{"id":8186,"date":"2019-04-25T13:06:28","date_gmt":"2019-04-25T16:06:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=8186"},"modified":"2019-04-25T13:06:29","modified_gmt":"2019-04-25T16:06:29","slug":"saude-mental-ansiedade-cresce-entre-jovens-e-desencadeia-outros-problemas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2019\/04\/25\/saude-mental-ansiedade-cresce-entre-jovens-e-desencadeia-outros-problemas\/","title":{"rendered":"Sa\u00fade mental: Ansiedade cresce entre jovens e desencadeia outros problemas"},"content":{"rendered":"\n<p>Ang\u00fastia, desespero, agonia, inseguran\u00e7a\u2026 essas s\u00e3o algumas maneiras de descrever uma das disfun\u00e7\u00f5es mentais que mais t\u00eam se popularizado no vocabul\u00e1rio da popula\u00e7\u00e3o brasileira: o Transtorno de Ansiedade. Sentida por mais de 9% dos brasileiros &#8211; sendo as mulheres o alvo principal &#8211; a doen\u00e7a \u00e9 sorrateira, negligenciada e facilmente confundida com um \u201cestado de \u00e2nimo\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Sentir-se ansioso para um compromisso, um encontro ou uma entrevista de emprego \u00e9 algo completamente comum a todos os seres humanos e \u00e9 saud\u00e1vel desde que ocorra na medida certa. O sentimento, por\u00e9m, se torna algo cr\u00f4nico &#8211; ou aqui, um transtorno &#8211; quando passa do ponto e se torna incapacitante, que faz, principalmente, com que o ansioso busque fugir de qualquer situa\u00e7\u00e3o que lhe coloque em risco. Aos poucos, convites para jantar se transformam em desculpas, falar em p\u00fablico gera uma crise nervosa e aquilo que antes trazia prazer, passa a virar sofrimento. Isso lhe parece comum?<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, em quadros de Transtorno de Ansiedade, o simples sentimento deixa de ser algo interno e se manifesta tamb\u00e9m externamente, com sintomas f\u00edsicos e assustadores.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cO paciente sente que est\u00e1 sempre sem ar, ofegante ou com o cora\u00e7\u00e3o acelerado&#8221;<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>&#8220;A principal caracter\u00edstica \u00e9 que a pessoa est\u00e1 sempre preocupada ou ansiosa em todas as \u00e1reas da sua vida, e imagina que coisas ruins v\u00e3o acontecer e que nada vai dar certo para ela\u201d, explica a psic\u00f3loga Jullie Muller, que recebe em seu consult\u00f3rio principalmente adolescentes entre 13 e 18 anos, que trazem consigo uma carga muito grande de cobran\u00e7as e, principalmente, press\u00e3o pelo presente e futuro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">E se?<\/h2>\n\n\n\n<p>O que vou ser quando crescer? E daqui a um ano? Ser\u00e1 que terei os mesmos amigos, que eles v\u00e3o me aceitar dessa maneira? E minha fam\u00edlia, vai se orgulhar das minhas escolhas? Esses e outros milh\u00f5es de questionamentos passam a rondar a cabe\u00e7a desses adolescentes que, sem saber para onde correr, inundam a mente de cobran\u00e7as &#8211; muitas vezes induzidos pelos pr\u00f3prios pais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMuitas vezes os pais colaboram para que essa ansiedade seja gerada, pois depositam muitas expectativas nos filhos tornando isto evidente. Os filhos, por sua vez, se sentem presos e \u00e0s vezes n\u00e3o conseguem atingir essas expectativas, isto porque n\u00e3o corresponde \u00e0quilo que o pr\u00f3prio filho quer para si. \u00c9 uma fase delicada\u201d, comenta Jullie, que confirma uma das frases mais ouvidas em seu consult\u00f3rio: ser adolescente \u00e9 dif\u00edcil!<\/p>\n\n\n\n<p>E justamente assim aconteceu com a agora universit\u00e1ria, de 22 anos, que preferiu n\u00e3o ser identificada nesta reportagem. Na \u00e9poca, com 15 anos, a jovem percebeu que \u201cfugia\u201d de algumas situa\u00e7\u00f5es que lhe causavam ansiedade para n\u00e3o enfrentar o sentimento que tanto a atormentava. \u201cEu deixei de fazer certas coisas, como faltar aula em dia de apresenta\u00e7\u00e3o de trabalho por conta da ansiedade e do medo de falar em p\u00fablico. Eu estava no Ensino M\u00e9dio, uma \u00e9poca que para muitos \u00e9 complicada por causa das cobran\u00e7as realizadas e do medo de n\u00e3o conseguir alcan\u00e7\u00e1-las\u201d, lembrou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ansiosa \u201cdesde sempre\u201d, a doen\u00e7a tamb\u00e9m est\u00e1 ligada, no caso da universit\u00e1ria, com quadros de epilepsia e convuls\u00e3o &#8211; o que dificultou um diagn\u00f3stico mais assertivo. \u201cEu sempre fui muito ansiosa, n\u00e3o sei o que de fato contribuiu. Mas hoje em dia, qualquer coisa que fuja do meu controle eu n\u00e3o consigo resolver, pois a ansiedade \u00e9 t\u00e3o forte que as coisas parecem n\u00e3o ter solu\u00e7\u00e3o\u201d, desabafou a jovem, que costuma realizar exerc\u00edcios de relaxamento e respira\u00e7\u00e3o para combater as crises.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">&#8220;Ansiedade \u00e9 s\u00f3 coisa de adolescente!\u201d Ser\u00e1?<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar de ter como principal p\u00fablico os adolescentes, a psic\u00f3loga Jullie Mueller alerta: a ansiedade n\u00e3o depende de idade, classe social, etnia ou localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica! Por\u00e9m, um dado da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) sobre a doen\u00e7a no Brasil chama a aten\u00e7\u00e3o: 7,7% das mulheres sofrem com o transtorno, enquanto entre os homens o n\u00famero cai para 3,6%. Como exemplo, em um question\u00e1rio r\u00e1pido realizado para a produ\u00e7\u00e3o desta reportagem, 30 pessoas relataram sofrer com a ansiedade, sendo que 26 &#8211; a esmagadora maioria &#8211; eram mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma dessas \u201cconfiss\u00f5es\u201d partiu da professora Silvia Oliveira Santos, de 38 anos, que classificou a ansiedade em uma \u00fanica palavra: ang\u00fastia. O mesmo termo foi escolhido por outras 10 pessoas, seguido por desespero (6) e preocupa\u00e7\u00e3o (2). Outras palavras como \u201cinseguran\u00e7a\u201d, \u201cmedo\u201d, \u201cagonia\u201d, \u201cinseguran\u00e7a\u201d, \u201cestresse\u201d, \u201cinferno\u201d e \u201cterror\u201d tamb\u00e9m foram citados para resumir o Transtorno de Ansiedade por alguns pacientes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.massanews.com\/uploads\/noticias\/conteudo\/whatsapp-image-2019-04-25-at-09-04-47-ee6b6fca.jpeg\" alt=\"Pesquisa &quot;Resuma a Ansiedade em uma Palavra&quot;\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Pesquisa &#8220;Resuma a Ansiedade em uma Palavra&#8221;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Voc\u00ea \u00e9 ou est\u00e1 ansioso?<\/h2>\n\n\n\n<p>Para a professora &#8211; e m\u00e3e de um menino de quatro anos &#8211; ser ansioso \u00e9 encarado principalmente como uma caracter\u00edstica e n\u00e3o como uma doen\u00e7a, o que, muitas vezes, dificulta a busca por tratamento especializado. \u201cNa adolesc\u00eancia isso se tornou uma caracter\u00edstica minha, a S\u00edlvia \u00e9 assim. Ent\u00e3o eu fui entender que eu estava com uma doen\u00e7a j\u00e1 adulta, com mais de 25 anos, trabalhando, independente, dona do meu nariz. At\u00e9 ent\u00e3o eu era aquela que era ansiosa por esperar, por ter taquicardia, suador, por ter tudo\u2026 mas achar que isso n\u00e3o era uma doen\u00e7a mental\u201d, relembra.<\/p>\n\n\n\n<p>Desta forma, a ansiedade s\u00f3 foi vista como uma doen\u00e7a para a educadora quando atingiu um n\u00edvel mais avan\u00e7ado, desencadeando outras disfun\u00e7\u00f5es mentais como a Depress\u00e3o, a S\u00edndrome do P\u00e2nico e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). \u201cEu via a ansiedade como uma forma dif\u00edcil de lidar com sentimentos, n\u00e3o como doen\u00e7a. E tudo isso desencadeou de uma maneira muito ligeira, muito r\u00e1pida. Eu j\u00e1 estava trabalhando, era professora, tinha uma vida muito agitada e de uma hora para a outra comecei a desenvolver as crises de p\u00e2nico junto com tudo que eu j\u00e1 sentia\u201d, desabafou ao citar, tamb\u00e9m, os demais sintomas que come\u00e7ou a sentir, como uma ang\u00fastia extrema.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s buscar ajuda especializada e come\u00e7ar um tratamento com medicamentos, Silvia chegou a um problema comum quando o assunto \u00e9 doen\u00e7a mental: o abandono do tratamento quando os sintomas desaparecem. \u201cQuando eu tive um tratamento psiqui\u00e1trico que aliviou [os sintomas], eu logo na sequ\u00eancia encerrei. Ele, obviamente, n\u00e3o era para ser encerrado, ent\u00e3o o resultado \u00e9 como algo que foi adormecido e continuou crescendo, crescendo. Quando voltou, voltou ainda pior. A\u00ed eu j\u00e1 era m\u00e3e, eu j\u00e1 tinha um filho, j\u00e1 era uma mulher com outras obriga\u00e7\u00f5es\u201d, confessou.<\/p>\n\n\n\n<p>E \u00e9 a\u00ed que a doen\u00e7a ganha uma caracter\u00edstica muito peculiar: ela \u00e9 sorrateira.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cO problema da doen\u00e7a mental \u00e9 o fato de que ela \u00e9 intermitente. Ela sossega em um determinado momento e quando voc\u00ea pensa que est\u00e1 tratando aquilo para uma cura, descobre que na verdade est\u00e1 controlando&#8221;<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>&#8220;Eu n\u00e3o me sinto uma pessoa curada, eu me sinto uma pessoa em vigil\u00e2ncia\u201d, garantiu Silvia, que disse ter encontrado na psicoterapia um completo eficaz aos medicamentos. \u201cEu acho que se eu n\u00e3o tivesse tido tamb\u00e9m a terapia, eu voltaria para o ciclo viciosa de melhora e daqui a pouco ela volta. As crises de ansiedade eram alimentadas por essa falsa sensa\u00e7\u00e3o de que o tratamento por alguns meses resolveria tudo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ansiedade e redes sociais<\/h2>\n\n\n\n<p>Entre cliques, likes, compartilhamentos e uma busca incess\u00e1vel por novidades, as redes sociais tamb\u00e9m acabam aparecendo como vil\u00e3s para os ansiosos. Uma pesquisa realizada em 2017 pela institui\u00e7\u00e3o de sa\u00fade p\u00fablica do Reino Unido, a Royal Society for Public Health, em parceria com o Movimento de Sa\u00fade Jovem, apontou que o Instagram \u00e9 a rede que mais traz sentimentos negativos para seus usu\u00e1rios, como ansiedade, solid\u00e3o e uma sensa\u00e7\u00e3o de \u201cinconformismo\u201d com a sua pr\u00f3pria imagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.massanews.com\/uploads\/noticias\/conteudo\/whatsapp-image-2019-04-25-at-09-04-47-1-8547616e.jpeg\" alt=\"Pesquisa realizada pela Royal Society for Public Health. (Infogr\u00e1fico: Louise Fiala\/Massa News)\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Pesquisa realizada pela Royal Society for Public Health. (Infogr\u00e1fico: Louise Fiala\/Massa News)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o levantamento, as fotos compartilhadas pelos usu\u00e1rios no Instagram aumentam o medo dos jovens &#8211; com idade entre 14 e 24 anos &#8211; de ficar por fora dos acontecimentos e das tend\u00eancias, al\u00e9m de impactar de forma negativa no sono. A queixa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 rede social tamb\u00e9m aparece constantemente no consult\u00f3rio de Jullie, principalmente por fomentar uma compara\u00e7\u00e3o entre a vida que \u00e9 publicada no Instagram, e a que \u00e9, de fato, vivida.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cEssa \u00e9 uma ferramenta onde as pessoas publicam muito sobre a pr\u00f3pria vida, mas escondem os momentos tristes. Eu costumo dizer que a grama do vizinho sempre \u00e9 mais verde que a nossa, mas \u00e0s vezes essa grama pode ser falsa tamb\u00e9m\u201d, comentou a psic\u00f3loga.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>De acordo com Jullie, muitos pacientes passam a se comparar com amigos ou pessoas que seguem no Instagram, por exemplo, e esquecem de buscar os pr\u00f3prios objetivos. \u201cA frase mais comum \u00e9 \u2018eu n\u00e3o me importo com rede social, mas eu acho que n\u00e3o \u00e9 justo fulano postar foto de que est\u00e1 viajando, fazendo isso ou aquilo, sendo que eu me dedico mais, trabalho mais e nunca consigo alcan\u00e7ar aquilo que o outro tem\u2019. Isso justifica o fato de que as pessoas est\u00e3o sempre buscando ter alguma coisa que elas n\u00e3o sabem o que \u00e9\u201d, disse. Neste momento, de acordo com a psic\u00f3loga, o importante \u00e9 tra\u00e7ar suas metas e olhar para si mesmo. \u201cSe a gente se apega ao que o outro tem, a quantidade de likes, a pessoa passa a viver em fun\u00e7\u00e3o disso e esquece da vida pessoal. Sempre oriento a ver qual \u00e9 realmente sua ess\u00eancia\u201d, concluiu.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A import\u00e2ncia de uma v\u00e1lvula de escape<\/h2>\n\n\n\n<p>Livros, exerc\u00edcio f\u00edsico, uma nova ocupa\u00e7\u00e3o, atividades ao ar livre\u2026 muitas s\u00e3o as op\u00e7\u00f5es de hobbies que os ansiosos acabam descobrindo para escapar das crises ou, ao menos, diminuir sua frequ\u00eancia. Para a professora Silvia, a v\u00e1lvula de escape para o quadro foi justamente a pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica, considerada um divisor de \u00e1guas. \u201cEu hoje pratico corrida, pilates, que s\u00e3o atividades que me d\u00e3o prazer, que eu gosto de fazer. Senti que quando eu parei, eu me tornava predisposta a ter crises. Hoje eu n\u00e3o vejo o exerc\u00edcio f\u00edsico como algo para o meu corpo, mais sim para a minha sa\u00fade mental\u201d, garantiu.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">E as crian\u00e7as?<\/h2>\n\n\n\n<p>Um ponto levantado pela educadora foi a necessidade de dar mais aten\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade mental das crian\u00e7as, que muitas vezes passam despercebidas.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cNa minha inf\u00e2ncia n\u00e3o se falava em doen\u00e7a mental, se falava em algu\u00e9m doido, lun\u00e1tico. Isso \u00e9 muito s\u00e9rio&#8221;&nbsp;<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>&#8220;Acredito que se a gente trata isso preventivamente e atentamente desde a inf\u00e2ncia, vamos ter no futuro adultos muito menos depressivos, auto destruidores e mais felizes, capacitados para viver, produzir e realizar durante vida. Queremos filhos que comam bem, que aprendam, mas mentalmente olhamos pouco para isso\u201d, alertou.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, Silvia lembrou da import\u00e2ncia de se sentir acolhido por aqueles que ama e, claro, de buscar ajuda especializada. \u201c\u00c9 importante n\u00e3o ser tratado como o \u2018enlouquecido\u2019, pois doen\u00e7a mental n\u00e3o \u00e9 loucura. A ansiedade \u00e9 muito silenciosa, quando ela se manifesta externamente \u00e9 porque j\u00e1 avan\u00e7ou para um est\u00e1gio muito grande. \u00c9 importante lembrar que amigo n\u00e3o \u00e9 psic\u00f3logo, mas \u00e9 quem vai te conduzir at\u00e9 um profissional\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Massa News<br> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ang\u00fastia, desespero, agonia, inseguran\u00e7a\u2026 essas s\u00e3o algumas maneiras de descrever uma das disfun\u00e7\u00f5es mentais que mais t\u00eam se popularizado no vocabul\u00e1rio da popula\u00e7\u00e3o brasileira: o Transtorno de Ansiedade. Sentida por mais de 9% dos brasileiros &#8211; sendo as mulheres o alvo principal &#8211; a doen\u00e7a \u00e9 sorrateira, negligenciada e facilmente confundida com um \u201cestado de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8187,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8186","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-sem-categoria"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/depre.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8186"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8186"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8186\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8188,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8186\/revisions\/8188"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8187"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8186"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8186"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8186"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}