{"id":70915,"date":"2025-07-24T16:31:47","date_gmt":"2025-07-24T19:31:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=70915"},"modified":"2025-07-24T16:31:50","modified_gmt":"2025-07-24T19:31:50","slug":"educacao-do-parana-se-destaca-em-olimpiada-nacional-de-recuperacao-de-ecossistemas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2025\/07\/24\/educacao-do-parana-se-destaca-em-olimpiada-nacional-de-recuperacao-de-ecossistemas\/","title":{"rendered":"Educa\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1 se destaca em Olimp\u00edada Nacional de Recupera\u00e7\u00e3o de Ecossistemas"},"content":{"rendered":"\n<p>Em tempos de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e crescente preocupa\u00e7\u00e3o com o meio ambiente, a rede estadual de educa\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1 vem se destacando em sua participa\u00e7\u00e3o na Olimp\u00edada Nacional de Recupera\u00e7\u00e3o de Ecossistemas &#8211; Restaura Natureza. Tr\u00eas col\u00e9gios, dos munic\u00edpios de Irati, Toledo e Novo Itacolomi, representam o Estado com quatro projetos entre os 89 finalistas. No total, 21 estados participam da Olimp\u00edada.<\/p>\n\n\n\n<p>Realizada pela WWF-Brasil, em parceria com a associa\u00e7\u00e3o Quero na Escola, a Restaura Natureza tem como proposta despertar uma nova consci\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o a h\u00e1bitos sustent\u00e1veis, com a comunidade escolar como elemento central. Em sua terceira edi\u00e7\u00e3o \u2013 as anteriores foram realizadas em 2022 e 2023, a Olimp\u00edada \u00e9 voltada para estudantes de escolas de todos os entes da federa\u00e7\u00e3o, p\u00fablicas ou privadas, do 7\u00b0 ao 9\u00b0 ano do Ensino Fundamental e da primeira e segunda s\u00e9ries do Ensino M\u00e9dio.<\/p>\n\n\n\n<p>Para al\u00e9m do destaque na participa\u00e7\u00e3o na Olimp\u00edada, os projetos desenvolvidos pelas escolas mostram o engajamento de professores e estudantes em pensar e p\u00f4r em pr\u00e1tica pequenas a\u00e7\u00f5es capazes de impactar na conserva\u00e7\u00e3o e, principalmente, na restaura\u00e7\u00e3o do meio ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEntendemos esse sucesso na Olimp\u00edada como uma coroa\u00e7\u00e3o da qualidade do ensino no Paran\u00e1\u201d, afirma o secret\u00e1rio estadual da Educa\u00e7\u00e3o, Roni Miranda. \u201cPorque isso mostra que a educa\u00e7\u00e3o dos nossos alunos vai para al\u00e9m da sala de aula: ela forma pessoas com capacidade de transformar n\u00e3o s\u00f3 sua realidade, mas tamb\u00e9m o mundo ao seu redor\u201d, acrescenta o secret\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IRATI&nbsp;<\/strong>\u2013 O Centro Estadual Florestal de Educa\u00e7\u00e3o Profissional Presidente Costa e Silva, de Irati, no Centro-Sul, j\u00e1 desenvolvia um projeto de recupera\u00e7\u00e3o em uma \u00c1rea de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APP) junto a um c\u00f3rrego, nas depend\u00eancias do col\u00e9gio. Por isso, quando ouviu falar da Olimp\u00edada em um grupo de professores do col\u00e9gio, a professora Ana Caroline Mosele j\u00e1 sabia o que fazer.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto \u201cGuardi\u00f5es da Conserva\u00e7\u00e3o\u201d envolveu alunos da 2\u00aa s\u00e9rie do Ensino M\u00e9dio profissionalizante e funcion\u00e1rios da escola no plantio de esp\u00e9cies nativas, que poder\u00e3o fornecer alimenta\u00e7\u00e3o, abrigo e pontos de nidifica\u00e7\u00e3o (constru\u00e7\u00e3o de ninhos) para a fauna, al\u00e9m de beneficiar o c\u00f3rrego com a recupera\u00e7\u00e3o da mata ciliar. Em paralelo, foram organizadas leituras e discuss\u00f5es sobre conserva\u00e7\u00e3o ambiental para a conscientiza\u00e7\u00e3o dos estudantes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA educa\u00e7\u00e3o ambiental faz parte do dia a dia dos nossos alunos\u201d, explica Ana Caroline.&nbsp;\u201cTrabalhamos rotineiramente com a\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis que desenvolvem habilidades extremamente valiosas para o futuro dos nossos estudantes\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Maria Eduarda Nogueira Soares, 16 anos, uma das participantes do projeto, a aten\u00e7\u00e3o \u00e0s quest\u00f5es ambientais \u00e9 urgente e a escola \u00e9 uma porta de entrada perfeita para o assunto. \u201cAbordar esses temas desde a escola \u00e9 muito importante, onde podemos desenvolver projetos como esse, influenciar outras pessoas e nos tornar adultos mais conscientes\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TOLEDO&nbsp;<\/strong>\u2013 \u201cNa nossa escola, a educa\u00e7\u00e3o ambiental sempre foi tratada com grande relev\u00e2ncia\u201d, declara a professora Silvana Gomack Gomes, do Col\u00e9gio Estadual Vereador Francisco Galdino de Lima, de Toledo, Oeste do Estado. \u201cH\u00e1 um cuidado coletivo, tanto por parte da equipe pedag\u00f3gica quanto dos alunos, para que a sustentabilidade esteja presente no dia a dia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A a\u00e7\u00e3o \u201cTampinhas que Restauram\u201d se originou de uma atividade desenvolvida pelos alunos desde o ano passado e que se encaixava perfeitamente com a proposta da Olimp\u00edada. \u201cVendo sua relev\u00e2ncia, resolvi me inscrever e ajustar o projeto j\u00e1 existente, agregando novas pr\u00e1ticas e ampliando seu impacto\u201d, explica Silvana, que coordenou o projeto e tomou conhecimento da Restaura Natureza por interm\u00e9dio de uma colega.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ela, o projeto tamb\u00e9m envolveu um componente afetivo: a \u00e1rea escolhida para restaura\u00e7\u00e3o foi a trilha do parque linear Sanga Panambi, que fica a menos de 500 metros da escola. Localizado na vila industrial de Toledo, o parque \u00e9 um local conhecido e muito frequentado pelos alunos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMuitos deles moram nos arredores e enxergam a Sanga como uma extens\u00e3o da sua comunidade, o que fortalece o sentimento de pertencimento\u201d, conta Silvana. Cerca de 30 estudantes participaram ativamente na coleta de tampinhas e outros materiais descartados indevidamente ao longo dos 1.500 metros da trilha do parque, al\u00e9m de tamb\u00e9m terem praticado o plantio de esp\u00e9cies nativas para a recupera\u00e7\u00e3o da \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>A aluna do 9\u00ba ano Heloysa de Oliveira, 13 anos, considera que sua participa\u00e7\u00e3o no projeto ultrapassou os muros da sala de aula. \u201cMe ajudou a ver um mundo diferente, sem telas e em contato com a natureza e perceber que cada a\u00e7\u00e3o conta\u201d, afirma. \u201cE tamb\u00e9m ajudou a me aproximar dos meus colegas e professores\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O impacto do projeto nos alunos n\u00e3o escapou \u00e0 percep\u00e7\u00e3o da professora Silvana, que observou entusiasmo constante e muito positivo. \u201cDurante as caminhadas para coleta no Sanga Panambi, eles se envolvem com alegria, observam o ambiente ao redor com aten\u00e7\u00e3o e curiosidade\u201d, diz ela, orgulhosa. \u201cA viv\u00eancia tem despertado um senso coletivo de responsabilidade ambiental que se fortalece a cada etapa do projeto\u201d, acrescenta a professora.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>NOVO ITACOLOMI&nbsp;<\/strong>\u2013 O Col\u00e9gio Estadual Tom\u00e9 de Souza, do munic\u00edpio de Novo Itacolomi, no Vale do Iva\u00ed, est\u00e1 representando o Estado na Olimp\u00edada n\u00e3o com um, mas dois projetos finalistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Respons\u00e1vel pela coordena\u00e7\u00e3o de ambos, a professora J\u00e9ssica Garcia atribui essa conquista \u00e0 maneira como a quest\u00e3o do meio ambiente \u00e9 abordada na escola. \u201cAqui a educa\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 tratada como um tema transversal, sendo trabalhada de forma integrada aos componentes curriculares, principalmente nas \u00e1reas de Ci\u00eancias, Biologia, Biotecnologia, Projeto de Vida e Artes\u201d, diz J\u00e9ssica.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia de participar da Restaura Natureza nasceu quando J\u00e9ssica soube da Olimp\u00edada e percebeu a oportunidade de integrar os objetivos da disciplina de Biotecnologia ao tema da restaura\u00e7\u00e3o ambiental. \u201cApresentei a ideia aos alunos e eles toparam na hora\u201d, conta a professora. \u201cDividimos a turma em tr\u00eas grupos: res\u00edduos s\u00f3lidos, degrada\u00e7\u00e3o ambiental e combate \u00e0 dengue. Eles mesmos escolheram os temas ap\u00f3s pesquisas no site da Olimp\u00edada\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Cada grupo desenvolveu um projeto que foi inscrito na Olimp\u00edada, mas os que chegaram como finalistas \u00e0 etapa nacional foram o \u201cRestauradores do Futuro\u201d e o \u201cTime Recicla+\u201d. O primeiro consistiu no plantio de 121 mudas nativas em tr\u00eas \u00e1reas distintas, que totalizaram mais de um hectare recuperado. J\u00e1 o segundo teve como proposta a gest\u00e3o de res\u00edduos nas depend\u00eancias do col\u00e9gio, com a implanta\u00e7\u00e3o de lixeiras seletivas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As a\u00e7\u00f5es envolveram o munic\u00edpio em um movimento de transforma\u00e7\u00e3o socioambiental que contou com o apoio do poder p\u00fablico, de produtores rurais, moradores e entidades, como a Universidade Estadual de Londrina (UEL) e a Associa\u00e7\u00e3o de Catadores de Novo Itacolomi.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA comunidade foi bastante participativa\u201d, lembra Matheus Gon\u00e7alves de Souza, aluno da 2\u00aa s\u00e9rie do Ensino M\u00e9dio, de 16 anos, um dos integrantes do Time Recicla+. \u201cEmbora separar o lixo recicl\u00e1vel ainda seja um grande problema de maneira geral, a\u00e7\u00f5es como essa s\u00e3o capazes de mobilizar ajuda\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMesmo tendo aulas sobre o meio ambiente no \u00e2mbito escolar, poder colocar esse conhecimento em pr\u00e1tica me fez rever simples atitudes cotidianas e procurar maneiras de melhor\u00e1-las e minimizar os impactos ambientais\u201d, pondera Maryanni Silva Torres, 17 anos, tamb\u00e9m da 2\u00aa s\u00e9rie do Ensino M\u00e9dio e integrante do projeto Restauradores do Futuro. \u201cO projeto teve muitos envolvidos e tenho certeza de que todos come\u00e7aram a enxergar a natureza com um olhar mais cuidadoso\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A participa\u00e7\u00e3o na Olimp\u00edada mostrou que, quando estudantes, professores, poder p\u00fablico e comunidade caminham juntos, os resultados v\u00e3o muito al\u00e9m do previsto. \u201cN\u00e3o \u00e9 apenas sobre plantar \u00e1rvores ou separar o lixo, mas sobre entender que fazemos parte do meio ambiente e que nossas a\u00e7\u00f5es t\u00eam impacto no mundo\u201d, diz a professora J\u00e9ssica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>RESTAURA NATUREZA<\/strong>&nbsp;\u2013 A Olimp\u00edada foi dividida em duas fases simult\u00e2neas: na online, individual, que ficou dispon\u00edvel no site do evento entre 04 de fevereiro e 15 de maio, o aluno devia responder a 10 quizzes relacionados \u00e0 tem\u00e1tica ambiental, cada um com nota m\u00e1xima 10. Al\u00e9m disso, era poss\u00edvel convidar outros alunos para responder aos quizzes, o que garantia mais dois pontos a cada novo participante.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a fase pr\u00e1tica consistiu na elabora\u00e7\u00e3o, execu\u00e7\u00e3o e registro de uma a\u00e7\u00e3o com o tema \u201cRestaura\u00e7\u00e3o de Ecossistemas\u201d. As equipes, formadas por at\u00e9 cinco alunos e um professor respons\u00e1vel, tiveram entre 04 de fevereiro e 1.\u00ba de junho para desenvolver suas iniciativas e registr\u00e1-las na plataforma da Olimp\u00edada.<\/p>\n\n\n\n<p>Os planos de a\u00e7\u00e3o apresentados e selecionados para a fase final concorrem em duas categorias de premia\u00e7\u00e3o: Vota\u00e7\u00e3o Popular e Avalia\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o T\u00e9cnica Julgadora. Na primeira, qualquer pessoa poderia votar no projeto que escolhesse (o prazo final foi dia 30 de junho), com cada voto somando um ponto; na segunda, a comiss\u00e3o t\u00e9cnica considera cinco crit\u00e9rios para atribuir pontua\u00e7\u00e3o ao projeto (engajamento, comunica\u00e7\u00e3o, t\u00e9cnica restauradora, diversidade de esp\u00e9cies nativas, \u00e1rea restaurada), podendo totalizar at\u00e9 1.000 pontos.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa pontua\u00e7\u00e3o \u00e9, ent\u00e3o, somada \u00e0quela adquirida na fase online por cada um dos alunos integrantes do grupo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e3o premiados os cinco projetos melhor avaliados em cada categoria, sendo que os integrantes da equipe que ficar em primeiro lugar na avalia\u00e7\u00e3o da comiss\u00e3o ganhar\u00e3o uma viagem, com todas as despesas pagas, para visitar o Instituto Terra, localizado na cidade de Aimor\u00e9s (MG), criado pelo fot\u00f3grafo Sebasti\u00e3o Salgado juntamente com sua esposa L\u00e9lia, e que se tornou uma refer\u00eancia internacional ao restaurar uma \u00e1rea de mata atl\u00e2ntica, at\u00e9 ent\u00e3o degradada, com o plantio de mais de 3,5 milh\u00f5es de \u00e1rvores nativas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os vencedores ser\u00e3o anunciados em agosto, em cerim\u00f4nia de encerramento que ser\u00e1 transmitida pela internet.<\/p>\n\n\n\n<p>AEN\/PR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em tempos de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e crescente preocupa\u00e7\u00e3o com o meio ambiente, a rede estadual de educa\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1 vem se destacando em sua participa\u00e7\u00e3o na Olimp\u00edada Nacional de Recupera\u00e7\u00e3o de Ecossistemas &#8211; Restaura Natureza. 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