestre de Karatê, Aníbal Severo.
E em 2019 lançou um livro contos, uma obra composta por escritas metafóricas e mais recente a obra “Arigatai, Arigatou” ambientado em Paranaguá.
A publicação é um conjunto de contos sobre a história de vida de Kikue Hayashida, filha de imigrantes japoneses, também é chamada de “Dona Joana do Pastel”, em Paranaguá, sendo muito conhecida na cidade por conta do antigo bar/restaurante Adega do Porto e o atual restaurante de sua família, o Buffet Caiobá.




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Em uma de suas entrevistas ao jornalista Luiz Augusto Juk, Cecilia Leal ressaltou o papel de uma obra como registro do pensamento de uma autora, “mesmo após passado cem anos, nas páginas de um livro ainda existirão minhas palavras. Minha voz estará congelada nas linhas que escrevi com onze, dezesseis, vinte e três anos, um pensamento registrado para a posteridade, preservado para outras gerações. Nesses livros, estou eu, minha essência, quem eu fui e quem serei. De certa forma, estou imortalizada nessas páginas, gravada para que, um dia, alguma outra moça leia sobre minha passagem nesse mundo, e tenha inspiração para fazer a mesma coisa”.
Assessoria
