{"id":30044,"date":"2020-12-21T12:48:48","date_gmt":"2020-12-21T15:48:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=30044"},"modified":"2020-12-21T12:48:49","modified_gmt":"2020-12-21T15:48:49","slug":"safra-de-verao-no-parana-deve-ser-recorde-com-242-milhoes-de-toneladas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2020\/12\/21\/safra-de-verao-no-parana-deve-ser-recorde-com-242-milhoes-de-toneladas\/","title":{"rendered":"Safra de ver\u00e3o no Paran\u00e1 deve ser recorde com 24,2 milh\u00f5es de toneladas"},"content":{"rendered":"\n<p>O relat\u00f3rio mensal do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, prev\u00ea que o Paran\u00e1 deve colher 24,2 milh\u00f5es de toneladas de gr\u00e3os na safra de ver\u00e3o, em uma \u00e1rea de 6,1 milh\u00f5es de hectares.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os destaques, est\u00e3o a soja e o milho, cuja maior parte das lavouras apresenta condi\u00e7\u00f5es entre m\u00e9dias e boas. O pequeno percentual de condi\u00e7\u00f5es ruins se deve \u00e0 estiagem no in\u00edcio do plantio, que deixou o solo mais seco e dificultou a germina\u00e7\u00e3o. Mas, de maneira geral, as chuvas das \u00faltimas semanas t\u00eam contribu\u00eddo para a recupera\u00e7\u00e3o dessas culturas, segundo o chefe do Deral, Salatiel Turra. \u201cAs chuvas mais homog\u00eaneas no Estado est\u00e3o beneficiando especialmente as regi\u00f5es com boa concentra\u00e7\u00e3o de milho e soja, como o Oeste e o Sudoeste\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>O milho da segunda safra apresenta uma estimativa de produ\u00e7\u00e3o aproximadamente 14% maior do que na safra anterior, chegando a 13,4 milh\u00f5es de toneladas, em uma \u00e1rea de 2,3 milh\u00f5es de hectares. \u201cSe as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas continuarem como est\u00e3o, a tend\u00eancia \u00e9 que essa estimativa se concretize, e poderemos assim ter uma boa produ\u00e7\u00e3o de milho\u201d, explica Turra.<\/p>\n\n\n\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 soja, segundo as estimativas do departamento, devem ser produzidas 20,4 milh\u00f5es de toneladas, volume 2% menor que na safra 2019\/2020, mas que \u00e9 bastante significativo e dentro da m\u00e9dia para o estado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SOJA<\/strong>&nbsp;&#8211; O plantio de soja j\u00e1 estava conclu\u00eddo e as chuvas das \u00faltimas semanas beneficiaram as lavouras. Atualmente, 77% da \u00e1rea t\u00eam condi\u00e7\u00f5es boas, 19% m\u00e9dias e 4% ruins. O relat\u00f3rio deste m\u00eas mostra uma pequena redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o esperada no m\u00eas anterior, de aproximadamente 80 mil toneladas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs estimativas podem ter novas atualiza\u00e7\u00f5es nas pr\u00f3ximas semanas, mas as chuvas deste m\u00eas deram mais tranquilidade para o produtor\u201d, diz o t\u00e9cnico do Deral Edmar Gerv\u00e1sio.&nbsp;Por\u00e9m, embora as perspectivas para o ciclo&nbsp;20\/21&nbsp;indiquem&nbsp;bons resultados, o recorde da safra 19\/20 no Paran\u00e1&nbsp;pode n\u00e3o se repetir. Segundo o Deral, o volume estimado \u00e9 de&nbsp;aproximadamente 20,4 milh\u00f5es de toneladas \u2013 2% a menos do que na safra passada -, em uma \u00e1rea de 5,6 milh\u00f5es de hectares, 2% maior.<\/p>\n\n\n\n<p>Em dezembro, a m\u00e9dia do pre\u00e7o \u00e9 de R$ 137,38 a saca de 60 quilos, o que representa bom retorno para o produtor, cobrindo os custos de produ\u00e7\u00e3o. No mesmo per\u00edodo do ano passado o valor era de&nbsp; R$ 77,00. O \u00edndice de comercializa\u00e7\u00e3o chegou a 42,9%, considerado acima do normal para a \u00e9poca.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>MILHO PRIMEIRA SAFRA&nbsp;<\/strong>&#8211; Assim como a soja, a primeira safra de milho, que est\u00e1 no campo, foi beneficiada pelas chuvas das \u00faltimas semanas. Isso mant\u00e9m os n\u00fameros em patamares de produ\u00e7\u00e3o sem grandes oscila\u00e7\u00f5es neste momento, com volume estimado em 3,4 milh\u00f5es de toneladas \u2013 2% menor do que na safra passada,&nbsp; em uma \u00e1rea de 359 mil hectares.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEssa produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 dentro da m\u00e9dia, pois a safra anterior havia sido recorde\u201d, analisa o t\u00e9cnico Edmar Gerv\u00e1sio. De acordo com o Deral, as condi\u00e7\u00f5es gerais das lavouras tamb\u00e9m est\u00e3o satisfat\u00f3rias, com um potencial para manter os \u00edndices de produ\u00e7\u00e3o, especialmente se as previs\u00f5es de chuva para os pr\u00f3ximos dias se confirmarem.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pre\u00e7os apresentaram redu\u00e7\u00e3o no \u00faltimo m\u00eas, de R$ 67,58 em novembro para R$ 63,59 em dezembro. A queda se deve se acentuar nas pr\u00f3ximas semanas. \u201cAl\u00e9m da redu\u00e7\u00e3o da demanda, isso se explica porque o produtor que tem milho estocado neste momento est\u00e1 come\u00e7ando a abrir espa\u00e7o para armazenar a nova safra de soja no in\u00edcio do ano\u201d, diz Gerv\u00e1sio. Na compara\u00e7\u00e3o com a m\u00e9dia de pre\u00e7os de dezembro do ano passado, de R$ 36,32, o aumento \u00e9 de aproximadamente 75%.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>MILHO SEGUNDA SAFRA<\/strong>&nbsp;&#8211; A primeira estimativa dessa safra aponta para \u00e1rea de 2,3 milh\u00f5es de hectares, 2% superior \u00e0 da safra anterior. A produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 estimada em 13,4 milh\u00f5es de toneladas. \u201cSe esse cen\u00e1rio se confirmar teremos uma safra relevante no Paran\u00e1, que deve abastecer o mercado\u201d, diz o t\u00e9cnico do Deral Edmar Gerv\u00e1sio. Se as estimativas de \u00e1rea forem confirmadas, a regi\u00e3o Norte do Estado ter\u00e1 a maior \u00e1rea, com mais de 800 mil hectares, cerca de 35% do total, seguida pelo Oeste, com 30%.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>FEIJ\u00c3O PRIMEIRA SAFRA&nbsp;<\/strong>&#8211; Com o encerramento do plantio, a colheita do feij\u00e3o da primeira safra atingiu 5% da \u00e1rea estimada em 150,4 mil hectares. A produ\u00e7\u00e3o deve ser de 298,4 mil toneladas, uma redu\u00e7\u00e3o de 6% com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra 2019\/2020, devido principalmente \u00e0 estiagem. Na safra anterior, o volume produzido foi de 316,2 mil toneladas. Se o clima permanecer inst\u00e1vel, os produtores devem ficar em alerta para uma eventual quebra. Com a redu\u00e7\u00e3o da oferta no mercado, a previs\u00e3o \u00e9 de aumento do valor para os consumidores.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o momento, as lavouras est\u00e3o apresentando bom desenvolvimento. Segundo o levantamento do Deral, 78% est\u00e3o em condi\u00e7\u00f5es consideradas boas, 20% em condi\u00e7\u00f5es m\u00e9dias e 2% ruins. \u201cAs \u00e1reas que apresentam condi\u00e7\u00f5es piores s\u00e3o aquelas plantadas no in\u00edcio da safra, quando a estiagem prejudicou o desenvolvimento da cultura\u201d, diz o economista do Deral, Methodio Groxko.<\/p>\n\n\n\n<p>As demais, de acordo com o t\u00e9cnico, mant\u00eam as perspectivas de produ\u00e7\u00e3o e de produtividade.<\/p>\n\n\n\n<p>De maneira geral, o ano de 2020 foi ben\u00e9fico para a comercializa\u00e7\u00e3o do feij\u00e3o. O aumento do consumo durante a pandemia, aliado \u00e0 baixa demanda devido \u00e0 quebra acentuada da segunda safra, resultou em pre\u00e7os elevados.<\/p>\n\n\n\n<p>Em dezembro, a saca de 60 quilos de feij\u00e3o-preto \u00e9 comercializada por &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;R$ 283,30 e o feij\u00e3o-cores por R$ 288,04, em m\u00e9dia. Em dezembro do ano passado, o feij\u00e3o-preto era comercializado por R$ 131,81 &#8211; e o feij\u00e3o-cores por cerca de R$ 236,00. \u201cConsiderando condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas normais, na medida em que avan\u00e7armos na colheita, os pre\u00e7os devem baixar um pouco, o que \u00e9 comum para a \u00e9poca\u201d, explica Groxko.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TRIGO&nbsp;<\/strong>&#8211; No \u00faltimo m\u00eas, houve um recuo significativo dos pre\u00e7os do trigo. Atualmente, a saca de 60 quilos \u00e9 comercializada por R$ 68,31, abaixo da m\u00e9dia registrada em novembro, de R$75,37. Apesar da redu\u00e7\u00e3o, o pre\u00e7o \u00e9 considerado satisfat\u00f3rio para os produtores. Se comparado ao pre\u00e7o de dezembro do ano anterior, o incremento \u00e9 de 45% sobre a m\u00e9dia de R$ 47,46. A comercializa\u00e7\u00e3o segue em patamar recorde, de 82%.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o engenheiro agr\u00f4nomo do Deral Carlos Hugo Godinho, se esse valor for mantido em 2021, isso pode incentivar o plantio de mais trigo no Paran\u00e1. \u201cDestaca-se, nesse sentido, a regi\u00e3o Sul do Estado, onde n\u00e3o h\u00e1 competi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas com a segunda safra de milho, e os produtores conciliaram boas produtividades, bons pre\u00e7os e liquidez em 2020\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, acrescenta, a cultura de trigo \u00e9 de alto risco. De acordo com ele, para um incremento de \u00e1rea se tornar incremento de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio que o Estado n\u00e3o tenha problemas com geadas e a estiagem, como as que prejudicaram parte da produ\u00e7\u00e3o em 2020 e nas tr\u00eas safras anteriores.<\/p>\n\n\n\n<p>A safra 2019\/2020 resultou em uma produ\u00e7\u00e3o de 3 milh\u00f5es de toneladas. \u201cEssa \u00e9 uma oferta razo\u00e1vel, considerando os problemas que o Paran\u00e1 enfrentou com a seca neste ano\u201d, analisa Godinho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CEVADA&nbsp;<\/strong>&#8211; A colheita da cevada foi finalizada em novembro e a comercializa\u00e7\u00e3o atingiu 100%, segundo o engenheiro agr\u00f4nomo do Deral Rog\u00e9rio Nogueira. O relat\u00f3rio deste m\u00eas indica uma produ\u00e7\u00e3o de 272 mil toneladas, volume 6% superior ao da safra 2018\/2019, em uma \u00e1rea de 64 mil hectares. Neste m\u00eas, a m\u00e9dia de pre\u00e7os ficou em R$ 84,32 a saca de 60 quilos, cerca de 40% maior na compara\u00e7\u00e3o com dezembro do ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>MANDIOCA&nbsp;<\/strong>&#8211; A safra da mandioca chegou ao final e as condi\u00e7\u00f5es para colheita neste per\u00edodo est\u00e3o boas, segundo o economista do Deral Methodio Groxko. Os pre\u00e7os apresentaram redu\u00e7\u00e3o porque muitas ind\u00fastrias que utilizam a f\u00e9cula est\u00e3o entrando em recesso nesse per\u00edodo do ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pre\u00e7os da tonelada est\u00e3o em R$ 416,00 neste m\u00eas, contra R$ 411,00 em dezembro do ano passado. A nova safra deve iniciar no final de janeiro. A expectativa \u00e9 que as ind\u00fastrias passem a utilizar mais f\u00e9cula no pr\u00f3ximo ano, fazendo com que os pre\u00e7os subam novamente.<\/p>\n\n\n\n<p>VBP &#8211; O Deral tamb\u00e9m atualizou as previs\u00f5es para o Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o (VBP) relativos \u00e0 safra 2019\/2020 para as culturas analisadas no relat\u00f3rio deste m\u00eas, que devem ter um incremento significativo. O VBP de 2019, que superou R$ 40 bilh\u00f5es na soma dessas culturas, deve passar de R$ 54 bilh\u00f5es no VBP 2020, segundo a t\u00e9cnica Larissa Nahirny.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO que alavancou esse rendimento foi o pre\u00e7o da soja, que teve uma produ\u00e7\u00e3o bastante expressiva, 26% superior \u00e0 da safra anterior. Somente para esta cultura, o VBP est\u00e1 estimado em R$ 29 bilh\u00f5es\u201d, explica a t\u00e9cnica. O trigo tamb\u00e9m teve incremento de produ\u00e7\u00e3o e pre\u00e7os. Com isso, o rendimento deve superar R$ 3,5 bilh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o, os bons pre\u00e7os v\u00e3o garantir um favor\u00e1vel rendimento para as culturas do milho e do feij\u00e3o. A safra de milho deve somar R$ 11 bilh\u00f5es de faturamento, enquanto o feij\u00e3o pode ultrapassar R$ 2 bilh\u00f5es. \u201cA quest\u00e3o cambial no \u00faltimo ano beneficiou as\u00a0commodities\u00a0de modo geral, o que reflete no VBP\u201d, completa a t\u00e9cnica do Deral.<\/p>\n\n\n\n<p>Governo do Estado<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O relat\u00f3rio mensal do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, prev\u00ea que o Paran\u00e1 deve colher 24,2 milh\u00f5es de toneladas de gr\u00e3os na safra de ver\u00e3o, em uma \u00e1rea de 6,1 milh\u00f5es de hectares. 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