O tipo de cirurgia plástica feita nessa maratona de atendimentos era para corrigir deformidades, malformações e recuperar a aparência do corpo depois de tratamentos contra doenças graves, como o câncer.
Hospitais de Curitiba, de Ponta Grossa – que fica nos Campos Gerais do Paraná – e de Londrina, no norte do estado, participaram de um mutirão de cirurgias plásticas.
Foram atendidas 100 pessoas que esperavam há algum tempo na fila e passaram pelas cirurgias reparadoras, que trazem mais qualidade de vida aos pacientes.
As cirurgias plásticas foram feitas de graça pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por médicos voluntários. O foco desse trabalho não ficou somente na beleza.
O tipo de cirurgia plástica feita nessa maratona de atendimentos era para corrigir deformidades, malformações e recuperar a aparência do corpo depois de tratamentos contra doenças graves, como o câncer.
“São cirurgias que envolvem reconstruções de mama, reconstruções por sequelas deixadas por tumores, traumas e deformidades congênitas também”, afirmou Luciano Busato, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Regional Paraná (SBCP-PR).
Sete hospitais do Paraná participaram desse mutirão: cinco de Curitiba, um de Ponta Grossa e e um de Londrina.
Maria Cecília, de dois anos e meio, nasceu com macroglossia, que é o aumento exagerado no tamanho da língua, o que trazia dificuldades para comer, falar e até dormir.
Com o mutirão, o problema foi resolvido. “A partir de hoje, vida normal”, disse Émerson Cardoso, pai da menina.
Congresso de Cirurgia Plástica
O mutirão faz parte de um congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que segue até sábado (27) na capital paranaense.
Essa foi a 5ª edição do mutirão no estado. Em todo o Brasil, já foram atendidas seis mil pessoas. A previsão é de que outro mutirão ocorra em novembro no Paraná.
G1PR
