terça-feira, maio 26, 2026

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Kers Wee: carro elétrico feito no Brasil deve custar R$ 93 mil e ser o mais barato do país

Compacto, nacional e com três rodas, o Wee pretende se tornar o mais barato carro elétrico à venda no Brasil. O cargo que hoje está com o JAC E-JS1, a R$ 165 mil.Com cara de carro mas formato de triciclo invertido, o plano é vendê-lo a R$ 93 mil (ainda que o valor inicial previsto atualmente é entre R$ 95 mil e R$ 100 mil). É um ultracompacto capaz de levar até dois passageiros. A ideia é que seja exclusivo para aplicativos ou para locação, servindo como uma das soluções para o caos urbano dos grandes centros.

A Kers é uma startup paranaense e o wee será seu primeiro veículo. Segundo ele, a empresa foi criada para encontrar soluções ambientais sustentáveis e o carro elétrico é um produto que “está deixando de ser um sonho para se tornar uma realidade em breve”. “O Wee é um projeto que nasceu há pelo menos 15 anos, já na busca por uma solução ambiental sustentável para o planeta”, diz Motta.

Um microcarro chamado Kers Wee

O nome Kers foi inspirado no sistema utilizado na Fórmula 1 – é sigla para Kinetic Energy Recovery System, “sistema de recuperação de energia cinética”, o qual recupera energia quando o carro freia. Já o Wee é por seu tamanho: em inglês (particularmente o dialeto escocês), quer dizer minúsculo.

O carro elétrico terá autonomia para 200 quilômetros, 100 km/h de velocidade máxima e carrega em no máximo, 8 horas.“O carro elétrico não polui porque usa energia elétrica, mas ao longo de sua construção, sim. Por isso, a cada modelo colocado nas ruas, pelo menos 50 árvores serão plantadas na reserva ambiental Nascentes do Rio Açungui para neutralizar o carbono, além do plano de reciclagem que elaboramos para quando o carro chegar ao final de seu ciclo de vida”, revelou Motta.

De acordo com a empresa, o Wee tem um custo de fabricação 60% menor que o do principal rival e reduz em até 80% os gastos com reabastecimento. O projeto teve colaboração da Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti), Unioeste e Instituto Inbramol.

Olhar Digital

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