{"id":73243,"date":"2025-10-09T16:49:06","date_gmt":"2025-10-09T19:49:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=73243"},"modified":"2025-10-09T16:49:09","modified_gmt":"2025-10-09T19:49:09","slug":"parana-tem-maior-numero-de-pessoas-que-viajam-para-outros-paises-a-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2025\/10\/09\/parana-tem-maior-numero-de-pessoas-que-viajam-para-outros-paises-a-trabalho\/","title":{"rendered":"Paran\u00e1 tem maior n\u00famero de pessoas que viajam para outros pa\u00edses a trabalho"},"content":{"rendered":"\n<p>O Paran\u00e1 tem o maior n\u00famero do Brasil de trabalhadores que se deslocam do munic\u00edpio de resid\u00eancia para outro pa\u00eds a trabalho, aponta o novo recorte de Censo 2022, divulgado nesta quinta-feira (09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) e que trata sobre deslocamentos para trabalho e estudo. S\u00e3o 6,2 mil pessoas nessa condi\u00e7\u00e3o no Estado, 0,11% em rela\u00e7\u00e3o ao total de 5,6 milh\u00f5es de pessoas ocupadas em 2022, ano de refer\u00eancia da pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p>O n\u00famero pode ser explicado devido ao fato de o Paran\u00e1 fazer fronteira com dois pa\u00edses: a Argentina e o Paraguai, sendo que no segundo caso trata-se da mais movimentada do Pa\u00eds, onde passam mais de 40 mil ve\u00edculos pela Ponte da Amizade todos os dias. Rio Grande do Sul, com 5,2 mil pessoas que trabalham em outro pa\u00eds, e S\u00e3o Paulo, com 4,3 mil, aparecem na sequ\u00eancia. Em todo o Brasil, s\u00e3o 32 mil trabalhadores que cruzam a fronteira por motivos de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>A cidade de Foz do Igua\u00e7u, no Oeste, tem 3,21% dos moradores com local de exerc\u00edcio do trabalho principal em um pa\u00eds estrangeiro, seguido pela vizinha Santa Terezinha do Itaipu, com 1,84%.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TRABALHO LONGE DE CASA E HOME OFFICE<\/strong>&nbsp;\u2013 Do contingente de 5,6 milh\u00f5es de pessoas ocupadas no per\u00edodo de refer\u00eancia, 4,8 milh\u00f5es trabalhavam no mesmo munic\u00edpio em que moravam, sendo que, deste total, 3,9 milh\u00f5es exerciam o seu trabalho fora do domic\u00edlio, enquanto que outros 908 mil realizavam teletrabalho (home office). 610 mil paranaenses se deslocavam para outra cidade para trabalhar, e 76 mil para mais de um munic\u00edpio ou pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o IBGE, em cinco munic\u00edpios paranaenses mais da metade das pessoas trabalhavam fora do seu munic\u00edpio de resid\u00eancia. S\u00e3o eles: Fazenda Rio Grande, Campo Magro, Piraquara, Almirante Tamandar\u00e9 e Sarandi. Todas as cidades est\u00e3o muito pr\u00f3ximas de grandes centros urbanos, como Curitiba, no caso das quatro primeiras, e Maring\u00e1, no caso da \u00faltima.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre as faixas de renda, 1,8 milh\u00e3o de pessoas com rendimento entre um e dois sal\u00e1rios m\u00ednimos trabalham no mesmo munic\u00edpio em que residem. A mesma faixa de rendimento concentra 254 mil pessoas que precisam se deslocar para outra cidade para trabalharem.<\/p>\n\n\n\n<p>Do total de trabalhadores que exercem sua profiss\u00e3o fora do pr\u00f3prio domic\u00edlio, 1,43 milh\u00e3o levam de 6 a 15 minutos para chegarem ao emprego; 1,42 milh\u00e3o de 15 minutos at\u00e9 meia hora; 773 mil entre meia hora e uma hora; 576 mil at\u00e9 5 minutos; 294 mil de uma a duas horas de deslocamento; 22 mil levam entre duas e quatro horas; e 15 mil pessoas passam mais de 4 horas em deslocamento.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a forma de transporte mais utilizada pelos paranaenses para se deslocar ao trabalho \u00e9 o autom\u00f3vel, com 2 milh\u00f5es de usu\u00e1rios (44,6%). Trata-se do terceiro maior percentual do Pa\u00eds, atr\u00e1s apenas de Santa Catarina (48%) e Distrito Federal (45,2%). Em seguida vem \u00f4nibus, com 781 mil pessoas (17%); a p\u00e9, com 721 mil (15,7%); motocicleta, com 578 mil (12,6%); e bicicleta, com 237 mil (5,1%), como os principais meios utilizados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>EDUCA\u00c7\u00c3O<\/strong>&nbsp;\u2013 Com rela\u00e7\u00e3o aos deslocamentos relativos \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, dos 3 milh\u00f5es de estudantes que frequentavam escola, creche ou ensino superior, 2,7 milh\u00f5es o faziam no mesmo munic\u00edpio em que moravam (91,7%); outros 239 mil se deslocavam para outra cidade (7,98%); e 8,8 mil (0,19%) viajavam para outro pa\u00eds para estudar.<\/p>\n\n\n\n<p>O ensino fundamental concentra o maior n\u00famero de estudantes que estudam no mesmo munic\u00edpio em que residem, com 1,3 milh\u00e3o, enquanto que o ensino superior concentra o maior n\u00famero absoluto de alunos que precisam se deslocar para outra cidade para estudar, com 117 mil. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0queles que v\u00e3o para outro pa\u00eds, 6,6 mil s\u00e3o do ensino superior.<\/p>\n\n\n\n<p>AEN\/PR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Paran\u00e1 tem o maior n\u00famero do Brasil de trabalhadores que se deslocam do munic\u00edpio de resid\u00eancia para outro pa\u00eds a trabalho, aponta o novo recorte de Censo 2022, divulgado nesta quinta-feira (09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) e que trata sobre deslocamentos para trabalho e estudo. 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