{"id":30322,"date":"2021-01-28T16:31:10","date_gmt":"2021-01-28T19:31:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=30322"},"modified":"2021-01-28T16:31:11","modified_gmt":"2021-01-28T19:31:11","slug":"cultura-do-fracasso-escolar-afeta-milhoes-de-estudantes-e-desigualdade-se-agrava-na-pandemia-alertam-unicef-e-instituto-claro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2021\/01\/28\/cultura-do-fracasso-escolar-afeta-milhoes-de-estudantes-e-desigualdade-se-agrava-na-pandemia-alertam-unicef-e-instituto-claro\/","title":{"rendered":"Cultura do fracasso escolar afeta milh\u00f5es de estudantes e desigualdade se agrava na pandemia, alertam UNICEF e Instituto Claro"},"content":{"rendered":"\n<p>Em 2019, 2,1 milh\u00f5es de estudantes foram reprovados no Brasil, mais de 620 mil abandonaram a escola e mais de 6 milh\u00f5es estavam em distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie. O perfil deles \u00e9 bastante conhecido: concentram-se nas regi\u00f5es Norte e Nordeste, s\u00e3o muitas vezes crian\u00e7as e adolescentes negros e ind\u00edgenas ou estudantes com defici\u00eancias. Com a pandemia da Covid-19, foi esse, tamb\u00e9m, o grupo de estudantes que enfrentou as maiores dificuldades para se manter aprendendo \u2013 agravando as desigualdades no Pa\u00eds. Mais de 5,5 milh\u00f5es de crian\u00e7as e adolescentes n\u00e3o tiveram atividades escolares em 2020. \u00c9 o que revela o estudo \u201cEnfrentamento da cultura do fracasso escolar\u201d, lan\u00e7ado pelo UNICEF, em parceria com o Instituto Claro, e produzido pelo Cenpec Educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Reprova\u00e7\u00e3o, abandono escolar e distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie s\u00e3o partes de um mesmo problema: o fracasso escolar. Ele come\u00e7a com o estudante sendo reprovado uma vez. Seguem-se outras reprova\u00e7\u00f5es, abandono, tentativa de retorno \u00e0s aulas, at\u00e9 que ele entra em uma situa\u00e7\u00e3o de \u201cdistor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie\u201d, com dois ou mais anos de atraso. Sem oportunidades de aprender, o aluno vai ficando para tr\u00e1s, at\u00e9 ser for\u00e7ado a deixar definitivamente a escola.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cH\u00e1, no Brasil, uma naturaliza\u00e7\u00e3o do fracasso escolar, fazendo com que a sociedade aceite que um perfil espec\u00edfico de estudante passe pela escola sem aprender, sendo reprovado diversas vezes at\u00e9 desistir.&nbsp;Essa situa\u00e7\u00e3o j\u00e1 existia em 2019 e se agravou com a pandemia. Essa cultura do fracasso escolar acaba por excluir sempre os mesmos estudantes, que j\u00e1 sofrem outras viola\u00e7\u00f5es de direitos dentro e fora da escola\u201d, explica \u00cdtalo Dutra, chefe de Educa\u00e7\u00e3o do UNICEF no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Para reverter esse cen\u00e1rio, \u00e9 preciso conhec\u00ea-lo em detalhes. \u00c9 esse o objetivo do estudo, parte da estrat\u00e9gia Trajet\u00f3rias de Sucesso Escolar \u2013 iniciativa do UNICEF, com apoio estrat\u00e9gico do Instituto Claro e parceiros. A&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.unicef.org\/brazil\/relatorios\/enfrentamento-da-cultura-do-fracasso-escolar\">publica\u00e7\u00e3o<\/a>&nbsp;traz os principais dados de reprova\u00e7\u00e3o, abandono e distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie no Pa\u00eds. As informa\u00e7\u00f5es completas de estados, munic\u00edpios e escolas podem ser acessadas em&nbsp;<a href=\"https:\/\/trajetoriaescolar.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/trajetoriaescolar.org.br\/<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA Claro acredita na mudan\u00e7a e na evolu\u00e7\u00e3o por meio da educa\u00e7\u00e3o e isso n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel sem conhecer os desafios para saber como enfrent\u00e1-los. E Trajet\u00f3rias de Sucesso Escolar, do UNICEF, faz isso, oferecendo uma vis\u00e3o ampla do cen\u00e1rio atual e uma nova perspectiva para milh\u00f5es de estudantes. O Instituto Claro apoia o UNICEF nesse projeto fundamental e relevante e na cria\u00e7\u00e3o de outras tantas oportunidades\u201d, afirma Daniely Gomiero, diretora de Responsabilidade Social e Comunica\u00e7\u00e3o da Claro e vice-presidente de Projetos do Instituto Claro.<\/p>\n\n\n\n<p>Confira, a seguir, os principais resultados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aprendizagem na pandemia<\/strong><br>O cen\u00e1rio de desigualdades que j\u00e1 preocupava antes da pandemia da Covid-19 se tornou ainda mais grave com ela. Em outubro de 2020, 3,8% das crian\u00e7as e dos adolescentes de 6 a 17 anos (1,38 milh\u00e3o) n\u00e3o frequentavam mais a escola no Brasil \u2013 remota ou presencial. O dado \u00e9 superior \u00e0 m\u00e9dia nacional de 2019, que foi de 2%, segundo a Pnad Cont\u00ednua. Al\u00e9m disso, 11,2% dos estudantes que diziam estar frequentando a escola n\u00e3o haviam recebido nenhuma atividade escolar, e n\u00e3o estavam em f\u00e9rias (4,12 milh\u00f5es). Assim, estima-se que mais de 5,5 milh\u00f5es de crian\u00e7as e adolescentes tiveram seu direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o negado em 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados comprovam que o mesmo perfil de estudantes que j\u00e1 sofriam com a cultura do fracasso escolar n\u00e3o conseguiu se manter aprendendo com as escolas fechadas. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s regi\u00f5es: no Norte do Pa\u00eds, o percentual de estudantes que n\u00e3o conseguiu frequentar atividades escolares na pandemia foi o dobro na m\u00e9dia nacional. A popula\u00e7\u00e3o negra e ind\u00edgena tamb\u00e9m teve menos acesso \u00e0 aprendizagem na pandemia do que a branca.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs op\u00e7\u00f5es de atividades para a continuidade das aprendizagens na pandemia n\u00e3o se deram de forma igual para todos os estudantes, excluindo os mais vulner\u00e1veis. A perspectiva que se anuncia para os pr\u00f3ximos anos \u00e9 de agravamento dos desafios para a educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Nesse contexto, o enfrentamento da cultura do fracasso escolar \u00e9 imprescind\u00edvel\u201d, afirma \u00cdtalo Dutra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Reprova\u00e7\u00e3o escolar<\/strong><br>Antes da pandemia, em 2019, 2,1 milh\u00f5es de estudantes foram reprovados no Brasil, o que corresponde a 7,6% do total de matriculados. As taxas de reprova\u00e7\u00e3o vinham apresentando uma pequena queda no Pa\u00eds nos \u00faltimos anos, mas insuficiente para resolver o problema.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As taxas de reprova\u00e7\u00e3o s\u00e3o maiores na regi\u00e3o Norte e menores no Sudeste. Elas incidem mais sobre as popula\u00e7\u00f5es preta (10,8%) e ind\u00edgena (10,9%), versus a branca (5,9%). Meninos s\u00e3o mais reprovados do que meninas. A reprova\u00e7\u00e3o de estudantes com defici\u00eancia tamb\u00e9m \u00e9 expressiva em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia nacional. Dos estudantes com defici\u00eancia, 11,5% foram reprovados em 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o, embora as \u00e1reas urbanas concentrem o maior n\u00famero de estudantes, proporcionalmente \u00e9 na zona rural onde mais se reprova: 8,6%. A situa\u00e7\u00e3o se agrava quando se trata das popula\u00e7\u00f5es residentes em \u00e1reas de assentamentos (8,8%), de quilombos (10,6%) ou terras ind\u00edgenas (10,8%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Abandono escolar<\/strong><br>Em 2019, 623 mil estudantes (2,2% do total) abandonaram a escola, a maioria deles no ensino m\u00e9dio e nos anos finais do ensino fundamental. A regi\u00e3o Norte concentra as maiores taxas de abandono (4,4%), explicitando a necessidade de formula\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas espec\u00edficas para a regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim como ocorre com a reprova\u00e7\u00e3o, o abandono escolar tamb\u00e9m incide mais sobre determinados grupos sociais ou sobre estudantes com caracter\u00edsticas espec\u00edficas. Crian\u00e7as e adolescentes pardos (2,6%), pretos (2,9%) e ind\u00edgenas (5,3%) apresentam taxas maiores de abandono, versus brancos (1,4%). Al\u00e9m disso, s\u00e3o mais meninos do que meninas e, proporcionalmente, mais aqueles com defici\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie<\/strong><br>Em 2019, dois em cada dez estudantes no Brasil estavam em distor\u00e7\u00e3o \u2013 cerca de 6 milh\u00f5es de crian\u00e7as e adolescentes (21%). Como nas demais taxas, elas s\u00e3o mais altas no Norte (29%) e Nordeste (27,6%), A distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie est\u00e1 associada, tamb\u00e9m, \u00e0s desigualdades de cor\/ra\u00e7a, de g\u00eanero e de defici\u00eancia. S\u00e3o ind\u00edgenas os estudantes que mais sofrem com a distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie (40,2%), seguidos por pretos (29,6%) e pardos (23,9%). E a distor\u00e7\u00e3o \u00e9 realidade para 46,8% dos estudantes com defici\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como reverter esse cen\u00e1rio<\/strong><br>Para mudar essa realidade, recomenda-se que haja um esfor\u00e7o conjunto de governo, sociedade e comunidade escolar para conhecer a fundo o problema, debater as diversas vis\u00f5es e enfrentar a cultura do fracasso escolar. \u201cA escola precisa ser um lugar onde se conhecem, se debatem, se constroem e se reconstroem conhecimentos sem amea\u00e7as. \u00c9 preciso rever os curr\u00edculos, a avalia\u00e7\u00e3o das aprendizagens e os cotidianos escolares, criando espa\u00e7os inclusivos, em que todos tenham direito a trajet\u00f3rias de sucesso escolar\u201d, completa \u00cdtalo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para contribuir com o enfrentamento desse problema, UNICEF e Instituto Claro s\u00e3o parceiros em duas iniciativas. Por meio do Trajet\u00f3rias de Sucesso Escolar, contribuem para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas educacionais voltadas a estudantes em distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie. E por meio da iniciativa Um Milh\u00e3o de Oportunidades, em parceria com outras organiza\u00e7\u00f5es, unem esfor\u00e7os para gerar oportunidades de aprender e ter acesso ao mundo do trabalho para adolescentes e jovens em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre a estrat\u00e9gia Trajet\u00f3rias de Sucesso Escolar<\/strong><br>A estrat\u00e9gia Trajet\u00f3rias de Sucesso Escolar \u00e9 uma iniciativa do UNICEF, do Instituto Claro e outros parceiros para o enfrentamento da cultura de fracasso escolar no Brasil. O objetivo \u00e9 facilitar um diagn\u00f3stico amplo sobre a distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie no Pa\u00eds, e oferecer um conjunto de recomenda\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento de pol\u00edticas educacionais que acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, perman\u00eancia na escola e aprendizagem desses estudantes. Al\u00e9m de as taxas de distor\u00e7\u00e3o e \u00edndices de abandono e reprova\u00e7\u00e3o, o&nbsp;<a href=\"https:\/\/trajetoriaescolar.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">site da estrat\u00e9gia<\/a>&nbsp;disponibiliza recortes por g\u00eanero, ra\u00e7a e localidade que mostram as rela\u00e7\u00f5es entre o atraso escolar e as desigualdades brasileiras.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre Um Milh\u00e3o de Oportunidades<\/strong><br>A iniciativa Um Milh\u00e3o de Oportunidades \u00e9 a maior articula\u00e7\u00e3o pela juventude do Brasil reunindo UNICEF, OIT, empresas, sociedade civil e governos para gerar, nos pr\u00f3ximos dois anos, um milh\u00e3o de oportunidades de forma\u00e7\u00e3o e acesso ao mundo do trabalho para adolescentes e jovens de 14 a 24 anos em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade. Entre os principais pilares de atua\u00e7\u00e3o, est\u00e1 a garantia ao acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o de qualidade para todos os adolescentes e jovens. Saiba mais em&nbsp;<a href=\"https:\/\/1mio.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">1mio.com.br<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre o Instituto Claro<\/strong><br>A \u00e1rea de Responsabilidade Social da Claro investe continuamente em a\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o e \u00e0 Cidadania, por meio do Instituto Claro, com o objetivo de atuar em frentes sociais que integram a tecnologia e a informa\u00e7\u00e3o como fonte de desenvolvimento e conhecimento. Dessa forma, realiza e apoia projetos como o Campus Mobile, o Educonex@o, o Programa Dupla Escola, entre outros. O Instituto Claro \u00e9 qualificado como organiza\u00e7\u00e3o da sociedade civil de interesse p\u00fablico (Oscip) pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, e \u00e9 reconhecido pelo Departamento de Informa\u00e7\u00e3o P\u00fablica das Na\u00e7\u00f5es Unidas (DPI\/ONU) como uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental corporativa que promove os ideais e princ\u00edpios sustentados pela Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas.\u00a0<strong>Contatos para imprensa:\u00a0<\/strong>Monica Torres,\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"mailto:monica.torres@inpresspni.com.br\" target=\"_blank\">monica.torres@inpresspni.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Unicef.org<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2019, 2,1 milh\u00f5es de estudantes foram reprovados no Brasil, mais de 620 mil abandonaram a escola e mais de 6 milh\u00f5es estavam em distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie. 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