{"id":3103,"date":"2019-03-28T16:30:17","date_gmt":"2019-03-28T19:30:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=3103"},"modified":"2019-03-28T16:30:20","modified_gmt":"2019-03-28T19:30:20","slug":"veja-12-tecnicas-sobre-como-se-apresentar-em-publico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2019\/03\/28\/veja-12-tecnicas-sobre-como-se-apresentar-em-publico\/","title":{"rendered":"Veja 12 t\u00e9cnicas sobre como se apresentar em p\u00fablico"},"content":{"rendered":"\n<p>Parece exagero, mas n\u00e3o \u00e9. A avers\u00e3o existe\u00a0e aparece em diferentes n\u00edveis, numa entrevista de emprego, em uma palestra ou no palco do teatro. A boa not\u00edcia \u00e9 que, seja para quem sofre com ela ou apenas para quem quer melhorar suas habilidades ao falar em p\u00fablico, h\u00e1 uma s\u00e9rie de pesquisas e livros que tratam do assunto atualmente e podem te ajudar. A seguir, veja alguns dos principais ensinamentos extra\u00eddos desses recursos:\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de ler veja essa dica quente para aprender a falar em p\u00fablico: <\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. Comece ou termine forte<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 diversas maneiras de come\u00e7ar conquistando a aten\u00e7\u00e3o da plateia. \u00c9 poss\u00edvel come\u00e7ar pelo fim, olhar para o passado, projetar um futuro, fazer uma piada ou pedir que as pessoas fa\u00e7am algo, por exemplo.&nbsp;E ilustrar seu ponto de alguma maneira, seja com uma hist\u00f3ria ou uma anedota, pode ser o melhor caminho.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com os autores de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Made-Stick-Ideas-Survive-Others\/dp\/1400064287\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1471557449&amp;sr=8-1&amp;keywords=made+to+stick\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u201cMade to Stick: Why Some Ideas Survive and Others Die\u201d<\/a>, um estudante m\u00e9dio usa 2.5 estat\u00edsticas por minuto de discurso e apenas um entre dez conta uma hist\u00f3ria. Depois da fala, no entanto, 63% do p\u00fablico se lembra das hist\u00f3rias \u2013 e apenas 5% se lembram de estat\u00edsticas individuais. Uma boa hist\u00f3ria, portanto, pode ser um bom jeito de iniciar uma apresenta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, \u00e9 importante ancorar conceitos (e estat\u00edsticas, se quiser) em exemplos claros e memor\u00e1veis, para que a mensagem se mantenha na mente das pessoas. Uma ideia que \u201cgruda\u201d \u00e9 aquela que envolve uma hist\u00f3ria, emo\u00e7\u00f5es fortes ou uma mensagem central bem delineada. E um exemplo bem pensado sempre ajuda.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo os autores de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/New-Articulate-Executive-Sound-Leader-ebook\/dp\/B003WJR5Q8\/ref=sr_1_1?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1471557541&amp;sr=1-1&amp;keywords=New+Articulate+Executive\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u201cThe New Articulate Executive: Look, Act and Sound Like a Leader\u201d<\/a>, tamb\u00e9m h\u00e1 diversas maneiras de concluir bem um discurso.&nbsp;Voc\u00ea pode, por exemplo, resumir os pontos-chave (entre um e tr\u00eas), retomar o que disse inicialmente, pedir que o p\u00fablico fa\u00e7a algo, projetar uma vis\u00e3o de futuro ou contar uma hist\u00f3ria que simbolize sua mensagem.&nbsp;Note que n\u00e3o \u00e9 preciso come\u00e7ar&nbsp;<em>e<\/em>&nbsp;terminar enfaticamente, mas as maneiras de fazer um ou outro s\u00e3o parecidas. N\u00e3o \u00e9 por acaso. \u00c9 porque funciona.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"http:\/\/materiais.napratica.org.br\/np-ferramentas-lider\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inscreva-se no curso por email: 8 Ferramentas para ser um l\u00edder melhor<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. Treine (bastante) suas&nbsp;falas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Autora do bestseller&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Poder-dos-Quietos-Susan-Cain\/dp\/8522013268\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1471557438&amp;sr=8-1&amp;keywords=susan+cain\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u201cO Poder dos Quietos\u201d<\/a>, Susan Cain virou um hit das TED Talks quando discutiu o assunto. Ela pr\u00f3pria&nbsp;introvertida, conseguiu superar seus medos e tornou-se uma palestrante disputada. Cain&nbsp;conta que a chave para superar o desafio de falar em p\u00fablico foi&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.bakadesuyo.com\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">praticar suas falas em grupos pequenos<\/a>, onde se sentia \u00e0 vontade. \u201cPrecisei me dessensibilizar\u201d, disse. \u201cEventualmente, voc\u00ea se acostuma com a sensa\u00e7\u00e3o esquisita de ser observada, que costumava me deixar horrorizada. Seu medo se dissipa.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Se n\u00e3o tiver tempo de treinar tudo, foque na introdu\u00e7\u00e3o. Ela \u00e9 o ponto-chave na hora de controlar seus nervos. Algumas pesquisas apontam que, ap\u00f3s os primeiros 30 ou 60 segundos de apresenta\u00e7\u00e3o, os n\u00edveis de ansiedade caem de maneira significativa. Afinal, voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 inventando aquilo tudo na hora.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Seja voc\u00ea mesmo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Veja essa dica quente para aprender a falar em p\u00fablico: <\/p>\n\n\n\n<p>Para o empreendedor Peter Sims, falar sobre coisas em que voc\u00ea acredita tamb\u00e9m \u00e9 um ponto fundamental. Saber muito bem o que voc\u00ea quer dizer e conhecer seu p\u00fablico s\u00e3o, em sua opini\u00e3o, o que h\u00e1 de mais importante.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cConforme o p\u00fablico compreendeu que eu estava apenas sendo eu mesmo e tentando compartilhar e ensinar, com todas as minhas peculiaridades, eles pararam de me analisar e me julgar e simplesmente aproveitaram o momento\u201d,&nbsp;<a href=\"https:\/\/hbr.org\/2013\/02\/going-from-suck-to-non-suck-as\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">escreveu para a Harvard Business Review<\/a>&nbsp;sobre a evolu\u00e7\u00e3o de suas apresenta\u00e7\u00f5es. \u201cPelo menos foi isso que senti, notando como a energia da plateia parecia mudar no primeiro quarto ou ter\u00e7o de um evento. Quando eu posso ser eu mesmo, a plateia pode ser si mesma e essa experi\u00eancia humana destranca e empodera a criatividade.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. Tenha um tema central<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Saiba de antem\u00e3o qual \u00e9 a mensagem principal que voc\u00ea quer passar, atenha-se a ela e deixe-a clara para o p\u00fablico. Assim, mesmo que voc\u00ea perca a linha de racioc\u00ednio sem querer, vai ficar mais f\u00e1cil retom\u00e1-la.<\/p>\n\n\n\n<p>Em outra TED Talk viral, Nancy Duarte apresentou an\u00e1lises&nbsp;estruturais de discursos de grandes oradores, como Martin Luther King Jr., Steve Jobs e Abraham Lincoln. \u201cVoc\u00ea tem o poder de mudar o mundo se se comunicar de maneira eficaz. Sua ideia precisa sair de voc\u00ea e ir onde outros podem v\u00ea-la\u201d, resume.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado \u00e9 um formato das apresenta\u00e7\u00f5es&nbsp;de&nbsp;excelentes&nbsp;oradores, que envolve intercalar o&nbsp;presente (o que existe) e o futuro (o que&nbsp;poderia ser).&nbsp;Vale o play.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5.&nbsp;Saiba dar&nbsp;ritmo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O controle da velocidade e do tom da voz passam uma sensa\u00e7\u00e3o de autoconfian\u00e7a para p\u00fablico, assim como baixar seu tom no final de uma frase transmite poder. Tamb\u00e9m cheque se voc\u00ea est\u00e1 respirando fundo e exalando pelo nariz, duas coisas que ajudam o corpo a se manter calmo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ir r\u00e1pido demais no conte\u00fado que voc\u00ea planejou passar \u00e9 uma armadilha comum, e pode te deixar com um tempo de sobra que voc\u00ea vai passar maus bocados para conseguir preencher. Oradores profissionais s\u00e3o deliberadamente lentos ao entregar o conte\u00fado. N\u00e3o de forma que incomoda, claro, mas em um ritmo que vai encorajar todos na sala a prestarem aten\u00e7\u00e3o e aguardarem por cada \u00faltima palavra da frase.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 melhor cobrir pontos que n\u00e3o ficaram claros durante as perguntas no final da apresenta\u00e7\u00e3o do que jogar&nbsp;um milh\u00e3o de palavras por minuto e esperar que o seu p\u00fablico consiga digerir&nbsp;tudo.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, saiba usar o sil\u00eancio a seu favor. Controle sua vontade de falar sem parar e preencher cada sil\u00eancio entre uma frase e outra com \u201chum\u201d e \u201cah\u201d. Sil\u00eancios s\u00e3o bons! As pausas s\u00e3o essenciais para dar um bom ritmo ao seu discurso, e voc\u00ea n\u00e3o deve evit\u00e1-las.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>6. Respire&nbsp;fundo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Existem dois grandes problemas de entona\u00e7\u00e3o que prejudicam uma apresenta\u00e7\u00e3o em p\u00fablico:&nbsp;<em>uptalk<\/em>&nbsp;(quando suas afirma\u00e7\u00f5es soam como perguntas) e&nbsp;<em>vocal fry<\/em>&nbsp;(quando a voz fica baixa e falha, principalmente no final das frases). Para Alison Shapira, professora de Harvard, o segredo para contornar esses obst\u00e1culos \u00e9 respirar fundo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cComo um ex-cantora de \u00f3pera, eu sei o quanto a respira\u00e7\u00e3o afeta o modo como nossa voz soa. Cantores usam a \u2018respira\u00e7\u00e3o profunda\u2019 para projetar uma voz forte atrav\u00e9s de um audit\u00f3rio lotado e faz\u00ea-la chegar a cada pessoa na plateia. Eu nunca pensei que esta habilidade poderia me ajudar depois de ter deixado o mundo da \u00f3pera, at\u00e9 o momento em que tive que dar o meu primeiro discurso\u201d, escreveu&nbsp;<a href=\"https:\/\/hbr.org\/2015\/06\/breathing-is-the-key-to-persuasive-public-speaking\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">para a Harvard Business Review<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, afinal de contas, como fazer essa tal \u2018respira\u00e7\u00e3o profunda\u2019? Ela explica: \u201cEm p\u00e9, coloque uma m\u00e3o sobre a sua barriga e uma m\u00e3o em seu peito. Inspire profundamente, percebendo qual&nbsp;m\u00e3o se move. A maioria das pessoas, quando respira, levanta o peito para cima e para baixo. Mas eu quero que voc\u00ea mantenha seu peito firme e tente levar a respira\u00e7\u00e3o para a altura do seu est\u00f4mago quando estiver inspirando. Em seguida expire lentamente, como se tivesse deixando o ar sair devagar de um bal\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>7. Sorria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O poder de um sorriso n\u00e3o deve ser subestimado: ele \u00e9 capaz de deixar sua fala mais acolhedora. E o c\u00e9rebro humano \u00e9 t\u00e3o atento ao ato que \u00e9 capaz de discernir dezesseis tipos de sorrisos mesmo que esteja apenas escutando a voz. Ou seja, sorria ao telefone tamb\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>8. Lembre&nbsp;que a plateia perdoa erros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No livro&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Um-Slips-Stumbles-Verbal-Blunders-ebook\/dp\/B000VSPVLO\/ref=sr_1_2?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1471557679&amp;sr=1-2&amp;keywords=michael+erard\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u201cUm. . .: Slips, Stumbles, and Verbal Blunders, and What They Mean\u201d<\/a>, o autor Michael Erard escreve que erros de fala \u2013 gaguejar, esquecer, errar os sons \u2013 ocorrem, em m\u00e9dia, uma vez a cada dez palavras. \u201cSe as pessoas falam em m\u00e9dia 15 mil palavras por dia, s\u00e3o 1500 erros verbais di\u00e1rios\u201d, escreveu.<\/p>\n\n\n\n<p>Como este \u00e9 um tra\u00e7o comum, o p\u00fablico entende que erros acontecem. Errou? Siga em frente. As pessoas querem saber como voc\u00ea reage para saber como devem reagir tamb\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>9. Reduza seus n\u00edveis de estresse<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 infinitas maneiras de se estressar, especialmente quando j\u00e1 existe uma predisposi\u00e7\u00e3o para procurar fatores estressantes. Tamb\u00e9m h\u00e1 infinitas maneiras de reduzir esses fatores, como chegar cedo ao local para n\u00e3o se preocupar com o hor\u00e1rio, andar pela sala para se acostumar com ela, praticar exerc\u00edcios f\u00edsicos no dia ou conversar com membros da plateia antes da fala, para que seja uma massa menos amorfa.<\/p>\n\n\n\n<p>Transformar estranhos em \u201camigos\u201d pode render bons frutos caso voc\u00ea erre, j\u00e1 que encontrar um rosto solid\u00e1rio \u00e9 uma maneira de se tranquilizar no ambiente e voltar ao trabalho. (E ser um rosto solid\u00e1rio, sorrindo ou aplaudindo o palestrante, \u00e9 uma \u00f3tima gentileza.)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>10.&nbsp;Seja vulner\u00e1vel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Caso sua fala inclua uma sess\u00e3o de perguntas e respostas, \u00e9 importante estabelecer que voc\u00ea n\u00e3o sabe absolutamente tudo \u2013 nem sua plateia deveria saber. Caso algu\u00e9m te pergunte algo que voc\u00ea n\u00e3o sabe, confesse e pergunte o que ela acha sobre o assunto. Deixar o clima mais informal tamb\u00e9m \u00e9 uma maneira de deixar os ouvintes menos passivos e elimina a dist\u00e2ncia entre o palestrante e o p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>11. Conhe\u00e7a seu corpo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Gra\u00e7as \u00e0 sua TED Talk, a psic\u00f3loga Amy Cuddy fez milh\u00f5es de pessoas praticarem suas \u201cposes poderosas\u201d em casa. \u201cQuais as express\u00f5es n\u00e3o verbais de poder e domina\u00e7\u00e3o?\u201d, perguntou ela. \u201cNo reino animal, elas s\u00e3o sobre expans\u00e3o. Ent\u00e3o voc\u00ea se faz grande, se estica, ocupa espa\u00e7o, basicamente se abre. \u00c9 sobre se abrir. E os humanos fazem igual.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O que tende a acontecer, explicou, \u00e9 que nosso comportamento reflete o do outro. Se uma pessoa exerce poder sobre n\u00f3s de maneira n\u00e3o verbal, tendemos a nos diminuir em rela\u00e7\u00e3o a ela. E como corpo e mente est\u00e3o conectados, Cuddy queria descobrir se era uma via de m\u00e3o dupla ou se a mente dominava.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua resposta \u00e9 que nossas mentes mudam nossos corpos, assim como nossos corpos mudam nossas mentes. Ou seja, fazer poses \u201cpoderosas\u201d simples faz com que voc\u00ea se sinta de fato mais poderoso.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAntes de encararem a pr\u00f3xima situa\u00e7\u00e3o estressante, onde ser\u00e3o avaliados, tentem fazer isso por dois minutos \u2013 no elevador, no banheiro, na sua mesa com as portas fechadas\u201d, resumiu. \u201cConfigure seu c\u00e9rebro para cooperar ao m\u00e1ximo naquela situa\u00e7\u00e3o. Levante o seu n\u00edvel de testosterona e abaixe o de cortisol. Deixe a situa\u00e7\u00e3o sentindo: \u2018Ah, eu realmente disse e mostrei a eles quem sou\u2019.\u201d<br><\/p>\n\n\n\n<p>(Ao terminar esta lista, volte \u00e0 palestra de Cuddy e veja como ela estrutura o come\u00e7o e o fim. S\u00e3o as dicas n\u00famero 1 e 2 em a\u00e7\u00e3o.)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>12. Conhe\u00e7a seu c\u00e9rebro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O c\u00e9lebre psic\u00f3logo Daniel Kahneman, vencedor do Nobel e autor de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/R%C3%A1pido-devagar-Duas-formas-pensar-ebook\/dp\/B00A3D1A44\/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1471557759&amp;sr=8-1&amp;keywords=kahneman\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u201cR\u00e1pido e devagar: Duas formas de pensar\u201d<\/a>, diz que o c\u00e9rebro humano se lembra de apenas duas coisas sobre um evento: o \u00e1pice emocional, seja ele bom ou ruim, e o fim.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa regra neurol\u00f3gica cria um resumo mental sobre a experi\u00eancia, que os seres humanos resgatam quando pensam como foi aquele momento e como se sentiram. Essa lembran\u00e7a influencia quando&nbsp;a pessoa decide&nbsp;se quer (ou n\u00e3o) ter aquela experi\u00eancia novamente.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Kahneman, a dura\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia ou a propor\u00e7\u00e3o de prazer e desprazer influenciam pouco no resumo. Ou seja, mesmo que voc\u00ea tenha gaguejado dez vezes\u00a0e seus slides n\u00e3o abriram, se o \u00e1pice emocional e o fim da sua fala forem bons, o resultado tamb\u00e9m ser\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parece exagero, mas n\u00e3o \u00e9. A avers\u00e3o existe\u00a0e aparece em diferentes n\u00edveis, numa entrevista de emprego, em uma palestra ou no palco do teatro. A boa not\u00edcia \u00e9 que, seja para quem sofre com ela ou apenas para quem quer melhorar suas habilidades ao falar em p\u00fablico, h\u00e1 uma s\u00e9rie de pesquisas e livros que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3104,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3103","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-qualidade-de-vida"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/orat.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3103"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3103"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3103\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3105,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3103\/revisions\/3105"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3104"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3103"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3103"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3103"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}