Operação ocorreu nesta quinta-feira (12) na Região de Curitiba. Foram apreendidos 25 quilos de droga, quatro veículos, quatro armas de fogo e R$ 25 mil em dinheiro.
A Polícia Civil prendeu 20 pessoas, nesta quinta-feira (12), em uma operação contra uma organização criminosa suspeita de tráfico de drogas e assassinatos. A quadrilha agia em Curitiba e em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana, de acordo com a polícia.
Das prisões efetuadas, 14 foram por mandados de prisão preventiva e três em flagrante e outros, além de três foragidos que foram capturados. Quatro investigados já estavam detidos.
Vinte e nove ordens de busca e apreensão foram cumpridas, resultando na apreensão de 25 quilos de droga, três veículos, quatro armas de fogo e R$ 25 mil em dinheiro.
“No decorrer das investigações, a gente verificou que se tratava de uma verdadeira organização criminosa, com funções bem definidas, as tarefas divididas com hierarquia. Funcionava realmente como uma empresa do tráfico”, afirmou a delegada Ana Cristina Ferreira Silva.
Comando de dentro do presídio
Segundo a Polícia Civil, o chefe do grupo coordenava os delitos de dentro da Penitenciária Estadual de Piraquara II, na Região Metropolitana. Ele tem 27 anos e cumpre pena por tráfico de drogas, homicídio, roubo e posse ilegal de arma de fogo.
Os integrantes da quadrilha, conforme a polícia, são responsáveis por cinco homicídios ocorridos nos últimos meses na capital paranaense. Esses crimes aconteceram nos bairros Fazendinha, Santa Quitéria e Portão.
Os presos nesta ação foram contratados pelo chefe do grupo criminoso, para expandir os pontos de vendas de droga e de distribuição. Alguns atuavam como matadores. Eles executavam quem tivesse dívida com a organização ou quem atrapalhasse os planos de expansão.
Morte por engano
Das cinco mortes, quatro estão relacionados com o tráfico de drogas, conforme a Polícia Civil. A outras foi por engano.
Uma mulher de 46 anos foi morta em julho no Fazendinha e usava um carro parecido com o de um traficante rival do grupo. Por isso, de acordo com a Polícia Civil, acabou sendo morta por engano.
Comando de dentro do presídio
Segundo a Polícia Civil, o chefe do grupo coordenava os delitos de dentro da Penitenciária Estadual de Piraquara II, na Região Metropolitana. Ele tem 27 anos e cumpre pena por tráfico de drogas, homicídio, roubo e posse ilegal de arma de fogo.
Os integrantes da quadrilha, conforme a polícia, são responsáveis por cinco homicídios ocorridos nos últimos meses na capital paranaense. Esses crimes aconteceram nos bairros Fazendinha, Santa Quitéria e Portão.
Os presos nesta ação foram contratados pelo chefe do grupo criminoso, para expandir os pontos de vendas de droga e de distribuição. Alguns atuavam como matadores. Eles executavam quem tivesse dívida com a organização ou quem atrapalhasse os planos de expansão.
Morte por engano
Das cinco mortes, quatro estão relacionados com o tráfico de drogas, conforme a Polícia Civil. A outras foi por engano.
Uma mulher de 46 anos foi morta em julho no Fazendinha e usava um carro parecido com o de um traficante rival do grupo. Por isso, de acordo com a Polícia Civil, acabou sendo morta por engano.
Mais de 150 policiais civis participam da operação nesta quinta-feira (12) — Foto: Polícia Civil/DivulgaçãoG1PR
