Orgulho de mãe. Esse foi o sentimento que uniu alunos e alunas da Escola de Dança Teatro Guaíra e suas mães nesta semana para um encontro especial. Para celebrar esse Dia das Mães, elas foram presenteadas com apresentações exclusivas em agradecimento ao cuidado e dedicação, aos choros e alegrias, e apoio aos pequenos para seguirem no sonho de serem bailarinos e bailarinas.
O evento ocorreu no auditório Glauco Flores de Sá Brito (Miniauditório)
.A Escola de Dança Teatro Guaíra é o corpo artístico mais antigo do Teatro Guaíra, criada em abril de 1956. Hoje conta com um grupo de 110 alunos. Seu objetivo inicial era formar bailarino para, mais tarde, suprir a Companhia de Dança do Teatro, hoje Balé Teatro Guaíra, mas atualmente é uma das únicas escolas de dança de caráter público do País, sendo mantida pelo Governo do Estado.
Silvana Ferreira Bittencourt Born é mãe da Mariana, 10 anos, “a menorzinha da turma”. Após o show, ela falou um pouco sobre a decisão da pequena de começar a frequentar o balé e sobre a rotina, que envolve o apoio de toda a família. Nesta semana, ela se emocionou com o show exclusivo.“Quando ela veio fazer o teste, perguntou se a gente ia conseguir trazer todos os dias. Foi uma mudança de vida para ela e na nossa rotina, mas é uma alegria muito grande ver a evolução. Dá muito orgulho de ver a desenvoltura dela e saber que dentro do Guaíra ela se vira sozinha, estabelece essa rotina e constrói sua disciplina”, afirma Silvana.
“A única palavra que tenho para definir é gratidão por essa apresentação”, complementa a mãe da Helena, de 13 anos, Luciana de Godoy. “O balé é um modo de vida que reflete nos outros aspectos da vida dela, como boa aluna na escola, e com muita postura. Eu nem esperava, mas o amadurecimento dela foi enorme desde que entrou na companhia”.O balé é um desejo que mãe e filha sempre compartilharam.
“Era o sonho dela entrar na escola do Teatro Guaíra, pela referência nacional da companhia, pelo alto nível técnico e cultural. E agora ela está vivendo esse sonho”, conta Luciana.Lucimara Mesadri, mãe da Anna Alycia, de 14 anos, também se emocionou.
“O Guaíra é um lugar muito especial, com uma grande história. Ver o amor e a dedicação dela nesse espaço me deixou muito contente e completa”, acrescenta.“Vejo o Guaíra como uma jornada de vida para ela. Eu achava que o Guaíra tinha uma mensalidade caríssima. Um dia estava numa loja, comprando uma meia para ela fazer uma apresentação de balé e soube que era de graça. Eu disse: como assim é gratuito? Me explicaram e fiquei muito agradecida e orgulhosa quando ela passou na seleção”, relembra.
AEN
