De Irineu a Visconde: Mauá foi revolucionário

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O estado de São Paulo tem uma cidade homenageando Mauá. No Rio Grande do Sul também tem. O estado do Rio de Janeiro tem município batizado de Visconde de Mauá.

Por que esse cidadão merece tanta reverência? Por que inspira filme e até série aqui no History? Por qual motivo? Que grande feito esse camarada fez?

Aliás, esse domingo (24/3), tem estreia de MAUÁ – O Primeiro Gigante, às 19h50. Imperdível!

Bom, Mauá foi essencial para o desenvolvimento brasileiro, para injetar o DNA empreendedor no país, pra sairmos de uma zona de conforto perigosa, atrasada, escravocrata…

No vídeo, dou uma passada rápida em diferentes investimentos dele, mas me dedico ao momento em que ele deixou de ser Barão para se tornar Visconde.

O que ele realizou para receber tal honraria?

Como você viu, Mauá foi o homem mais rico do Brasil, um dos mais poderosos no mundo, soube enxergar oportunidades, ganhou batalhas políticas importantes, tinha reconhecimento nas nossas e nas bandas de fora…e quebrou.

Ele termina a vida em Petrópolis, não na pindaíba completa, mas distante dos dias de ouro.

Irineu Evangelista de Sousa falece em outubro de 1889. Está enterrado sem ser devidamente lembrado no cemitério do Catumbi, na zona norte do Rio de Janeiro.

Antes que você me xingue ou fale que o vídeo está incompleto, eu sei que poderia ter falado sobre um milhão de coisas sobre ele. De revolução industrial a maçonaria, de brigas com Marquês de Paraná, Dom Pedro II a detalhes da infância, dos investimentos, das empresas, da falência…ou até mesmo do liberalismo.

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