{"id":68024,"date":"2025-06-02T17:22:11","date_gmt":"2025-06-02T20:22:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=68024"},"modified":"2025-06-02T17:22:13","modified_gmt":"2025-06-02T20:22:13","slug":"populacao-urbana-do-parana-deve-chegar-a-94-em-2050-986-mil-pessoas-a-mais-em-25-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2025\/06\/02\/populacao-urbana-do-parana-deve-chegar-a-94-em-2050-986-mil-pessoas-a-mais-em-25-anos\/","title":{"rendered":"Popula\u00e7\u00e3o urbana do Paran\u00e1 deve chegar a 94% em 2050, 986 mil pessoas a mais em 25 anos"},"content":{"rendered":"\n<p>Redu\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o que vive na zona rural e um maior adensamento nas \u00e1reas urbanas. Essa \u00e9 a proje\u00e7\u00e3o prevista pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (Ipardes) para os pr\u00f3ximos 25 anos no Paran\u00e1. A informa\u00e7\u00e3o consta na Proje\u00e7\u00e3o Populacional Urbana e Rural dos Munic\u00edpios Paranaenses no Per\u00edodo de 2025 a 2050, apresentada nesta segunda-feira (2) pelo secret\u00e1rio estadual do Planejamento, Ulisses Maia, e pelo diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os n\u00fameros mais importantes do estudo, est\u00e1 a proje\u00e7\u00e3o, baseada nos Censos Demogr\u00e1ficos de 2010 e 2022, de que o Grau de Urbaniza\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1 dever\u00e1 crescer de 89,7%, em 2025, para 94% em 2050. Outro dado relevante \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o rural do Estado, que dever\u00e1 passar dos 11,1% atuais para 6% em 2050.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto os centros urbanos devem ganhar 986.284 pessoas a mais nas pr\u00f3ximas duas d\u00e9cadas e meia \u2013 crescendo de 10.672.024 habitantes, em 2025, para 11.658.308, em 2050 \u2013 a popula\u00e7\u00e3o vivendo nas \u00e1reas rurais deve cair de 1.218.556 pessoas, em 2025, para 745.523 em 2050 \u2013 473.033 a menos. No ano passado, o&nbsp;<strong><a href=\"https:\/\/www.aen.pr.gov.br\/Noticia\/Populacao-paranaense-ficara-concentrada-em-grandes-centros-urbanos-ate-2050-diz-Ipardes?TSPD_101_R0=0811610d55ab20002030868c9eed7babc6b57b529d3f4f760fc4feff16cfbd09729e33f2abc5338d088d2b4eda14300006aff9ed1a11a8b2b07bbd7e84a7f16a89db731322f71ef3d9ce047b34c3e662ef49bf56c9707bde3cbe0d6452810492\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ipardes projetou que a popula\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1<\/a><\/strong>&nbsp;em 2050 deve chegar a 12,4 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o secret\u00e1rio Ulisses Maia, essa urbaniza\u00e7\u00e3o acelerada exige um planejamento estrat\u00e9gico robusto. \u201cNosso foco deve ser o desenvolvimento de infraestrutura, habita\u00e7\u00e3o e servi\u00e7os p\u00fablicos para garantir a qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o. \u00c9 por meio desse planejamento proativo que fortalecemos o nosso Estado, assegurando que o desenvolvimento seja inclusivo e sustent\u00e1vel\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Maia ressaltou que a reestrutura\u00e7\u00e3o feita pelo Governo do Estado no Ipardes permite estudos como esse, que ajudam no planejamento de pol\u00edticas p\u00fablicas. \u201cNenhuma pol\u00edtica \u00e9 elaborada por achismo ou sem avalia\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. E, para isso, foi feita uma reestrutura\u00e7\u00e3o no Ipardes que permite a realiza\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de pesquisas como essa. E a partir desses n\u00fameros podemos fazer um planejamento dentro do Estado para atender as demandas que s\u00e3o apresentadas com dados\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o presidente do Instituto, Jorge Callado, entres os fatores que impulsionam o crescimento urbano, al\u00e9m do saldo vegetativo (diferen\u00e7a entre nascimentos e \u00f3bitos) e da migra\u00e7\u00e3o, est\u00e3o o impacto de pol\u00edticas p\u00fablicas e o desenvolvimento socioecon\u00f4mico.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs proje\u00e7\u00f5es populacionais dos munic\u00edpios por \u00e1reas urbanas e rurais, acompanhadas do monitoramento constante de outras vari\u00e1veis de interesse, auxiliam o planejamento governamental, por ofertar uma vis\u00e3o acerca da tend\u00eancia de distribui\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o ao longo do tempo\u201d, ressaltou Callado. \u201cS\u00e3o subs\u00eddios para a oferta de servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais de infraestrutura e urbaniza\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de prote\u00e7\u00e3o ambiental\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.24-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-68025\" srcset=\"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.24-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.24-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.24-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.24-696x464.jpg 696w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.24-1068x712.jpg 1068w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.24-scaled.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>POPULA\u00c7\u00c3O URBANA<\/strong>&nbsp;\u2013 A amplia\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o vivendo nas \u00e1reas urbanas segue uma tend\u00eancia observada constantemente nos censos demogr\u00e1ficos. De acordo com o estudo, o Grau de Urbaniza\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1 passou de 58,6% no Censo de 1980, para 73,4% em 1991, 81,4% em 2000, 85,3% em 2010 e 89% em 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>A proje\u00e7\u00e3o para os pr\u00f3ximos anos prev\u00ea um contingente urbano de 90,9% em 2030, 91,8% em 2035, 92,6% em 2040, 93,4% em 2045, e 94% em 2050. Al\u00e9m disso, o estudo aponta que 147 munic\u00edpios ter\u00e3o a mesma ou uma propor\u00e7\u00e3o superior \u00e0 do Estado na popula\u00e7\u00e3o urbana, ou seja, com 94% ou mais das pessoas vivendo nas cidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, 100% da popula\u00e7\u00e3o de Curitiba e de Pinhais, na Regi\u00e3o Metropolitana (RMC), residem em \u00e1reas classificadas como urbanas. At\u00e9 2025, mais tr\u00eas cidades devem ser incorporadas a esse grupo: Maring\u00e1, no Noroeste, Piraquara e Fazenda Rio Grande, tamb\u00e9m na RMC.<\/p>\n\n\n\n<p>O Estado j\u00e1 \u00e9 o quinto no Brasil com a maior popula\u00e7\u00e3o urbana atualmente, atr\u00e1s do Rio de Janeiro (97,9%), S\u00e3o Paulo (96,8%), Distrito Federal (96,5%) e Goi\u00e1s (93,2%). Na outra ponta da tabela est\u00e1 o Piau\u00ed, com 69,4%.<\/p>\n\n\n\n<p>O superintendente estadual do IBGE no Paran\u00e1, Elias Guilherme Ricardo, ressaltou que apesar de ser uma tend\u00eancia nacional, o processo de urbaniza\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1 cresce de forma acelerada. \u201cTemos identificado essa tend\u00eancia em todos os estados e no Pa\u00eds como um todo, comparando tamb\u00e9m com outros pa\u00edses, j\u00e1 que tem a ver com estudos similares sobre proje\u00e7\u00f5es populacionais\u201d, disse. \u201cO Paran\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 sozinho, mas vem num ritmo bem acelerado de crescimento urbano, at\u00e9 por causa das pol\u00edticas de desenvolvimento e melhoria da infraestrutura das cidades\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.49-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-68026\" srcset=\"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.49-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.49-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.49-768x511.jpg 768w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.49-696x463.jpg 696w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.49-1068x711.jpg 1068w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.56.49-scaled.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.57.58-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-68027\" srcset=\"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.57.58-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.57.58-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.57.58-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.57.58-696x464.jpg 696w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.57.58-1068x712.jpg 1068w, https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/whatsapp_image_2025-06-02_at_15.57.58-scaled.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>POPULA\u00c7\u00c3O RURAL<\/strong>&nbsp;\u2013 Por outro lado, 17 munic\u00edpios poder\u00e3o ter acr\u00e9scimo de pessoas vivendo em \u00e1reas rurais, somando aproximadamente 16,5 mil moradores a mais: Almirante Tamandar\u00e9, Arauc\u00e1ria, Atalaia, Balsa Nova, Colombo, Itaperu\u00e7u, Lobato, Matinhos, Pai\u00e7andu, Palmas, Pi\u00ean, Santa Terezinha de Itaipu, Quatro Barras, Colorado, Rio Branco do Sul, Santo Ant\u00f4nio do Sudoeste e Tapejara. Mais da metade desse crescimento, um total de 52,57%, deve se concentrar em tr\u00eas munic\u00edpios da RMC: Arauc\u00e1ria, Balsa Nova e Itaperu\u00e7u.<\/p>\n\n\n\n<p>A proje\u00e7\u00e3o aponta ainda que, em 2050, 13 munic\u00edpios permanecer\u00e3o com mais da metade da popula\u00e7\u00e3o em \u00e1reas rurais. Quitandinha, na RMC, dever\u00e1 ser o munic\u00edpio com maior participa\u00e7\u00e3o rural, com 69,6% da popula\u00e7\u00e3o vivendo nessas \u00e1reas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>METODOLOGIA DA PESQUISA<\/strong>&nbsp;\u2013 Para a proje\u00e7\u00e3o das localidades intramunicipais, o Ipardes adotou a metodologia do Manual VIII das Na\u00e7\u00f5es Unidas e, no Brasil, a que foi aplicada pela Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro para os munic\u00edpios do estado de Minas Gerais. Essa metodologia consiste em prospectar os contingentes populacionais, segundo os diferenciais nos padr\u00f5es de crescimento por situa\u00e7\u00e3o de domic\u00edlio, classificada de acordo com sua \u00e1rea de localiza\u00e7\u00e3o: urbana ou rural.<\/p>\n\n\n\n<p>Como base de dados, foram utilizadas a popula\u00e7\u00e3o residente total, segundo situa\u00e7\u00e3o do domic\u00edlio, obtidas nos Censos Demogr\u00e1ficos de 2010 e 2022, realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), e a popula\u00e7\u00e3o total oriunda das Proje\u00e7\u00f5es por Sexo e Idade dos Munic\u00edpios do Paran\u00e1 (2025-2050), elaboradas anteriormente pelo Ipardes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Censo Demogr\u00e1fico de 2022 atualizou muitas das informa\u00e7\u00f5es que t\u00ednhamos do Censo de 2010. Com base nessas duas pesquisas, conseguimos tra\u00e7ar tend\u00eancias e participa\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios. A partir da aplica\u00e7\u00e3o da metodologia, conseguimos projetar o futuro dos munic\u00edpios do Paran\u00e1\u201d, explicou o chefe do Departamento de Estudos Populacionais e Sociais, Leonildo Pereira de Souza.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cE o futuro \u00e9 urbano, uma tend\u00eancia bastante consolidada que vem crescendo e n\u00e3o tem sinais de arrefecimento, at\u00e9 porque os munic\u00edpios que s\u00e3o majoritariamente rurais t\u00eam um hist\u00f3rico de migra\u00e7\u00e3o em d\u00e9cadas passadas\u201d, ressaltou Souza. \u201cCom isso, aconteceu um esvaziamento do meio rural, ficando nesses locais as pessoas mais idosas. Ent\u00e3o existe uma baixa taxa de fecundidade no meio rural e um envelhecimento mais elevado que nas \u00e1reas urbanas. Isso naturalmente leva a um menor crescimento vegetativo da popula\u00e7\u00e3o, que com o fen\u00f4meno migrat\u00f3rio para os grandes centros, contribui com \u00e0 retra\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o no meio rural\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, foi realizada a compatibiliza\u00e7\u00e3o nos dois per\u00edodos censit\u00e1rios da malha dos setores censit\u00e1rios, por situa\u00e7\u00e3o e tipo, segundo a classifica\u00e7\u00e3o vigente na pesquisa de 2022, uma vez que os setores censit\u00e1rios s\u00e3o atualizados em sua classifica\u00e7\u00e3o urbana e rural conforme a evolu\u00e7\u00e3o da configura\u00e7\u00e3o territorial observada.<\/p>\n\n\n\n<p>AEN\/PR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Redu\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o que vive na zona rural e um maior adensamento nas \u00e1reas urbanas. 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