{"id":5100,"date":"2019-04-07T16:23:13","date_gmt":"2019-04-07T19:23:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=5100"},"modified":"2019-04-07T16:32:42","modified_gmt":"2019-04-07T19:32:42","slug":"do-aquecimento-global-a-asteroides-gigantes-as-ameacas-a-vida-humana-ate-o-fim-do-seculo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2019\/04\/07\/do-aquecimento-global-a-asteroides-gigantes-as-ameacas-a-vida-humana-ate-o-fim-do-seculo\/","title":{"rendered":"Do aquecimento global a asteroides gigantes, as amea\u00e7as \u00e0 vida humana at\u00e9 o fim do s\u00e9culo"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/660\/cpsprodpb\/12EC4\/production\/_106180577_0a.gettyimages-176536710.jpg\" alt=\"Dinossauros\"\/><figcaption>Image captionN\u00e3o \u00e9 como se n\u00e3o tivesse acontecido antes&#8230;<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Os humanos est\u00e3o destinados a ter o mesmo futuro que os dod\u00f4s (aves extintas) ou os dinossauros?<\/p>\n\n\n\n<p>No momento, a ra\u00e7a humana encara perigos potencialmente fatais, incluindo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/topics\/e6369e45-f838-49cc-b5ac-857ed182e549\">mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/a>, guerra nuclear, uma pandemia e mesmo a possibilidade de o planeta Terra ser atingido por um asteroide gigante.<\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados s\u00e3o incr\u00edveis e 100% Garantidos. Fa\u00e7a parte voc\u00ea tamb\u00e9m. Clique no link e saia mais: #mudesuavidaagora <\/p>\n\n\n\n<p>O fil\u00f3sofo e apresentador de r\u00e1dio David Edmonds discute esses riscos com especialistas que dedicaram suas vidas profissionais a investigar como podemos mitig\u00e1-los e tenta responder \u00e0 grande quest\u00e3o: os seres humanos v\u00e3o sobreviver at\u00e9 o fim do s\u00e9culo?<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 um risco existencial?<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/304\/cpsprodpb\/17CE4\/production\/_106180579_1a.gettyimages-92832082.jpg\" alt=\"Dod\u00f4\"\/><figcaption>Image captionSe as esp\u00e9cies se extinguem desde sempre, por que com os seres humanos seria diferente?<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Os riscos existenciais que amea\u00e7am trazer destrui\u00e7\u00e3o \u00e0 humanidade s\u00e3o muitos, e variados.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja abaixo alguns exemplos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Asteroides<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/484C\/production\/_106180581_2a.gettyimages-912004590.jpg\" alt=\"Asteroides indo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra\"\/><figcaption>Image captionAntes dos anos 1980, n\u00e3o ach\u00e1vamos que a Terra estava sujeita a cat\u00e1strofes de escala global resultantes do choque contra o planeta de corpos rochosos vindos do espa\u00e7o sideral<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Antes de 1980, n\u00e3o ach\u00e1vamos que a Terra estava sujeita a cat\u00e1strofes de escala global resultantes do choque contra o planeta de corpos rochosos vindos do espa\u00e7o sideral.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas uma dupla de cientistas, pai e filho, Luis e Walter Alvarez, mudaram tudo naquele ano ao publicar sua hip\u00f3tese de que dinossauros haviam sido mortos por asteroides que bateram na Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>A hip\u00f3tese de Alvarez foi endossada recentemente por um painel internacional de cientistas, ap\u00f3s a descoberta de uma cratera gigante na pen\u00ednsula de Yucat\u00e1n, no M\u00e9xico.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, dentro da comunidade que pensa sobre riscos existenciais, a chance de o mundo acabar com uma colis\u00e3o com um asteroide \u00e9 considerada remota comparada ao risco que n\u00f3s mesmos estamos criando.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Superpopula\u00e7\u00e3o, esgotamento de recursos naturais e mudan\u00e7a clim\u00e1tica<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/966C\/production\/_106180583_3a.gettyimages-860245898.jpg\" alt=\"Crian\u00e7as em paisagem de gelo\"\/><figcaption>Image captionA pesquisadora Karin Kuhlemann diz que, se a popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o parar de crescer, ser\u00e1 imposs\u00edvel deter a mudan\u00e7a clim\u00e1tica<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A pesquisadora da University College London Karin Kuhlemann estuda a rela\u00e7\u00e3o entre a quest\u00e3o populacional e os riscos representados pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas &#8211; um assunto que raramente ganha as manchetes.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim como o esgotamento dos recursos naturais, \u00e9 um tema que nos faz sentir mal, ent\u00e3o preferimos n\u00e3o pensar sobre ele, reflete a cientista.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar disso, os dois assuntos est\u00e3o ligados, diz Karin &#8211; e a culpa \u00e9 nossa.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A mudan\u00e7a clim\u00e1tica \u00e9 uma consequ\u00eancia da superpopula\u00e7\u00e3o, assim como o esgotamento dos recursos naturais, e as duas coisas se retroalimentam. Os recursos est\u00e3o se esgotando e a\u00ed usamos mais petr\u00f3leo para compensar isso, o que piora a mudan\u00e7a clim\u00e1tica&#8221;, diz a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Se a popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o parar de crescer, ser\u00e1 praticamente imposs\u00edvel impedir o avan\u00e7o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A destrui\u00e7\u00e3o da biodiversidade<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/E48C\/production\/_106180585_4a.gettyimages-1033327956.jpg\" alt=\"Uma abelha colhendo pol\u00e9n de uma flor\"\/><figcaption>Image captionOs insetos tamb\u00e9m est\u00e3o desaparecendo lentamente, assim como algumas esp\u00e9cies de aves que se alimentam de insetos<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Estamos vivendo como se a elimina\u00e7\u00e3o da vida selvagem fosse apenas &#8220;um infort\u00fanio&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas alguns pesquisadores dizem que, at\u00e9 o meio do s\u00e9culo, n\u00e3o haver\u00e1 mais peixes no mar em n\u00edveis suficientes para sustentar a pesca comercial. Isso quer dizer que n\u00e3o haver\u00e1 mais peixe para comprar no mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>Os insetos tamb\u00e9m est\u00e3o desaparecendo lentamente, assim como algumas esp\u00e9cies de aves &#8211; como as que se alimentam de insetos.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o sabemos o impacto da erradica\u00e7\u00e3o da biodiversidade, diz Karin, mas \u00e9 certo que ela n\u00e3o nos beneficia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pandemias<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/11D3A\/production\/_106181037_5a.gettyimages-921157690.jpg\" alt=\"V\u00edrus da gripe\"\/><figcaption>Image captionO v\u00edrus da gripe e suas muta\u00e7\u00f5es s\u00e3o um desafio constante para os cientistas<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Lalitha Sundaram trabalha no Centro de Risco Existencial, na Inglaterra, avaliando riscos biol\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembrando a Gripe Espanhola, de 1918, ela diz que se estima que a doen\u00e7a tenha matado entre 50 milh\u00f5es e 100 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>A pandemia aconteceu quando houve uma grande onda migrat\u00f3ria ap\u00f3s a Primeira Guerra (1914-1918) e as pessoas, enviadas de volta para casa ap\u00f3s o conflito, passaram a viver em espa\u00e7os confinados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 por isso que, apesar de sermos melhores no desenvolvimento de vacinas hoje em dia, a globaliza\u00e7\u00e3o traz alguns perigos.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a \u00e9poca da Gripe Espanhola, as pessoas viajavam de trem ou barco, mas na era da viagem a\u00e9rea, as doen\u00e7as podem se espalhar ainda mais r\u00e1pido, com consequ\u00eancias potencialmente graves.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Amea\u00e7as de indiv\u00edduos<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/16B5A\/production\/_106181039_6a.gettyimages-992520124.jpg\" alt=\"Em mar\u00e7o de 1995, praticante de um culto realizou ataque com g\u00e1s sarin em T\u00f3quio, matando 12 pessoas\"\/><figcaption>Image captionEm mar\u00e7o de 1995, praticante de um culto realizou ataque com g\u00e1s sarin em T\u00f3quio, matando 12 pessoas<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A maior parte dos riscos existenciais criados pelos seres humanos n\u00e3o \u00e9 intencional.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas \u00e0 medida que a ci\u00eancia e a tecnologia avan\u00e7am, nos preocupamos cada vez mais com a possibilidade de ataques propositais catastr\u00f3ficos, como, por exemplo, a cria\u00e7\u00e3o de um v\u00edrus de laborat\u00f3rio usando biologia sint\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Se houvesse um bot\u00e3o de fim do mundo que pudesse destruir a todos n\u00f3s, um n\u00famero preocupante de pessoas escolheria apert\u00e1-lo, diz o pesquisador Phil Torres, do Future of Life Institute.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses &#8220;apertadores de bot\u00f5es&#8221; poderiam ser extremistas religiosos que acreditam que foram enviados por Deus para destruir o mundo como uma maneira de salv\u00e1-lo, a exemplo do culto japon\u00eas Aum Shinrikyo.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, tamb\u00e9m corremos o risco do que Phil descreve como &#8220;atores idiossincr\u00e1ticos&#8221; &#8211; pessoas motivadas a provocar a extin\u00e7\u00e3o humana por motivos pessoais, como aqueles que cometem ataques armados.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas quantos &#8220;apertadores de bot\u00f5es&#8221; existem por a\u00ed? Especialistas estimam que haja cerca de 300 milh\u00f5es de sociopatas no mundo hoje, muitos dos quais poderiam representar uma amea\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Guerra nuclear<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/36C2\/production\/_106181041_7a.gettyimages-568877141.jpg\" alt=\"Um cogumelo at\u00f4mico sobre o Pac\u00edfico\"\/><figcaption>Image captionUm cogumelo at\u00f4mico sobre o Pac\u00edfico, algo que voc\u00ea certamente n\u00e3o quer ver<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Uma guerra nuclear provavelmente n\u00e3o mataria a todos n\u00f3s, mas os efeitos posteriores, talvez.<\/p>\n\n\n\n<p>Seth Baum, do Global Catastrophic Risk Institute, diz que o inc\u00eandio resultante de uma explos\u00e3o nuclear poderia mandar poeira at\u00e9 para acima das nuvens, na estratosfera.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa poeira poderia ficar l\u00e1 por d\u00e9cadas, bloqueando a luz do sol.<\/p>\n\n\n\n<p>A extin\u00e7\u00e3o humana que poderia advir de uma guerra nuclear seria uma combina\u00e7\u00e3o da devasta\u00e7\u00e3o inicial, caos econ\u00f4mico e finalmente efeitos ambientais globais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Intelig\u00eancia artificial<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/84E2\/production\/_106181043_8a.gettyimages-827519820.jpg\" alt=\"Caveira feita com c\u00f3digos\"\/><figcaption>Image caption\u00c9 apenas um c\u00f3digo bin\u00e1rio, mas poderia dar errado?<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O risco da intelig\u00eancia artificial vem em v\u00e1rias formas &#8211; o risco de algoritmos aut\u00f4nomos acidentalmente causarem um colapso do mercado de a\u00e7\u00f5es global, o que provocaria a implos\u00e3o da economia, ou a ideia de que n\u00f3s podemos perder controle sobre as m\u00e1quinas.<\/p>\n\n\n\n<p>Um cen\u00e1rio que preocupa especialistas \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos &#8220;deep fake&#8221;, onde imagens de pessoas p\u00fablicas s\u00e3o manipuladas de modo que pare\u00e7a que est\u00e3o dizendo ou fazendo coisas que n\u00e3o fizeram.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma pessoa maliciosa poderia falsificar um v\u00eddeo no qual um l\u00edder mundial amea\u00e7a outro, elevando a tens\u00e3o entre duas pot\u00eancias nucleares.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa tecnologia j\u00e1 existe e est\u00e1 ficando cada vez mais dif\u00edcil de detectar.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como reduzir os riscos existenciais?<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/D302\/production\/_106181045_9a.gettyimages-944453634.jpg\" alt=\"Pessoa com um globo na m\u00e3o\"\/><figcaption>Image captionH\u00e1 esperan\u00e7a: o futuro n\u00e3o est\u00e1 determinado, h\u00e1 coisas que podemos fazer, se agirmos rapidamente<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Afinal, o qu\u00e3o prec\u00e1ria \u00e9 nossa civiliza\u00e7\u00e3o? Bom, depende do risco em quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O mais importante \u00e9 que o futuro n\u00e3o est\u00e1 determinado &#8211; h\u00e1 o que se possa fazer para ajudar, e o momento de agir \u00e9 agora.<\/p>\n\n\n\n<p>Anders Sandberg est\u00e1 estudando como m\u00e1quinas v\u00e3o ficar sob o controle humano.<\/p>\n\n\n\n<p>Especialistas planejam como responder se houver um desastre, como uma pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros pesquisadores avaliam como impedir o avan\u00e7o da mudan\u00e7a clim\u00e1tica adicionando poeira \u00e0 estratosfera, ou como sobreviver a um &#8220;inverno nuclear&#8221; com uma dieta de cogumelos.<\/p>\n\n\n\n<p>Pra Karin Kuhlemann, a coisa mais importante \u00e9 reverter o crescimento populacional: &#8220;precisamos mudar as normas sociais sobre tamanhos de fam\u00edlias, deixando de lado a postura de que todos podemos ter v\u00e1rios filhos e consumir o quanto quisermos&#8221;, diz ela.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, todos podemos prevenir uma cat\u00e1strofe global.<\/p>\n\n\n\n<p>Os seres humanos t\u00eam um hist\u00f3rico ruim no que diz respeito a ter uma perspectiva de longo prazo e nossas institui\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o voltadas para os interesses de gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas ela diz que se n\u00e3o quisermos que o s\u00e9culo 21 seja nosso \u00faltimo, precisamos levar os riscos existenciais mais a s\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p>BBC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os humanos est\u00e3o destinados a ter o mesmo futuro que os dod\u00f4s (aves extintas) ou os dinossauros? 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