Liat Malka queria muito ter filhos, mas ainda não havia conhecido a pessoa certa para começar uma família. Foi quando topou com um esquema inusitado: ajudar a realizar o último desejo de um estranho, que havia morrido de câncer. O homem queria ser pai. E as histórias deles acabaram se cruzando.
O ano era 2013, Liat tinha 35 anos, era solteira e trabalhava como professora de jardim de infância. Ela vivia no sul de Israel, quando se deu conta de que a idade, logo, poderia ser um empecilho para que conseguisse engravidar.
“Eu fiquei preocupada com o tempo passando. Temia que estivesse perdendo a chance da maternidade”, diz. “Então fui ao médico fazer testes de fertilidade.”
Os resultados indicaram que o número de óvulos que restava nela era baixo. O médico alertou que, se ela esperasse a pessoa certa aparecer, poderia nunca se tornar mãe.
“Então, decidi fazer tudo o que pudesse para ter um bebê o mais rápido possível”, diz.
Quando chegou em casa, começou a pesquisar, na internet, por opções que teria para fertilização.
“Eu realmente queria que meu filho conhecesse o pai e isso não seria possível com um doador de esperma”.
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