{"id":9086,"date":"2019-05-03T10:12:08","date_gmt":"2019-05-03T13:12:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=9086"},"modified":"2019-05-03T10:12:09","modified_gmt":"2019-05-03T13:12:09","slug":"conheca-o-instrutor-que-treinou-ate-os-soldados-que-pegaram-bin-laden","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2019\/05\/03\/conheca-o-instrutor-que-treinou-ate-os-soldados-que-pegaram-bin-laden\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a o instrutor que treinou at\u00e9 os soldados que pegaram Bin Laden"},"content":{"rendered":"\n<p>O barulho de tiros de pistola, de armas pesadas e de explosivos at\u00e9 poderia ser a \u00fanica trilha sonora na rotina do brit\u00e2nico\u00a0Kevan Gillies, 56 anos, fundador da Tees Brazil, uma escola de\u00a0treinamento de opera\u00e7\u00f5es especiais\u00a0em\u00a0Almirante Tamandar\u00e9, na Regi\u00e3o Metropolitana de\u00a0Curitiba.\u00a0H\u00e1 pelo menos 20 anos, ele ajuda a aprimorar o conhecimento t\u00e1tico de agentes das Pol\u00edcias e do Ex\u00e9rcito de todo o Brasil. Mas a trilha sonora n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 essa. Em seu gosto pessoal tamb\u00e9m cabe a melodia do\u00a0<em>heavy metal<\/em>\u00a0da banda curitibana DevilSin, da qual \u00e9 vocalista. Sim. M\u00fasica e a t\u00e1tica de opera\u00e7\u00f5es especiais andam juntas na vida desse personagem intrigante.<\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria que contaremos, talvez, n\u00e3o espelhe nem a metade das habilidades desse homem, mas, sem d\u00favida, dever\u00e1 potencializar o desejo que muita gente tem de se focar em realizar sonhos de vida. Se inspira\u00e7\u00e3o \u00e9 preciso, leia o texto imaginando usar os m\u00e9dios e agudos do som dos armamentos de Gillies como ondas para surfar na adrenalina.<\/p>\n\n\n\n<p>A Tees Brazil \u00e9 uma escola civil privada especializada em treinamento de opera\u00e7\u00f5es policiais e militares de alto risco. A Sigla \u00e9: Tactical Explosive Entry School, algo poss\u00edvel de se traduzir como escola de entrada t\u00e1tica em ambientes de risco ou de dif\u00edcil acesso usando explosivos. A\u00e7\u00f5es contra terrorismo, resgate de ref\u00e9ns e cumprimento de mandados de pris\u00e3o em \u00e1reas perigosas est\u00e3o entre os ensinamentos. Kevan Gillies fundou a escola junto com um s\u00f3cio Alan Brosnan, em 1997. Dois anos depois, em 1999, a Tees conquistou sede pr\u00f3pria, em uma antiga pedreira de Tamandar\u00e9 com 100 mil metros quadrados de \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas como \u00e9 poss\u00edvel um civil dar aulas de opera\u00e7\u00f5es t\u00e1ticas para equipes como as do T\u00e1tico Integrado de Grupos de Repress\u00f5es Especiais da Pol\u00edcia Civil (Tigre), Centro de Opera\u00e7\u00f5es Policiais Especiais da Pol\u00edcia Civil (Cope), Divis\u00e3o Estadual de Narc\u00f3ticos da Pol\u00edcia Civil (Denarc), Comando de Opera\u00e7\u00f5es Especiais da Pol\u00edcia Militar (Coe), do Grupamento de Mergulhadores de Combate do Ex\u00e9rcito do Brasil (Grumec) e at\u00e9 dos temidos mariners U. S. Navy SEALs, que mataram Osama Bin Laden?<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo come\u00e7a na Inglaterra, na inf\u00e2ncia, em 1970, com uma obstina\u00e7\u00e3o pelas artes marciais e pelo desejo de pertencer \u00e0s For\u00e7as Especiais Brit\u00e2nicas (Special Air Service; sigla: SAS). \u201cQuando eu tinha 8 anos, ganhei um livro das For\u00e7as Especiais Brit\u00e2nicas e me lembro da foto da capa at\u00e9 hoje. Tinha um cara da SAS montando uma carga explosiva. Eu adorei aquela capa, minha ideia era servir no Exercito Brit\u00e2nico\u201d, conta Gillies.<\/p>\n\n\n\n<p>Para dar sequ\u00eancia a esse desejo, aos 9 anos Gillies foi aprender Karat\u00ea. Aos 11 anos, j\u00e1 era faixa preta J\u00fanior, uma categoria brit\u00e2nica da \u00e9poca. Mais tarde, ele iria se tornar professor de kemp\u00f4, arte que o aproximaria dos policiais militares da Academia Militar do Guatup\u00ea, em Curitiba.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Chegada a Curitiba<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.tribunapr.com.br\/cacadores-de-noticias\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2019\/05\/KEVAN-GUILLIES-atila-alberti-2.jpg\" alt=\"Foto: \u00c1tila Alberti\/Tribuna do Paran\u00e1\" class=\"wp-image-28190\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Foto: \u00c1tila Alberti\/Tribuna do Paran\u00e1<\/p>\n\n\n\n<p>A fam\u00edlia de Kevan veio para o Brasil por causa da profiss\u00e3o do pai, que trabalhava com exporta\u00e7\u00e3o de a\u00e7o. A primeira vinda ao pa\u00eds foi em 1975. Al\u00e9m do pai, vieram a m\u00e3e e as duas irm\u00e3s e o irm\u00e3o, todos mais novos. Eles passaram seis meses em Santos, no Litoral de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu era um moleque de 13 anos. Passei seis meses surfando em Santos e fazendo Karat\u00ea. Depois, voltamos para Inglaterra\u201d, lembra. Mas n\u00e3o deu nem tempo de desfazer as malas na terra da Rainha. Em 1976, outra proposta de trabalho os trouxe de volta ao Brasil, dessa vez para Curitiba, onde estabeleceram resid\u00eancia definitiva. \u201cTamb\u00e9m foi um trabalho relacionado \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o. A fam\u00edlia apoiou a decis\u00e3o do meu pai, s\u00f3 que eu n\u00e3o poderia me alistar no Ex\u00e9rcito daqui, portanto, o sonho de me tornar militar ficou para tr\u00e1s\u201d, desabafou.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas Kevan n\u00e3o desanimou. As artes marciais permaneceram vivas e a m\u00fasica veio com for\u00e7a morando na capital paranaense, afinal, n\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que muita gente chama Curitiba de capital do rock\u2019n roll. Estudando no Col\u00e9gio Martinus, Kevan que j\u00e1 era f\u00e3 de Alice Cooper, Sweet, Suzi Quatro, Marc Bolan e todas as bandas glitter rock (ou glam rock) dos anos 70, montou com os colegas a banda Carne Podre, que fazia sucesso no mundo punk da \u00e9poca. \u201cN\u00e3o tinha esse neg\u00f3cio de bares para tocar. As bandas n\u00e3o se apresentavam ao vivo em boteco, naquela \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s faz\u00edamos shows no Teatro Universit\u00e1rio de Curitiba (TUC), Teatro do Col\u00e9gio Estadual do Paran\u00e1, no Guairinha, no Parque S\u00e3o Louren\u00e7o. Antigamente, era assim\u201d, relembra.<br>E a m\u00fasica segue pulsando na veia de Kevan at\u00e9 hoje, com a DevilSin. \u201cTocamos em locais importantes no cen\u00e1rio e j\u00e1 abrimos shows para a Angra, Twisted Sister, Black Label Society, e Sepultura. \u00c9 a realiza\u00e7\u00e3o do meu segundo sonho: tocar em grandes palcos\u201d, diz, enquanto solta uma gargalhada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cNunca desista\u201d<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.tribunapr.com.br\/cacadores-de-noticias\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2019\/05\/KEVAN-GUILLIES-atila-alberti-3.jpg\" alt=\"Foto: \u00c1tila Alberti\/Tribuna do Paran\u00e1\" class=\"wp-image-28191\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Foto: \u00c1tila Alberti\/Tribuna do Paran\u00e1<\/p>\n\n\n\n<p>Kevan n\u00e3o terminou nem o segundo grau, mas correu atr\u00e1s do seu sonho e n\u00e3o se arrepende<br>O sonho principal j\u00e1 sabemos qual \u00e9. S\u00f3 de olhar para Kevan Gillies j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel notar porque ele se tornou refer\u00eancia internacional em treinamento t\u00e1tico e ver o orgulho que ele tem do trabalho que desenvolveu, ao longo dos 20 anos da Tees. O bi\u00f3tipo at\u00e9 engana. Os 1,72m de estatura, 60kg, coturnos n\u00famero 40, voz rouca de vocalista experimentado, portugu\u00eas agregado ao sotaque brit\u00e2nico e os tragos no cigarro Lucky Strike lembram um roqueiro procurando a sua Harley Davidson perdida em algum estacionamento, mas o jeito dele observar o ambiente, a postura militar, as roupas camufladas e a pistola Glock 380 simetricamente colocada em cima da mesa da cozinha da Tees Brazil n\u00e3o deixam d\u00favidas: \u00e9 ele o \u201chomem\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A pistola sobre a mesa inspira a pergunta: voc\u00ea \u00e9 a favor da libera\u00e7\u00e3o das armas no Brasil? \u201cPrefiro n\u00e3o me aprofundar no tema. Essa pergunta n\u00e3o se faz, \u00e9 o mesmo que querer saber se algu\u00e9m j\u00e1 fez sexo com mais de uma pessoa ao mesmo tempo\u201d, brinca Gillies. Mas ele reflete um instante e dispara: \u201cO povo tem o direito de se defender. Se isso vai trazer problemas at\u00e9 melhorarem as leis, acredito que sim. Para o treinamento dos policiais, a libera\u00e7\u00e3o n\u00e3o muda nada. Eles j\u00e1 s\u00e3o treinados para isso, para os riscos de se depararem com um local onde haja cidad\u00e3os comuns armados. Na Tees, j\u00e1 cobrimos todas as amea\u00e7as poss\u00edveis\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>E a Tees, com surgiu? \u201cDesde os 15 anos, dou aula de karat\u00ea. Comecei na garagem de casa, em Curitiba, e cheguei a dar aulas em diversas academias de artes marciais, incluindo a Academia Militar do Guatup\u00ea, onde ensinava kemp\u00f4 para os oficiais\u201d, conta Kevan. Nessa \u00e9poca, em abril de 1995, estourou o caso de Marechal C\u00e2ndido Rondon, interior do Paran\u00e1, onde tr\u00eas criminosos de Santa Catarina mantinham sete ref\u00e9ns, dentro de uma casa. Policiais especializados do Tigre, \u00c1guia, Goe e Cope entraram na casa e conseguiram resgatar os ref\u00e9ns com vida, matando os criminosos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDeu certo, mas o comandante da PM achou que era preciso aprimorar esse tipo de treinamento, para pr\u00f3ximas a\u00e7\u00f5es. Ele faria uma visita aos Estados Unidos, na Tees de Memphis, que era do meu antigo s\u00f3cio Alan Brosnan. Eu fui convidado para ir junto e viajei como tradutor para o ingl\u00eas\u201d, revelou Gillies.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir desta viagem de reconhecimento, o interesse de Gillies pela \u00e1rea de t\u00e1tica militar e aproxima\u00e7\u00e3o dele com oficiais da PM resultaram na Tees Brazil. \u201cNo in\u00edcio, com o d\u00f3lar perto do valor do real, faz\u00edamos viagens com grupos de alunos para os Estados Unidos. E, a cada tr\u00eas meses, o Alan vinha para o Brasil para dar aula. Eu me aprimorei e disse ao comandante da PM que gostaria de trazer a Tees para Curitiba. Ele respondeu: \u2018Um civil dando aulas para militares? Pode esquecer\u2019. Essa foi a maior motiva\u00e7\u00e3o que eu tive na minha vida para chegar onde eu estou\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sede pr\u00f3pria<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.tribunapr.com.br\/cacadores-de-noticias\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2019\/05\/KEVAN-GUILLIES-atila-alberti-4.jpg\" alt=\"Foto: \u00c1tila Alberti\/Tribuna do Paran\u00e1\" class=\"wp-image-28192\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Foto: \u00c1tila Alberti\/Tribuna do Paran\u00e1<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1997, a Tees Brazil estava com sede pr\u00f3pria, em Tamandar\u00e9. A escola tem autoriza\u00e7\u00e3o do Ex\u00e9rcito para funcionar e, desde aquele ano, cerca de 15 mil alunos j\u00e1 passaram pelos treinamentos de Kevan, vindos de todas as partes do Brasil, e de pa\u00edses como Estados Unidos, Canad\u00e1, Argentina e Paraguai. Segundo Kevan, nesses \u00faltimos 20 anos, o conhecimento t\u00e1tico das pol\u00edcias evoluiu muito, tornando os agentes extremamente especializados no que fazem. \u201cAntes, era s\u00f3 roupa preta, velcro, boina lambida e pouco conhecimento. Agora, \u00e9 diferente\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>A sede da Tees em Tamandar\u00e9 \u00e9 uma segunda casa para Kevan. \u00c9 l\u00e1 que os grupos de alunos de todo o Brasil aprimoraram conhecimentos e \u00e9 dessa adrenalina do dia a dia que ele gosta. Quando necess\u00e1rio, o instrutor passa de dois a tr\u00eas dias hospedado no local. \u201cFica mais f\u00e1cil de me organizar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A rotina de instrutor come\u00e7a sem caf\u00e9 da manh\u00e3. Kevan acorda \u00e0s 6h e vai at\u00e9 as 9h trabalhando a linha de tiro sem comer nada. Ao meio-dia ele almo\u00e7a e volta para o batente \u00e0s 13h. As aulas terminam entre 16h e 16h30. Para relaxar, quando volta para casa, ele liga a TV, fica com a fam\u00edlia, planeja a aula do dia seguinte e, \u00e0s vezes, passeia com a sua Harley Davidson. \u201cTenho a moto faz um ano. Se soubesse, tinha comprado uma muito antes\u201d, brinca. Por causa da banda DevilSin, a semana fica mais corrida quando tem shows, principalmente pela rotina de ensaios ou passagens de som.<\/p>\n\n\n\n<p>Kevan \u00e9 casado desde os 17 anos, tem duas filhas g\u00eameas e um filho (que trabalha na Tees). Ele n\u00e3o fez faculdade, largou o col\u00e9gio antes de concluir o segundo grau e n\u00e3o se arrepende. \u201cFui atr\u00e1s do meu sonho\u201d, diz. Ao ser questionado sobre o tipo de conselho que daria para as pessoas conquistarem seus objetivos, ele pensa: \u201cFoco e persist\u00eancia. Todos temos a capacidade de aprender algo. O importante \u00e9 n\u00e3o desistir\u201d.<br><\/p>\n\n\n\n<p>TribunaPR<\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O barulho de tiros de pistola, de armas pesadas e de explosivos at\u00e9 poderia ser a \u00fanica trilha sonora na rotina do brit\u00e2nico\u00a0Kevan Gillies, 56 anos, fundador da Tees Brazil, uma escola de\u00a0treinamento de opera\u00e7\u00f5es especiais\u00a0em\u00a0Almirante Tamandar\u00e9, na Regi\u00e3o Metropolitana de\u00a0Curitiba.\u00a0H\u00e1 pelo menos 20 anos, ele ajuda a aprimorar o conhecimento t\u00e1tico de agentes das [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":9087,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[55],"tags":[],"class_list":{"0":"post-9086","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-curiosidades"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/sold.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9086"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9086"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9086\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9088,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9086\/revisions\/9088"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9087"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9086"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9086"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9086"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}