{"id":28951,"date":"2020-09-15T11:51:40","date_gmt":"2020-09-15T14:51:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=28951"},"modified":"2020-09-15T11:52:11","modified_gmt":"2020-09-15T14:52:11","slug":"dentro-de-aldeias-escolas-indigenas-recebem-internet","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2020\/09\/15\/dentro-de-aldeias-escolas-indigenas-recebem-internet\/","title":{"rendered":"Dentro de aldeias, escolas ind\u00edgenas recebem internet"},"content":{"rendered":"\n<p>Cinco comunidades ind\u00edgenas do Paran\u00e1 que ainda n\u00e3o tinham acesso \u00e0 internet nas salas de aula dentro das aldeias come\u00e7aram a receber o sinal de internet em setembro.<\/p>\n\n\n\n<p>A chegada do sinal \u00e9 fruto da a\u00e7\u00e3o da Secretaria de Estado da Educa\u00e7\u00e3o e do Esporte, que aguardava apenas ajustes na energia el\u00e9trica para levar a internet at\u00e9 estas salas. A novidade agora permite que as aulas remotas tamb\u00e9m aconte\u00e7am nestas salas de aula.<\/p>\n\n\n\n<p>A dificuldade at\u00e9 hoje era a falta de energia el\u00e9trica dispon\u00edvel dentro das comunidades, como explica Paulo Cesar Waltrick, do setor de Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o da Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o. \u201cO objetivo \u00e9 que pud\u00e9ssemos levar internet para todas as escolas do Estado, mas cinco n\u00e3o tinham energia. Foi desenvolvido um projeto para instala\u00e7\u00e3o de placas solares, e a partir do momento que eles tiveram energia foi aberto o processo para viabilizar a chegada do sinal de rede\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A Escola Mbyja Por\u00e3, em Gua\u00edra, no Noroeste do Estado, \u00e9 a primeira das cinco escolas beneficiadas pela novidade. Por l\u00e1, a demanda envolvia o ensino da l\u00edngua Guarani dentro da sala de aula que est\u00e1 localizada na aldeia. \u201cO cacique entrou em contato e pediu a instala\u00e7\u00e3o. L\u00e1 eles tinham luz, mas sem conex\u00e3o com a internet para que os professores de Guarani pudessem lecionar dentro da pr\u00f3pria comunidade\u201d, diz Waltrick.<\/p>\n\n\n\n<p>O cacique Alaudio Ortiz Vel\u00e1sques, respons\u00e1vel pela comunidade Tekoha Jevy, diz que s\u00e3o cerca de 120 fam\u00edlias diretamente impactadas pela a\u00e7\u00e3o. \u201cO acesso \u00e0 internet \u00e9 uma grande facilidade para os professores e tamb\u00e9m para os alunos. Vai ajudar bastante a gente na l\u00edngua Guarani e no Portugu\u00eas, principalmente neste momento em que as aulas presenciais est\u00e3o suspensas\u201d, diz. \u201cFiquei muito grato por conseguirmos o acesso nas salas, \u00e9 um grande avan\u00e7o para nossa comunidade. Atrav\u00e9s da tecnologia n\u00f3s podemos aprofundar o ensino e os alunos podem realizar as atividades sem problemas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>CHEGADA DA INTERNET &#8211; Entre o in\u00edcio do processo de instala\u00e7\u00e3o da internet e a chegada do sinal na aldeia s\u00e3o cerca de 60 dias. Al\u00e9m da Escola Mbyja Por\u00e3, que j\u00e1 recebeu o sinal, existem mais tr\u00eas em processo avan\u00e7ado de instala\u00e7\u00e3o, com previs\u00e3o para receber o sinal dentro 60 dias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As tr\u00eas escolas ind\u00edgenas &#8211; Emilia Jera Poty, em Morretes; Pindoty, na Ilha da Cotinga; e outra e Kuaray Guat\u00e1 Por\u00e3, em Guaraque\u00e7aba, j\u00e1 possuem energia el\u00e9trica e aguardam para receber o sinal de internet. J\u00e1 a Escola Estadual Ind\u00edgena Guavir\u00e1 Poty, em Pontal do Paran\u00e1, ainda est\u00e1 em processo inicial para instala\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Governo do Estado<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cinco comunidades ind\u00edgenas do Paran\u00e1 que ainda n\u00e3o tinham acesso \u00e0 internet nas salas de aula dentro das aldeias come\u00e7aram a receber o sinal de internet em setembro. 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