{"id":3250,"date":"2019-03-29T12:02:25","date_gmt":"2019-03-29T15:02:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=3250"},"modified":"2019-03-29T12:02:27","modified_gmt":"2019-03-29T15:02:27","slug":"porto-de-antonina-exporta-farelo-de-soja-nao-transgenica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2019\/03\/29\/porto-de-antonina-exporta-farelo-de-soja-nao-transgenica\/","title":{"rendered":"Porto de Antonina exporta farelo de soja n\u00e3o transg\u00eanica"},"content":{"rendered":"\n<p>Para atender a demanda, terminal investe na qualidade dos armaz\u00e9ns e em alto padr\u00e3o de controle sanit\u00e1rio. Meta \u00e9 carregar at\u00e9 350 mil toneladas do produto em 2019. Principais destinos s\u00e3o Holanda, Alemanha e Noruega.<\/p>\n\n\n\n<p>O navio Puma est\u00e1 atracado no Porto de Antonina para embarcar 22,5 mil toneladas de farelo de soja convencional, n\u00e3o transg\u00eanico. A opera\u00e7\u00e3o exige estruturas segregadas e m\u00e3o de obra altamente capacitada, por isso \u00e9 especial. Este \u00e9 o segundo navio que carrega o produto, neste ano. A meta \u00e9 alcan\u00e7ar entre 300 e 350 mil toneladas at\u00e9 dezembro.<\/p>\n\n\n\n<p>O produto exportado \u00e9 paranaense e tem como principais destinos Holanda, Alemanha e Noruega. \u201cEste tipo de carga requer cuidados espec\u00edficos, desde o trajeto at\u00e9 o porto, passando pela armazenagem e, enfim, o carregamento do navio. Poucos terminais t\u00eam estrutura para essa opera\u00e7\u00e3o e \u00e9 um diferencial oferecer o servi\u00e7o em um terminal paranaense\u201d, explica o diretor-presidente dos Portos do Paran\u00e1, Luiz Fernando Garcia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jbl-cdn.cworks.cloud\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/luiz-fernando-1024x682.jpg\" alt=\"Porto de Antonina exporta farelo de soja n\u00e3o transg\u00eanica 1\" class=\"wp-image-24269\"\/><figcaption>Diretor-Presidente dos Portos do Paran\u00e1, Luiz Fernando; \u201c\u00e9 um diferencial oferecer o servi\u00e7o em um terminal paranaense\u201d<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A opera\u00e7\u00e3o \u00e9 feita pelos Terminais Portu\u00e1rios da Ponta do F\u00e9lix. , Gilberto Birkhan, diz que atualmente s\u00e3o quatro armaz\u00e9ns separados com capacidade para armazenar 35 mil toneladas do farelo convencional. \u201cEsses armaz\u00e9ns s\u00e3o certificados. Para atender essa demanda, eles receberam melhorias e mantemos uma s\u00e9rie de protocolos e cuidados porque por n\u00e3o ser transg\u00eanico esse produto tem que ser separado dos demais. Qualquer contamina\u00e7\u00e3o compromete a opera\u00e7\u00e3o, a qualidade e o valor do produto\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Birkhan, poucos portos no Brasil conseguem atender todas as especificidades dessa opera\u00e7\u00e3o. \u201cEssa vantagem de Antonina beneficia toda a cadeia, principalmente o produtor que sofre com as restri\u00e7\u00f5es log\u00edsticas para operar essa carga, em menor volume, mas maior valor agregado\u201d, afirma. \u201cTemos condi\u00e7\u00f5es para atender produtores de todos os estados brasileiros\u201d, acrescenta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jbl-cdn.cworks.cloud\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/GILBERTO-1024x619.jpeg\" alt=\"Porto de Antonina exporta farelo de soja n\u00e3o transg\u00eanica 2\" class=\"wp-image-24448\"\/><figcaption>Presidente do TPPF Gilberto Birkhan: \u201cTemos condi\u00e7\u00f5es para atender produtores de todos os estados brasileiros\u201d<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>OPERA\u00c7\u00c3O<\/strong>&nbsp;\u2013 Al\u00e9m dos armaz\u00e9ns, o cont\u00eainer que recebe a carga tamb\u00e9m passa por um r\u00edgido protocolo sanit\u00e1rio pr\u00e9vio. O recipiente \u00e9 carregado do produto. Um caminh\u00e3o faz o transporte at\u00e9 o cais, onde um guindaste levanta o cont\u00eainer e o coloca no por\u00e3o do navio. Dentro do por\u00e3o, as portas laterais s\u00e3o abertas para o escoamento. Durante todo o trajeto, o farelo n\u00e3o tem contato com nenhum outro produto.<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa opera\u00e7\u00e3o, desde o recebimento da carga at\u00e9 o carregamento do navio, s\u00e3o 16 trabalhadores portu\u00e1rios envolvidos, por turno.<\/p>\n\n\n\n<p>A prancha m\u00e9dia para o carregamento do navio tem sido de cerca de cinco mil toneladas, por dia. Ou seja, para carregar as 22,5 mil toneladas (em condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas favor\u00e1veis) s\u00e3o necess\u00e1rios quatro dias e meio de opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O produto \u00e9 operado desde dezembro de 2015, quando o primeiro navio carregou 25 mil toneladas. At\u00e9 o momento, j\u00e1 s\u00e3o mais de 855 mil toneladas de farelo de soja n\u00e3o transg\u00eanica exportadas por Antonina.<\/p>\n\n\n\n<p>Um terceiro navio para receber o produto no Porto de Antonina j\u00e1 est\u00e1 nomeado e deve atracar em meados de abril.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: AEN<\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para atender a demanda, terminal investe na qualidade dos armaz\u00e9ns e em alto padr\u00e3o de controle sanit\u00e1rio. Meta \u00e9 carregar at\u00e9 350 mil toneladas do produto em 2019. Principais destinos s\u00e3o Holanda, Alemanha e Noruega. O navio Puma est\u00e1 atracado no Porto de Antonina para embarcar 22,5 mil toneladas de farelo de soja convencional, n\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3251,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3250","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/portos-1.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3250"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3250"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3250\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3252,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3250\/revisions\/3252"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3251"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3250"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3250"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3250"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}