sábado, maio 30, 2026

InícioSaúdeO drama de jovem curitibana que precisa de R$ 106 mil para...

O drama de jovem curitibana que precisa de R$ 106 mil para cirurgia após descobrir tumor cerebral

A meta é arrecadar 106 mil reais em contribuições

A professora universitária de Curitiba, Angela Helena Zatti, começou uma campanha em um site de “vaquinhas”, nesta terça-feira (18), com o objetivo de arrecadar dinheiro para pagar a cirurgia de remoção do tumor no cérebro de sua filha Mayara, de 16 anos. A meta é arrecadar 106 mil reais em contribuições, valor necessária para custear o hospital e a equipe médica. A cirurgia está agendada para o mês de julho.

Segunda a professora, o tumor está crescendo e sangra, e a cirurgia é necessária para identificar se o problema trata-se de um tumor maligno ou benigno. “Primeiro é preciso fazer a cirurgia para remover o tumor e mandá-lo para a biópsia, só assim será possível dizer se ele é benigno ou maligno. Apesar de os aspectos do tumor indicarem que ele é do tipo benigno, ele precisa ser removido pois está crescendo.

De acordo com Angela, o plano de saúde se negou a pagar exames e a custear a cirurgia, já que ainda se encontra no período de dois anos de carência. Ela não tem condições de bancar a intervenção cirúrgica e um empréstimo bancário se mostrou um caminho inviável, por conta dos altos juros cobrados.  Com a ajuda de uma advogada, ela busca ver a possibilidade de conseguir a ajuda do SUS e verifica os direitos que tem com o plano de saúde adquirido em plano empresarial. Por enquanto, a solução encontrada, foi recorrer às redes sociais.

“Sobre as negações do plano de saúde, busquei a ajuda de uma advogada para saber quais são os meus direitos e estou vendo a possibilidade de usar o SUS, mesmo não entrando no perfil de pessoa que é priorizada no acesso ao serviço. Também vi como seria pedir um empréstimo com o banco. mas devido aos altos jutos, é um caminho inviável para mim. Por isso, estou recorrendo a ajuda das redes sociais”, explicou a mãe da menina.

Mayara sofre com crises de epilepsia desde os 14 anos e inicialmente o problema foi diagnosticado como um caso de cisticerco. “Quando ela começou com as crises de epilepsia, a gente foi até um neurologista e ele solicitou os exames. Foi detectado uma lesão no cérebro dela e a resposta do médico foi de que seria uma cisticerco. O tratamento não trouxe resultados e, por isso, busquei novos médicos, até que cheguei no INC (Instituto de Neurologia de Curitiba)”, relatou.

Uma ressonância magnética avançada identificou de que, na verdade, o problema de Mayara é um tumor. A mãe já conta com a ajuda de alguns parentes e de adiantamento de pagamentos da universidade onde trabalha. Agora, Angela aguarde o resultado da campanha de arrecadação.

Bandab

ARTIGOS RELACIONADOS

MAIS POPULARES