A juíza Luciani Regina Martins de Paula, da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), negou o pedido de prisão de Allana Brittes. O pedido foi feito pelos advogados de acusação de Allana para que ela voltasse a ser presa ou a usar tornozeleira por ela estar descumprindo ordens judiciais de não frequentar bares e de não se ausentar de São José dos Pinhais sem autorização judicial.
A decisão da juíza acompanha o entedimento do Ministério Público do Paraná (MPPR) se manifestou na última terça-feira, 17. Segundo o parecer, assinado pelo promotor Marco Aurélio Oliveira São Leão, não há indícios de descumprimento de ordens judiciais por parte de Allana e por isso ele pode continuar em liberdade.
Allana é ré no caso de assassinato do jogador Daniel Côrrea Freitas por faude processual, corrupção de adolescente e coações no curso do processo. Ela, a mãe, Cristiana Brittes e outros réus conseguiram na Justiça autorização para permanecer em liberdade até o julgamento. Apenas o pai de Allana, Edison Brittes continua preso. Allana foi a primeira dos réus a obter o direito de responder em liberdade pelo crime, em 7 de agosto deste ano.
“Por primeiro, com relação a fotografia no estabelecimento Fresh Live Market, importante esclarecer que não obstante em tal local ser realizada eventual venda de bebidas
alcoólicas, não se tratava de um bar ou casa noturna, eis que sua finalidade era a recreação e a gastronomia”, diz o parecer do promotor. Com relação à fotografia na localidade de Porto Belo, Santa Catarina, o MP observa que a imagem é anterior a data dos fatos e apenas foi republicada na rede social Instagram.
“Em face da decisão da juíza de direito Luciane de Paula Martins em negar o pedido de prisão de Allana Brittes, feito pelos advogados de Daniel Corrêa Freitas, a defesa técnica de Allana Brittes reforça que tal pedido não passou de mero frenesi para criar um factoide e movimentar a mídia e a opinião pública. Allana nunca descumpriu qualquer cautelar e cumpre rigorosamente as imposições da justiça”, diz o advogado de defesa Cláudio Dalledone.
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