{"id":34458,"date":"2021-09-09T14:31:16","date_gmt":"2021-09-09T17:31:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=34458"},"modified":"2021-09-09T14:31:17","modified_gmt":"2021-09-09T17:31:17","slug":"pupunha-impulsiona-desenvolvimento-no-litoral-paranaense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2021\/09\/09\/pupunha-impulsiona-desenvolvimento-no-litoral-paranaense\/","title":{"rendered":"Pupunha impulsiona desenvolvimento no litoral paranaense"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma agricultura sustent\u00e1vel, com gera\u00e7\u00e3o de renda e conserva\u00e7\u00e3o ambiental, que contribui para o alcance de tr\u00eas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS), propostos pela ONU: ODS 1, erradica\u00e7\u00e3o da pobreza; ODS 2, fome zero e agricultura sustent\u00e1vel e ODS 15, proteger, recuperar e promover o uso sustent\u00e1vel dos ecossistemas terrestres. Esta \u00e9 a realidade do cultivo de pupunha para palmito no litoral do Paran\u00e1, de acordo com a Embrapa.<\/p>\n\n\n\n<p>O litoral paranaense tem fortes restri\u00e7\u00f5es para desenvolvimento da agricultura, por estar em uma \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica. At\u00e9 cerca de 20 anos atr\u00e1s, observava-se o extrativismo de palmito-ju\u00e7ara (Euterpes edulis), nativo da regi\u00e3o, mas que, ao ser colhido, provoca a morte da \u00e1rvore. Hoje, esta esp\u00e9cie encontra-se em extin\u00e7\u00e3o e com a colheita proibida por lei. V\u00e1rias pr\u00e1ticas agr\u00edcolas e pecu\u00e1rias foram introduzidas ao longo do tempo, mas poucas apresentaram bons resultados, devido a diversos motivos, como condi\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis de clima, solo, retorno econ\u00f4mico, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o e na economia litor\u00e2nea foi impulsionada pelo Projeto \u201cPupunha para palmito na agricultura familiar\u201d, desenvolvido pela Embrapa Florestas (PR) e parceiros, no per\u00edodo de 2000 a 2020. O projeto fortaleceu, para produ\u00e7\u00e3o de palmito na regi\u00e3o, o cultivo de pupunha (Bactris gasipaes), nativa da regi\u00e3o Norte do Brasil, onde \u00e9 cultivada para produ\u00e7\u00e3o de frutos. Segundo \u00c1lvaro Figueiredo dos Santos, pesquisador aposentado da Embrapa Florestas e respons\u00e1vel pela execu\u00e7\u00e3o do projeto, observou-se que \u201ca pupunha poderia ser uma boa alternativa aos agricultores familiares\u201d. (Confira a entrevista)<\/p>\n\n\n\n<p>Durante os 20 anos de trabalho, \u201ca pesquisa apontou caminhos para o sistema de produ\u00e7\u00e3o, como espa\u00e7amento, aduba\u00e7\u00e3o, tratos culturais, cuidado com doen\u00e7as e tamb\u00e9m inova\u00e7\u00f5es na forma de processamento\u201d, conta o pesquisador. \u201cE parte do sucesso se deve \u00e0 conjun\u00e7\u00e3o de esfor\u00e7os entre \u00f3rg\u00e3os de pesquisa e de assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural\u201d, comemora. De sabor mais adocicado quando comparada com o palmito de ju\u00e7ara, hoje o consumo de palmito de pupunha \u00e9 uma realidade totalmente inserida no dia a dia do consumidor, que encontra com facilidade em mercados e restaurantes, seja em conserva ou in natura.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Por Canal Rural<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma agricultura sustent\u00e1vel, com gera\u00e7\u00e3o de renda e conserva\u00e7\u00e3o ambiental, que contribui para o alcance de tr\u00eas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS), propostos pela ONU: ODS 1, erradica\u00e7\u00e3o da pobreza; ODS 2, fome zero e agricultura sustent\u00e1vel e ODS 15, proteger, recuperar e promover o uso sustent\u00e1vel dos ecossistemas terrestres. 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