{"id":29140,"date":"2020-09-24T11:42:36","date_gmt":"2020-09-24T14:42:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=29140"},"modified":"2020-09-24T11:42:40","modified_gmt":"2020-09-24T14:42:40","slug":"parana-e-o-segundo-estado-com-o-menor-numero-de-casos-e-obitos-de-covid-19","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2020\/09\/24\/parana-e-o-segundo-estado-com-o-menor-numero-de-casos-e-obitos-de-covid-19\/","title":{"rendered":"Paran\u00e1 \u00e9 o segundo estado com o menor n\u00famero de casos e \u00f3bitos de Covid-19"},"content":{"rendered":"\n<p>O Paran\u00e1 fica atr\u00e1s apenas de Minas Gerais entre os estados brasileiros com o menor n\u00famero de casos e de \u00f3bitos pela Covid-19 por 100 mil habitantes. A taxa de incid\u00eancia da doen\u00e7a na popula\u00e7\u00e3o paranaense foi de 1.477,4 casos por 100 mil habitantes, com 37,1 mortes a cada 100 mil, mostram os dados mais recentes do Painel Coronav\u00edrus, do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, divulgados na noite de quarta-feira (23).<\/p>\n\n\n\n<p>Os valores ficam bem abaixo da m\u00e9dia nacional. No Brasil, o \u00edndice de incid\u00eancia \u00e9 de 2.200,8\/100 mil<strong>,<\/strong>&nbsp;e a taxa mortalidade, 66,1 por 100 mil habitantes. O Paran\u00e1 tamb\u00e9m tem a melhor posi\u00e7\u00e3o no Sul, regi\u00e3o com os menores \u00edndices de incid\u00eancia e \u00f3bito pela Covid-19. A m\u00e9dia regional \u00e9 de 1.859 casos\/100 mil e 38,2 \u00f3bitos\/100 mil. No Rio Grande do Sul, que tem uma popula\u00e7\u00e3o equivalente \u00e0 do Paran\u00e1, a m\u00e9dia de casos \u00e9 de 1.577,1\/100 mil e a de \u00f3bitos \u00e9 39,7\/100 mil. Em Santa Catarina, a taxa de incid\u00eancia \u00e9 de 2915,6\/100 mil e a de mortalidade \u00e9 37,5\/100 mil.<\/p>\n\n\n\n<p>A taxa de mortalidade do Distrito Federal, que \u00e9 a maior do Pa\u00eds, \u00e9 de 104,4 \u00f3bitos\/100 mil habitantes, seguido do Rio de Janeiro (103,7\/100 mil) e Roraima (101,7\/100 mil). Tirando Minas Gerais, onde o \u00edndice de mortalidade foi de 32,6\/100 mil habitantes, e os estados do Sul, em nenhuma unidade da federa\u00e7\u00e3o essa taxa foi menor que 43,1 \u00f3bitos por 100 mil habitantes.<\/p>\n\n\n\n<p>O governador Carlos Massa Ratinho Junior destaca que o planejamento do Estado foi fundamental para minimizar os impactos da pandemia no Paran\u00e1. \u201cEstruturamos a rede assistencial de forma transparente e organizada, sendo que nenhum paciente ficou sem atendimento desde o in\u00edcio da pandemia. Com apoio dos demais poderes e de toda a sociedade, conseguimos fazer esse enfrentamento para salvar o maior n\u00famero de vidas poss\u00edvel\u201d destaca. \u201cO ideal seria n\u00e3o perder nenhuma pessoa para essa doen\u00e7a, mas mantemos o trabalho organizado para que o impacto no Paran\u00e1 seja o m\u00ednimo poss\u00edvel\u201d, diz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para o diretor-geral da Secretaria de Estado da Sa\u00fade, Nestor Werner J\u00fanior, o planejamento iniciado pelo Paran\u00e1 antes de ter pacientes confirmados com o novo coronav\u00edrus, e a ado\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias para conter o avan\u00e7o da epidemia quando o n\u00famero de casos ainda era baixo, permitiu um certo controle sobre a circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus no Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA ado\u00e7\u00e3o de medidas de distanciamento social ajudou a achatar a curva em um momento em que ainda prepar\u00e1vamos a rede hospitalar para receber os pacientes da Covid-19. Quando os n\u00fameros subiram, os hospitais j\u00e1 estavam prontos para o atendimento\u201d, afirma Werner. \u201cPriorizamos utilizar a estrutura j\u00e1 existente, com a contrata\u00e7\u00e3o de leitos cl\u00ednicos e de UTI exclusivos para a Covid nos hospitais estaduais e em nossos parceiros da rede privada e filantr\u00f3pica, sem a necessidade de construir hospitais de campanha, que s\u00e3o caros e n\u00e3o ficariam como legado para o Estado\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>A estrat\u00e9gia de estrutura\u00e7\u00e3o incluiu uma maior celeridade nas obras dos hospitais regionais de Guarapuava, Tel\u00eamaco Borba e Ivaipor\u00e3, que foram entregues antes do prazo. As tr\u00eas unidades atendem hoje exclusivamente os pacientes com Covid-19. Tamb\u00e9m foram habilitados 1,1 mil leitos de UTI e aproximadamente 1,5 mil de enfermaria.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TESTAGEM \u2013&nbsp;<\/strong>Outra vertente foi o investimento na aquisi\u00e7\u00e3o de testes, para garantir o maior n\u00famero poss\u00edvel de diagn\u00f3sticos. At\u00e9 agora, j\u00e1 foram realizados 632.282 testes RT-PCR, considerados padr\u00e3o ouro pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade. A capacidade de processamento dos resultados pelo Laborat\u00f3rio Central do Estado (Lacen) e pelo Instituto de Biologia Molecular do Paran\u00e1 (IBMP) \u00e9 de 5,6 mil testes por dia.<\/p>\n\n\n\n<p>A Secretaria tamb\u00e9m recebeu do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade 427.980&nbsp;<em>One Step Test&nbsp;<\/em>(teste r\u00e1pido), que foram disponibilizados aos munic\u00edpios. \u201cA testagem em grande escala \u00e9 a melhor forma de rastrear e impedir a circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus, reduzindo a contamina\u00e7\u00e3o\u201d, explica Werner.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ESTABILIZA\u00c7\u00c3O \u2013&nbsp;<\/strong>De acordo com o diretor-geral da Sa\u00fade, o Paran\u00e1 est\u00e1 h\u00e1 cerca de 70 dias com estabilidade no n\u00famero de casos, sem uma acelera\u00e7\u00e3o profunda ou uma queda abrupta de pacientes confirmados. Por isso, ainda \u00e9 necess\u00e1rio manter a aten\u00e7\u00e3o, as medidas de distanciamento, as etiquetas de higiene e o uso de m\u00e1scaras. Essa situa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m impede a retomada de algumas atividades, como o in\u00edcio das aulas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAinda n\u00e3o h\u00e1 uma vacina ou algum rem\u00e9dio comprovado para a doen\u00e7a, por isso trabalhamos todos os dias com os munic\u00edpios para evitar uma segunda onda de casos, como o que ocorre em outras partes do mundo\u201d, ressalta. \u201cA pandemia ainda n\u00e3o acabou. Enquanto n\u00e3o houver uma queda mais consistente, uma diminui\u00e7\u00e3o concreta de casos, a popula\u00e7\u00e3o vai precisar manter as medidas que conseguiram frear os casos no Estado. Foi gra\u00e7as a esse esfor\u00e7o coletivo que o Paran\u00e1 tem um dos menores \u00edndices de incid\u00eancia do Pa\u00eds, que queremos manter\u201d, completa.<\/p>\n\n\n\n<p>Governo do Estado<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Paran\u00e1 fica atr\u00e1s apenas de Minas Gerais entre os estados brasileiros com o menor n\u00famero de casos e de \u00f3bitos pela Covid-19 por 100 mil habitantes. 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