sábado, março 2, 2024

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Paranaenses aprovam nova estrutura de Paranaguá e proximidade com cruzeiros

A estreia do Paraná na rota de cruzeiros teve aprovação imediata de quem acompanhou o embarque e a chegada do MSC Lirica nesta sexta-feira (1) em Paranaguá.

Até então, com o Paraná fora da rota, os paranaenses precisavam se deslocar para outros estados para realizar uma viagem internacional no mar. Agora, a saída pelo Porto de Paranaguá significa menos gastos e mais agilidade, além de abrir as portas do Paraná a estrangeiros.

“Eu estava acompanhando direto as notícias e comprei a passagem no dia que saiu a novidade. Pra mim ficou bem pertinho e de fácil acesso”, afirmou Margarete Bazia, primeira passageira a chegar no local do check-in nesta sexta, em frente à igreja da cidade.

Ela mora na Região Metropolitana de Curitiba e a viagem até o Litoral de carro durou pouco mais de uma hora.Professora aposentada, ela vai viajar com uma amiga.

“O outro cruzeiro que eu fiz saía de Santos e foi mais complicado porque eu tive que pegar avião. Hoje foi rapidinho. Acordei e pouco tempo depois já peguei o navio”, destacou.

Aparecida Freitas Ribeiro também comemorou a proximidade com a nova atração. Ela, as três filhas, o genro e o neto estão sempre viajando e também embarcaram no novo cruzeiro.

“Decidimos ver como é porque a gente mora pertinho, em São José dos Pinhais, e antes tinha que ir até Santos ou outro lugar para fazer uma viagem assim”, destacou.

A professora aposentada Rosalina Moreno de Carvalho, de Curitiba, vai viajar de navio pela quinta vez. Ela também comemorou a novidade. “Todas as outras vezes eu tive que sair do Paraná. Agora foi bem rápido. Se tiver mais nos próximos anos vou de volta”, afirmou.

A escala do MSC Lirica no Paraná também aproximou Regiane Santos Doroinko do filho Cristiano, de 26 anos, que trabalha no navio como artista do teatro, uma das atrações ofertadas aos turistas. Ela viajou com a filha de dois anos de idade de Curitiba a Paranaguá para matar a saudade. “Fazia sete meses que não o via e agora ele vai ficar mais um ano fora. Com o navio parando aqui perto de casa consegui vir dar um abraço nele”, contou.

AEN

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