{"id":76387,"date":"2026-02-11T13:00:16","date_gmt":"2026-02-11T16:00:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=76387"},"modified":"2026-02-11T13:00:19","modified_gmt":"2026-02-11T16:00:19","slug":"mulheres-na-ciencia-pesquisadoras-do-simepar-protagonizam-projetos-ambientais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2026\/02\/11\/mulheres-na-ciencia-pesquisadoras-do-simepar-protagonizam-projetos-ambientais\/","title":{"rendered":"Mulheres na ci\u00eancia: pesquisadoras do Simepar protagonizam projetos ambientais"},"content":{"rendered":"\n<p>Um dos pilares do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paran\u00e1 (Simepar) \u00e9 a pesquisa. A institui\u00e7\u00e3o estimula o desenvolvimento de projetos que favore\u00e7am o monitoramento ambiental e protejam a sociedade, como, por exemplo, o estudo do impacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no regime de chuvas, ou o uso de intelig\u00eancia artificial para monitorar vaz\u00e3o, n\u00edvel e qualidade da \u00e1gua dos rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse pilar \u00e9 comemorado no Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ci\u00eancia (11 de fevereiro), institu\u00eddo pela Unesco para promover o acesso e participa\u00e7\u00e3o igualit\u00e1rios das mulheres nas \u00e1reas de ci\u00eancias, tecnologia, engenharia e matem\u00e1tica \u2013 principais \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o do Simepar. Atualmente, 36% dos funcion\u00e1rios da institui\u00e7\u00e3o s\u00e3o mulheres, e h\u00e1 mais bolsistas mulheres do que homens atuando em todas \u00e1reas.<\/p>\n\n\n\n<p>Os setores que possuem mais pesquisadoras s\u00e3o a Geointelig\u00eancia e a Hidrologia. Na Geointelig\u00eancia, setor gerenciado pela especialista em Sensoriamento Remoto Elizabete Peixoto, a pesquisadora Leslie Chumbe reconstr\u00f3i a evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da qualidade ambiental do Rio Igua\u00e7u ao longo dos \u00faltimos 150 anos, correlacionando-a com as mudan\u00e7as no uso do solo em sua bacia hidrogr\u00e1fica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela analisa sedimentos que atuam como arquivos ambientais, integrando marcadores geoqu\u00edmicos e moleculares para avaliar a carga hist\u00f3rica de nutrientes e mat\u00e9ria org\u00e2nica \u2013 incluindo an\u00e1lise de DNA de comunidades bacterianas e arqueias. A pesquisa identifica como as transforma\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas influenciaram a din\u00e2mica e a sa\u00fade do ecossistema fluvial.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a pesquisadora Andressa Cavassim estuda para o mestrado as din\u00e2micas ao longo de cinco anos, atrav\u00e9s de imagens de sat\u00e9lite, para a identifica\u00e7\u00e3o do ciclo de crescimento das plantas da cana-de-a\u00e7\u00facar. Ela tamb\u00e9m utiliza dados do \u00edndice de vegeta\u00e7\u00e3o (NDVI), que mostra o vigor e a quantidade de vegeta\u00e7\u00e3o presente em cada \u00e1rea, e aplica t\u00e9cnicas de aprendizado de m\u00e1quinas (testes com intelig\u00eancia artificial) diferentes para comparar algoritmos capazes de reconhecer padr\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa comprova o potencial de melhoria no monitoramento agr\u00edcola com uso de tecnologia, no lugar das an\u00e1lises realizadas atrav\u00e9s da interpreta\u00e7\u00e3o visual das imagens. \u201cO trabalho contribui para tornar o acompanhamento das lavouras de cana-de-a\u00e7\u00facar mais eficiente, e para melhorar o monitoramento da pastagem e da vegeta\u00e7\u00e3o nativa ao longo do tempo, o que auxilia na tomada de decis\u00e3o para o monitoramento, seja do produtor rural ou para pol\u00edticas p\u00fablicas\u201d, afirma Andressa.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra pesquisa desenvolvida na Geointelig\u00eancia compara modelos de aprendizagem de m\u00e1quina, desta vez para fazer a estimativa de vaz\u00f5es de pico em pequenas bacias rurais com dados hidrol\u00f3gicos limitados. A pesquisadora Bruna Rezende explica que as vaz\u00f5es m\u00e1ximas representam os picos de \u00e1gua que ocorrem nos rios durante chuvas intensas e s\u00e3o fundamentais para o planejamento de estruturas de conserva\u00e7\u00e3o do solo e da \u00e1gua, como terra\u00e7os agr\u00edcolas e sistemas de drenagem, que ajudam a reduzir riscos de inunda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAo comparar m\u00e9todos tradicionais de estimativa de vaz\u00f5es m\u00e1ximas com abordagens baseadas em dados, observamos que essas t\u00e9cnicas produzem estimativas mais pr\u00f3ximas da realidade na maior parte do tempo. No entanto, ainda h\u00e1 tend\u00eancia \u00e0 subestima\u00e7\u00e3o das vaz\u00f5es mais elevadas associadas a eventos de chuva extrema, indicando limita\u00e7\u00f5es na representa\u00e7\u00e3o desses eventos em bacias agr\u00edcolas de pequeno porte\u201d, detalha.<\/p>\n\n\n\n<p>As t\u00e9cnicas de aprendizado de m\u00e1quina tamb\u00e9m s\u00e3o base do estudo de Arc\u00e9lia Portilla, que mapeia o fundo do mar (batimetria) no Complexo Estuarino de Paranagu\u00e1 utilizando intelig\u00eancia artificial. Locais como este tem \u00e1gua turva, que muda o tempo todo, e medi\u00e7\u00f5es presenciais em campo constantemente geram muitos custos.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o uso da tecnologia, \u00e9 poss\u00edvel ensinar um computador a entender a rela\u00e7\u00e3o entre a cor da \u00e1gua e a profundidade, utilizando Vis\u00e3o Inteligente (\u00edndices NDCI e NDTI) sobre combina\u00e7\u00f5es de luz para calcular clorofila e turbidez. \u201cO objetivo final \u00e9 criar mapas que sigam os padr\u00f5es de seguran\u00e7a da marinha, trazendo seguran\u00e7a na navega\u00e7\u00e3o e auxiliando na gest\u00e3o portu\u00e1ria e prote\u00e7\u00e3o ambiental\u201d, ressalta Arc\u00e9lia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.parana.pr.gov.br\/sites\/default\/arquivos_restritos\/files\/imagem\/2026-02\/cwd-18.jpg\" alt=\"MONITORAMENTO AMBIENTAL: PESQUISADORAS DO SIMEPAR DESENVOLVEM PROJETOS PARA PROTEGER A SOCIEDADE\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Foto: Marcinik\/Simepar<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><br><strong>HIDROLOGIA<\/strong>&nbsp;\u2013 Na equipe de Hidrologia, para o doutorado em Engenharia Ambiental, a pesquisadora do Simepar Maria Fernanda Dames dos Santos Lima estuda a modelagem hidrol\u00f3gica e previs\u00e3o de vaz\u00f5es em bacias hidrogr\u00e1ficas, com o objetivo de reduzir incertezas nas previs\u00f5es a partir da integra\u00e7\u00e3o de dados observados, previs\u00f5es meteorol\u00f3gicas e t\u00e9cnicas estat\u00edsticas e computacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNo Simepar, esse trabalho se conecta diretamente ao desenvolvimento e \u00e0 opera\u00e7\u00e3o de sistemas de monitoramento e previs\u00e3o hidrometeorol\u00f3gica\u201d, conta Maria Fernanda.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudos voltados \u00e0 compreens\u00e3o do comportamento hidrol\u00f3gico de rios, reservat\u00f3rios e bacias hidrogr\u00e1ficas tamb\u00e9m s\u00e3o a linha de pesquisa de Danieli Mara Ferreira, doutora em Engenharia de Recursos H\u00eddricos e Ambiental, que desenvolve previs\u00f5es e an\u00e1lises voltadas ao planejamento e \u00e0 gest\u00e3o dos recursos h\u00eddricos, que contribuem para a antecipa\u00e7\u00e3o de eventos extremos, como inunda\u00e7\u00f5es, alagamentos e secas, e para tomada de decis\u00e3o dos gestores envolvidos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cIntegro aspectos quantitativos e qualitativos da \u00e1gua, utilizando modelagem hidrol\u00f3gica, hidr\u00e1ulica, hidrodin\u00e2mica e t\u00e9cnicas de aprendizado de m\u00e1quina para apoiar a interpreta\u00e7\u00e3o dos processos naturais\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Na hidrologia, v\u00e1rias bolsistas tamb\u00e9m desenvolvem pesquisas cient\u00edficas. Maria Clara Pontello analisa o desempenho de diferentes m\u00e9todos de regionaliza\u00e7\u00e3o hidrol\u00f3gica em bacias hidrogr\u00e1ficas do Paran\u00e1, considerando assinaturas hidrol\u00f3gicas. \u201cA regionaliza\u00e7\u00e3o hidrol\u00f3gica permite transferir informa\u00e7\u00f5es de rios monitorados para locais sem monitoramento, possibilitando a estimativa de vaz\u00e3o e n\u00edvel do rio em pontos de interesse\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Violet Ishak, mestre em Engenharia Ambiental, desenvolve uma pesquisa sobre o impacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas nas m\u00e9dias mensais de precipita\u00e7\u00e3o em bacias hidrogr\u00e1ficas. Para isso, ela utiliza m\u00e9todos de corre\u00e7\u00e3o de modelos computacionais capazes de simular o comportamento do clima.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEstes modelos apresentam erros sistem\u00e1ticos que podem resultar na superestima\u00e7\u00e3o ou subestima\u00e7\u00e3o da precipita\u00e7\u00e3o. Para reduzir esses erros, foram aplicados m\u00e9todos estat\u00edsticos de corre\u00e7\u00e3o de vi\u00e9s, com o objetivo de obter s\u00e9ries de precipita\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3ximas da realidade e gerar informa\u00e7\u00f5es mais confi\u00e1veis para o planejamento de pol\u00edticas p\u00fablicas e para a gest\u00e3o dos recursos h\u00eddricos e energ\u00e9ticos\u201d, detalha.<\/p>\n\n\n\n<p>O monitoramento da seca \u00e9 o foco da pesquisa da bolsista Karollyn Larissa de Quadros. \u201cAl\u00e9m de estudar a dura\u00e7\u00e3o da chuva, incluiu a an\u00e1lise do papel da temperatura e da evapotranspira\u00e7\u00e3o na intensifica\u00e7\u00e3o da falta de \u00e1gua, bem como a an\u00e1lise de riscos associados a chuvas extremas por meio de curvas de risco utilizadas em sistemas de alerta operacional, que relacionam a intensidade e a persist\u00eancia da chuva ao risco de deslizamentos de terra, especialmente em \u00e1reas de serra\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda na hidrologia, al\u00e9m de efetuar a modelagem hidrol\u00f3gica operacional com previs\u00f5es de vaz\u00e3o para bacias do Esp\u00edrito Santo, a bolsista Grenda Menezes estuda para o mestrado o comportamento dos rios em per\u00edodos sem chuva, analisando como a vaz\u00e3o diminui ao longo do tempo em diferentes regi\u00f5es do Brasil, incluindo o impacto das caracter\u00edsticas ambientais, como tipo de solo, geologia e uso da terra.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPara isso, utilizo dados de esta\u00e7\u00f5es fluviom\u00e9tricas distribu\u00eddas por todo o pa\u00eds e comparo diferentes m\u00e9todos matem\u00e1ticos usados para estimar esse processo, buscando identificar quais apresentam melhor desempenho. A partir desses resultados, realizo an\u00e1lises estat\u00edsticas para agrupar bacias hidrogr\u00e1ficas com comportamentos semelhantes, definindo regi\u00f5es hidrologicamente homog\u00eaneas\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.parana.pr.gov.br\/sites\/default\/arquivos_restritos\/files\/imagem\/2026-02\/cwd-8.jpg\" alt=\"MONITORAMENTO AMBIENTAL: PESQUISADORAS DO SIMEPAR DESENVOLVEM PROJETOS PARA PROTEGER A SOCIEDADE\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Yuri Marcinik\/Simepar<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><br><strong>METEOROLOGIA&nbsp;<\/strong>\u2013 Al\u00e9m da opera\u00e7\u00e3o em nowcasting (previs\u00e3o do tempo em curt\u00edssimo prazo) realizada nos plant\u00f5es do Simepar por quatro mulheres entre sete homens \u2013 a gerente Sheila Paz, mestre em Sensoriamento Remoto, e as meteorologistas Raissa Pimentel, Bianca de \u00c2ngelo e J\u00falia Munhoz \u2013, tamb\u00e9m h\u00e1 meteorologistas pesquisadoras.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma delas \u00e9 Fernanda Verdelho, meteorologista e cientista de dados, que estuda eventos de tempo extremo e seus impactos sobre a vida das pessoas e sobre infraestruturas essenciais, com destaque para a rede de distribui\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMeu foco \u00e9 integrar dados meteorol\u00f3gicos e geoespaciais para transformar grandes volumes de informa\u00e7\u00e3o em produtos claros e aplic\u00e1veis, que apoiem a tomada de decis\u00e3o e contribuam para aumentar a resili\u00eancia de cidades e de servi\u00e7os essenciais, como o fornecimento de energia el\u00e9trica, frente \u00e0 variabilidade e \u00e0s mudan\u00e7as do tempo e do clima\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Juntamente com Fernanda, Jhoseny Souza Santos \u00e9 pesquisadora da meteorologia. Ela faz o adensamento de esta\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas a partir de caracter\u00edsticas meteorol\u00f3gicas, geomorfol\u00f3gicas e hidrogr\u00e1ficas da regi\u00e3o de interesse, e tamb\u00e9m realiza a an\u00e1lise de dados de torres anemom\u00e9tricas do Nordeste Brasileiro, para acionar manuten\u00e7\u00e3o em campo e solucionar problemas nos instrumentos meteorol\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<p>No mesmo time est\u00e1 a pesquisadora D\u00e9bora Terra. Ela estuda para o mestrado a eletrifica\u00e7\u00e3o de nuvens utilizando dados de radar meteorol\u00f3gico e intelig\u00eancia artificial. A pesquisa auxilia na melhoria do monitoramento de raios, o que favorece a emiss\u00e3o de alertas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para todas elas, as profissionais da Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o do Simepar tamb\u00e9m prestam apoio. Mulheres como Ana Paula Rocha e Luciane Pinheiro lideram projetos e auxiliam na an\u00e1lise de dados meteorol\u00f3gicos e processamento de informa\u00e7\u00f5es indispens\u00e1veis para a opera\u00e7\u00e3o de todos os outros setores do Simepar.<\/p>\n\n\n\n<p>AEN\/PR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos pilares do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paran\u00e1 (Simepar) \u00e9 a pesquisa. 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