{"id":76133,"date":"2026-01-31T10:10:47","date_gmt":"2026-01-31T13:10:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=76133"},"modified":"2026-01-31T10:10:49","modified_gmt":"2026-01-31T13:10:49","slug":"inner-circle-celebra-reencontro-com-o-parana-em-show-historico-no-verao-maior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2026\/01\/31\/inner-circle-celebra-reencontro-com-o-parana-em-show-historico-no-verao-maior\/","title":{"rendered":"Inner Circle celebra reencontro com o Paran\u00e1 em show hist\u00f3rico no Ver\u00e3o Maior"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00cdcone do reggae jamaicano e uma das bandas mais populares do g\u00eanero no mundo, a&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.parana.pr.gov.br\/aen\/Noticia\/Pioneira-e-icone-do-reggae-internacional-banda-Inner-Circle-e-atracao-do-Verao-Maior\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inner Circle se apresenta neste s\u00e1bado (31), a partir das 20h<\/a>, no palco do Ver\u00e3o Maior Paran\u00e1 na praia de Caiob\u00e1, em Matinhos. O show marca um momento hist\u00f3rico para o festival: o grupo ser\u00e1 a segunda atra\u00e7\u00e3o internacional a integrar a programa\u00e7\u00e3o \u2013 depois do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.parana.pr.gov.br\/aen\/Noticia\/Primeira-atracao-internacional-Gipsy-Kings-Andre-Reyes-traz-rumba-flamenca-ao-Verao\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gipsy Kings by Andre Reyes<\/a>, tamb\u00e9m nesta edi\u00e7\u00e3o \u2013 e a primeira banda de reggae a subir ao palco do evento no Litoral paranaense.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes da apresenta\u00e7\u00e3o, os integrantes da banda, mesmo cansados ap\u00f3s uma longa viagem de Miami \u00e0 Curitiba, fizeram quest\u00e3o de falar sobre as expectativas do show, que marca o retorno do ic\u00f4nico grupo ao Paran\u00e1 ap\u00f3s alguns anos. Eles exaltaram a rela\u00e7\u00e3o com o Brasil, o significado do reggae, a longevidade dos sucessos da banda e a expectativa para o reencontro com o p\u00fablico paranaense.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cSomos, antes de tudo, uma banda feita para o palco\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Inner Circle tem mais de cinco d\u00e9cadas de carreira. O que ainda motiva a banda a seguir viajando o mundo e se apresentando ao vivo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Touter Harvey:<\/strong>&nbsp;\u201cAntes de qualquer coisa, n\u00f3s gostamos de tocar ao vivo. Sempre nos consideramos muito mais uma banda de palco do que apenas uma banda de est\u00fadio. \u00c9 ali, com o p\u00fablico, que a m\u00fasica realmente acontece. Quando as pessoas cantam junto, quando respondem, quando participam, a energia muda. A m\u00fasica cresce. Essa troca com o p\u00fablico \u00e9 o que nos move e o que sempre fez parte da identidade da Inner Circle\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Existe uma grande expectativa para este show no Paran\u00e1, especialmente ap\u00f3s o cancelamento de um show de voc\u00eas que estava agendado para Curitiba em 2025. Como \u00e9 voltar ao Estado neste momento?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ian Lewis:&nbsp;<\/strong>\u201cN\u00f3s j\u00e1 estivemos em Curitiba algumas vezes ao longo da nossa trajet\u00f3ria e sempre tivemos uma resposta muito forte do p\u00fablico daqui. Talvez n\u00e3o tenhamos vindo nos \u00faltimos anos, mas o Paran\u00e1 nunca deixou de fazer parte da nossa hist\u00f3ria no Brasil. O p\u00fablico \u00e9 muito participativo, canta, responde, se envolve. Isso sempre marcou as nossas apresenta\u00e7\u00f5es aqui\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O baixista e vocalista tamb\u00e9m relembrou as primeiras grandes turn\u00eas pelo pa\u00eds. \u201cO Brasil sempre foi um lugar muito importante para a banda. No come\u00e7o, toc\u00e1vamos em shows grandes, em est\u00e1dios, com dezenas de milhares de pessoas. Essa experi\u00eancia criou uma liga\u00e7\u00e3o muito forte com o p\u00fablico brasileiro.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cO Brasil \u00e9 um pa\u00eds extremamente musical\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ao longo da carreira, a banda se apresentou em diferentes pa\u00edses. Como voc\u00eas avaliam a rela\u00e7\u00e3o do p\u00fablico brasileiro com a m\u00fasica e com o reggae?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ian Lewis:<\/strong>&nbsp;\u201cO Brasil \u00e9 um pa\u00eds extremamente musical. As pessoas aqui escutam muitos estilos diferentes: reggae, rock, m\u00fasica popular brasileira, entre outros. Existe uma abertura muito grande para a m\u00fasica, e isso faz diferen\u00e7a quando voc\u00ea sobe ao palco. O p\u00fablico entende, canta, participa. \u00c9 uma rela\u00e7\u00e3o muito direta\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCada pa\u00eds tem suas caracter\u00edsticas. Alguns s\u00e3o mais ligados a determinados estilos. O Brasil, na nossa experi\u00eancia, sempre teve um p\u00fablico mais diverso musicalmente, que escuta de tudo. Isso cria uma conex\u00e3o muito forte com bandas de fora\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O tecladista Touter Harvey refor\u00e7ou essa percep\u00e7\u00e3o a partir das primeiras passagens da banda pelo pa\u00eds. \u201cDesde as nossas primeiras turn\u00eas pelo Brasil, sentimos essa receptividade. Sempre houve uma resposta muito positiva do p\u00fablico, o que ajudou a construir essa rela\u00e7\u00e3o duradoura com o Pa\u00eds\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cAs m\u00fasicas falam da vida, e por isso atravessam gera\u00e7\u00f5es\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Can\u00e7\u00f5es como \u201cBad Boys\u201d e \u201cSweat\u201d seguem populares d\u00e9cadas depois do lan\u00e7amento. A que voc\u00eas atribuem essa longevidade?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ian Lewis:&nbsp;<\/strong>\u201cEssas m\u00fasicas falam da vida. Elas v\u00eam de sentimentos e situa\u00e7\u00f5es que todo mundo consegue reconhecer. \u00c9 isso que d\u00e1 longevidade a uma can\u00e7\u00e3o. Cada pessoa pode interpretar de uma forma diferente, em \u00e9pocas diferentes da vida. \u00c0s vezes as pessoas conhecem a m\u00fasica, cantam, dan\u00e7am, mas nem sempre associam imediatamente ao nome da banda. Ainda assim, a m\u00fasica continua viva.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ele, essa identifica\u00e7\u00e3o atravessa gera\u00e7\u00f5es. \u201cMuita gente cresceu ouvindo essas m\u00fasicas. Hoje, vemos pessoas mais jovens cantando tamb\u00e9m. Isso mostra como a m\u00fasica consegue se renovar com o tempo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cO reggae fala ao cora\u00e7\u00e3o\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O reggae muitas vezes \u00e9 associado a r\u00f3tulos ou discursos espec\u00edficos. Como voc\u00eas veem isso ao longo dos anos?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ian Lewis:&nbsp;<\/strong>\u201cAssim como outros g\u00eaneros, o reggae acabou sendo rotulado de v\u00e1rias formas. Mas, para n\u00f3s, ele sempre falou muito ao cora\u00e7\u00e3o. Fala de sentimentos, de rela\u00e7\u00f5es, de experi\u00eancias humanas. \u00c9 uma m\u00fasica que acompanha as pessoas no dia a dia, que traz mensagens positivas e que pode significar coisas diferentes para cada um\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Para encerrar, o que o p\u00fablico pode esperar da apresenta\u00e7\u00e3o no Ver\u00e3o Maior Paran\u00e1, em Caiob\u00e1?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Touter Harvey:<\/strong>&nbsp;\u201cPode esperar um show com muita energia. A gente sobe ao palco para fazer o melhor poss\u00edvel e para n\u00e3o decepcionar. Queremos que as pessoas cantem, se divirtam e saiam com uma sensa\u00e7\u00e3o boa depois do show. Vai ser uma noite de m\u00fasica e de troca com o p\u00fablico. \u00c9 isso que sempre buscamos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>AEN<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00cdcone do reggae jamaicano e uma das bandas mais populares do g\u00eanero no mundo, a&nbsp;Inner Circle se apresenta neste s\u00e1bado (31), a partir das 20h, no palco do Ver\u00e3o Maior Paran\u00e1 na praia de Caiob\u00e1, em Matinhos. 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