Roberto Aciolli é condenado a cinco anos de prisão por crime de 1999

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O apresentador e ex-deputado Roberto Aciolli foi condenado nesta terça-feira (12), pelo Tribunal do Júri, a cinco anos e seis meses de prisão em regime semiaberto por um homicídio cometido em 1999. Na ocasião, Aciolli atirou na nuca de Paulo Cesar Heider, de 23 anos, que teria assaltado uma loja de celulares que pertencia a ele.

O ex-deputado confessou à polícia que atirou contra o rapaz durante uma discussão, e alegou que o mesmo tinha assaltado a loja pelo menos quatro vezes – sendo que em uma destas, teria defecado no chão e escrito “otário” na parede. Desta forma, o júri popular entendeu que Aciolli agiu sob forte emoção, sendo condenado por homicídio privilegiado.

Para o apresentador, a sentença foi considerada uma vitória. “Conseguimos provar que não foi um crime premeditado, que não foi pensando, mas sim uma luta corporal levada pela forte emoção em que aconteceu, infelizmente, o disparo e a morte desse indivíduo. Não é mérito para mim, não gostaria que ninguém me elogiasse por essa questão, pois ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém”, disse Aciolli.

A defesa do apresentador também comemorou o resultado, e afirmou que a pena ainda pode ser lapidada. “Foi uma vitória indescritível, depois de 20 anos de sofrimento dele com esse caso. A gente ainda via ter que lapidar [a pena], vou apresentar um recurso pedindo a juíza que lapide e reduza essa pena, ao meu entendimento é que deve ficar próxima de quatro anos”, defendeu Nilton Ribeiro.

Há a possibilidade, ainda, de que a pena esteja prescrita.

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