A procura por sushimen qualificados cresce no Paraná — no salão e, sobretudo, no delivery — e encontra resposta em um modelo de formação itinerante, com calendário ativo em Curitiba e Guarapuava. À frente do projeto estão Juliano Komay e Cristiano Felde, representantes da Nagoya no estado desde 2017. A escola não mantém sede física: as turmas são realizadas em cozinhas profissionais locadas em escolas parceiras, garantindo infraestrutura adequada, padronização e acessibilidade para quem já trabalha ou deseja ingressar na área.

Juliano é formado em Gastronomia, com pós-graduação em Gastronomia Autoral, e integra a rede Nagoya desde 2017, quando iniciou a atuação como representante ao lado de Cristiano. A Nagoya nasceu no Japão em 2008 e, a partir de 2015, expandiu sua atuação para o Brasil — contexto em que Juliano e Cristiano se aproximaram do método, participaram de campeonato técnico e iniciaram a colaboração que perdura até hoje. Somando a trajetória docente desde 2008, mais de 5.000 alunos já passaram pelas mãos de Juliano e sua equipe. Cristiano Felde é sushi chef com passagem por diversos restaurantes de Curitiba e, atualmente, integra a equipe do AIZU, uma das referências do segmento no estado.
“Nosso propósito é levar técnica com raiz japonesa para perto de quem quer viver de cozinha. Ao locarmos cozinhas de escolas parceiras em Curitiba, Guarapuava e outras cidades, conseguimos formar profissionais em poucos dias, com foco em padrão, velocidade e respeito ao produto. É uma formação direta para o trabalho: o aluno sai entendendo cortes, arroz, mise en place e como transformar isso em resultado no balcão e no delivery”, afirma Juliano Komay.







A proposta pedagógica parte de três eixos: técnica tradicional, prática intensiva e performance de cozinha. Na base, o aluno aprende seleção, conservação e manipulação de pescados, padronização do arroz e dos molhos, cortes e montagem (uramaki, hossomaki, nigiri, sashimi, temaki e hot roll) e boas práticas de higiene e segurança alimentar. A trilha evolui para Masterclass (nível intermediário), Sushi Avançado e Omakase, com foco em cortes finos, acabamentos, aproveitamento integral do pescado, mise en place e narrativa de produto — repertório que sustenta padrão, velocidade e controle de custos em operações reais.
A escola também oferece cozinha quente — como yakimeshi, yakisoba, teppan de salmão, shimeji na chapa e gohan — e módulos especiais, como lámen, além de parcerias com outros chefs para conteúdos em alta no país, incluindo culinária coreana. Como as aulas acontecem em imersões de um a três dias e workshops temáticos, é possível capacitar equipes inteiras sem deslocamentos longos. Em cada cidade, a estrutura inclui estação de corte, insumos e utensílios; o aluno recebe material de apoio e certificado de conclusão.
Do ponto de vista de comunicação e posicionamento, o diferencial está na capilaridade do calendário no interior e na capital, na autoridade técnica com linha mestre de raízes no Japão e no entregável profissional: padronização que reduz desperdício, acelera tempo de saída e melhora a margem — atributos decisivos para restaurantes e dark kitchens. O resultado é uma formação conectada à realidade do mercado paranaense, com trilha clara tanto para transição de carreira quanto para a evolução de quem já está no balcão.
As próximas turmas no Paraná acontecem em 28 de setembro e 19 de outubro. O atendimento é realizado pela Rhadassa, pelo WhatsApp 4298573694. Novas datas são abertas conforme a demanda em Curitiba, Guarapuava e outras cidades do estado. Mais conteúdos podem ser acessados por meio do Instagram.
“Nosso aluno aprende a respeitar o ingrediente e a entregar consistência de ponta a ponta. Quando o padrão e a velocidade entram em sincronia, o resultado aparece no prato e no caixa — e é isso que o mercado paranaense vem buscando”, conclui Cristiano Felde.
Redação
