{"id":8767,"date":"2019-05-01T18:39:02","date_gmt":"2019-05-01T21:39:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=8767"},"modified":"2019-05-01T18:39:03","modified_gmt":"2019-05-01T21:39:03","slug":"facebook-tera-mais-perfis-de-pessoas-mortas-do-que-de-vivas-em-50-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2019\/05\/01\/facebook-tera-mais-perfis-de-pessoas-mortas-do-que-de-vivas-em-50-anos\/","title":{"rendered":"Facebook ter\u00e1 mais perfis de pessoas mortas do que de vivas em 50 anos"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"noticia-olho\">Segundo autores da pesquisa, as estat\u00edsticas sobre a quantidade de usu\u00e1rios falecidos na rede levanta um questionamento sobre dados de heran\u00e7a digital<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, em 50 anos os\u00a0\u00a0perfis de pessoas que j\u00e1 morreram\u00a0v\u00e3o ser maioria no Facebook, ultrapassando os perfis de usu\u00e1rios vivos. O levantamento usou a base de usu\u00e1rios de 2018, sem considerar novos cadastros e levando em conta o ciclo comum da vida e a taxa de mortalidade m\u00e9dia em cada pa\u00eds.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Ao &#8220;Science Daily&#8221;, os cientistas afirmaram que o objetivo da\u00a0proje\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 prever o futuro, mas refletir sobre como a heran\u00e7a digital vai ser tratada nos pr\u00f3ximos anos. A\u00a0conclus\u00e3o \u00e9 que at\u00e9 2070\u00a0os perfis de falecidos no\u00a0Facebook\u00a0ser\u00e3o maioria, j\u00e1 que pelo menos 1,4 bilh\u00e3o de usu\u00e1rios da rede social morrer\u00e3o antes de 2100.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse cen\u00e1rio, a \u00c1sia seria a regi\u00e3o com o maior n\u00famero de\u00a0usu\u00e1rios\u00a0mortos (44%), sendo que apenas a \u00cdndia e a Indon\u00e9sia somariam juntas quase 279 milh\u00f5es de mortes at\u00e9 2100.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m considera uma perspectiva em que a rede social\u00a0continue aceitando novos cadastros, com uma expans\u00e3o anual de 13%. Assim, o n\u00famero de perfis de pessoas que j\u00e1 morreram pode chegar a 4,9 bilh\u00f5es no mesmo per\u00edodo de tempo. O continente africano representaria uma das regi\u00f5es com mais usu\u00e1rios mortos, com destaque para a Nig\u00e9ria (6%).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como essa heran\u00e7a digital deve ser administrada?<\/h3>\n\n\n\n<p>Segundo Carl \u00d6hman, autor principal da pesquisa e estudante de doutorado no Instituto de Internet de Oxford,&nbsp;essas estat\u00edsticas&nbsp;levantaram quest\u00f5es sobre quem tem direito a todos os dados das redes sociais, como eles devem ser administrados&nbsp;pensando no melhor interesse&nbsp;de familiares e&nbsp;amigos do falecido, e seu uso para entender o passado.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O gerenciamento de nossos restos digitais acabar\u00e1 afetando todos os que usam as m\u00eddias sociais, j\u00e1 que todos n\u00f3s um dia morreremos e deixaremos nossos dados. Mas a totalidade dos perfis de usu\u00e1rios falecidos tamb\u00e9m equivale a algo maior do que a soma de suas partes. \u00c9, ou pelo menos se tornar\u00e1, parte de nossa\u00a0heran\u00e7a digital\u00a0global&#8221;, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>David Watson, tamb\u00e9m doutorando de Oxford e autor da an\u00e1lise,\u00a0complementa\u00a0a import\u00e2ncia de\u00a0garantir que o\u00a0\u00a0acesso a esses dados\u00a0n\u00e3o seja limitado a uma \u00fanica empresa, principalmente se os interesses\u00a0forem apenas financeiros. &#8220;\u00c9 importante garantir que as gera\u00e7\u00f5es futuras possam usar nossa heran\u00e7a digital para entender sua hist\u00f3ria&#8221;, destaca.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do\u00a0\u00a0Facebook\u00a0\u00a0ter sido\u00a0usado como base para a pesquisa, os estudantes afirmam que essa quest\u00e3o pode acontecer em qualquer plataforma online de sucesso e ainda n\u00e3o h\u00e1 uma resposta sobre como lidar com a heran\u00e7a digital. Por\u00e9m, eles acreditam que as empresas podem convidar especialistas, como historiadores, para realizar um processo de curadoria desses dados.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Tecnologia IG<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo autores da pesquisa, as estat\u00edsticas sobre a quantidade de usu\u00e1rios falecidos na rede levanta um questionamento sobre dados de heran\u00e7a digital Segundo pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, em 50 anos os\u00a0\u00a0perfis de pessoas que j\u00e1 morreram\u00a0v\u00e3o ser maioria no Facebook, ultrapassando os perfis de usu\u00e1rios vivos. 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