Incêndio foi no início da tarde desta quarta-feira (27); alguns presos necessitaram de atendimento no local por conta da inalação de fumaça, mas passam bem.
Um preso morreu no início da tarde desta quarta-feira (27) na Casa de Custódia de Curitiba, na Cidade Industrial, após atear fogo no próprio colchão e dar início a um incêndio na cela. Alguns presos necessitaram de atendimento por conta da inalação de fumaça, mas passam bem.
Segundo o Departamento Penitenciário do Estado do Paraná (Depen), o homem, de 25 anos, estava preso desde 28 de junho de 2018.
O Depen disse que ele tinha histórico de tentativas de suicídio e, inclusive, na terça-feira (26) havia retornado do Complexo Médico Penal, onde recebeu atendimento médico. Devido a sua condição, estava alojado na área de isolamento.
Os agentes penitenciários prestaram os primeiros atendimentos e conseguiram retirar o preso da cela com vida, mas ele não resistiu.
Conforme o Depen, a fumaça se espalhou por uma das galerias, e reforços policiais foram acionados para fazer a retirada dos presos para o pátio de sol. O Corpo de Bombeiros foi chamado para prestar atendimento.
Segundo o departamento, a situação foi controlada e não houve danos estruturais na penitenciária, apenas na área de isolamento.
Até a publicação desta reportagem, a perícia era feita no local pelo Instituto de Criminalística.
A Casa de Custódia de Curitiba abriga presos como Edison Brittes Junior, assassino confesso do jogador Daniel Corrêa Freitas. Ele estava preso na Casa de Custódia de São José dos Pinhais, mas foi transferido em oito de março para a Casa de Custódia de Curitiba.
