{"id":28508,"date":"2020-07-22T10:05:00","date_gmt":"2020-07-22T13:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=28508"},"modified":"2020-07-22T10:05:02","modified_gmt":"2020-07-22T13:05:02","slug":"n-de-assassinatos-fica-estavel-em-maio-em-meio-a-pandemia-mas-e-7-maior-nos-primeiros-cinco-meses-do-ano-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2020\/07\/22\/n-de-assassinatos-fica-estavel-em-maio-em-meio-a-pandemia-mas-e-7-maior-nos-primeiros-cinco-meses-do-ano-no-brasil\/","title":{"rendered":"N\u00b0 de assassinatos fica est\u00e1vel em maio em meio a pandemia, mas \u00e9 7% maior nos primeiros cinco meses do ano no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p>Foram 3.529 homic\u00eddios, latroc\u00ednios e les\u00f5es corporais seguidas de morte em maio de 2020, contra 3.540 em maio de 2019. Pa\u00eds teve alta de 7% no n\u00ba de crimes violentos nos cinco primeiros meses do ano em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2019. \u00cdndice nacional de homic\u00eddios criado pelo G1 acompanha os crimes violentos m\u00eas a m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil teve alta de 7% no n\u00famero de assassinatos de janeiro a maio de 2020 em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado. J\u00e1 o m\u00eas de maio deste ano registrou estabilidade (-0,3%) em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2019. \u00c9 o que mostra o \u00edndice nacional de homic\u00eddios criado pelo&nbsp;<strong>G1<\/strong>, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a ferramenta, houve 19.382 mortes violentas de janeiro a maio deste ano. No mesmo per\u00edodo no ano passado, foram 18.120. A alta de 7% ocorre mesmo em meio a pandemia da Covid-19, quando estados e munic\u00edpios passaram a adotar medidas de isolamento social.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 considerando o m\u00eas de maio foram 3.529 v\u00edtimas de assassinatos, contra 3.540 em 2019, uma redu\u00e7\u00e3o de 11 mortes.<\/p>\n\n\n\n<p>A alta no in\u00edcio deste ano vai na contram\u00e3o de 2019, que teve uma\u00a0queda de 19% no n\u00famero de assassinatos em todo o ano. O Brasil teve cerca de 41 mil v\u00edtimas de crimes violentos no ano passado, o menor n\u00famero desde 2007, ano em que o F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica passou a coletar os dados.<\/p>\n\n\n\n<p>O\u00a0<strong>G1<\/strong>\u00a0j\u00e1 havia antecipado que um ter\u00e7o dos estados tinha apresentado\u00a0alta nos assassinatos\u00a0no \u00faltimo trimestre de 2019, o que acendeu o alerta para uma poss\u00edvel revers\u00e3o da tend\u00eancia de queda da viol\u00eancia no pa\u00eds, segundo especialistas. A revers\u00e3o foi confirmada no in\u00edcio de 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados apontam que:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>o pa\u00eds teve&nbsp;<strong>3.529 assassinatos<\/strong>&nbsp;em maio de 2020<\/li><li>houve&nbsp;<strong>11 mortes a menos<\/strong>&nbsp;na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas de 2019, uma&nbsp;<strong>queda de 0,3%<\/strong><\/li><li>j\u00e1 de janeiro a maio, foram&nbsp;<strong>19.382 crimes violentos<\/strong>, uma&nbsp;<strong>alta de 7%<\/strong><\/li><li><strong>18 estados&nbsp;<\/strong>do pa\u00eds apresentaram&nbsp;<strong>alta de assassinatos<\/strong>&nbsp;nos primeiros cinco meses do ano<\/li><li>7 estados e o DF registraram&nbsp;<strong>queda no per\u00edodo<\/strong>; 1 manteve o mesmo n\u00famero de mortes<\/li><\/ul>\n\n\n\n<figure><iframe width=\"970\" height=\"250\"><\/iframe><\/figure>\n\n\n\n<p>O levantamento faz parte do Monitor da Viol\u00eancia, uma parceria do&nbsp;<strong>G1<\/strong>&nbsp;com o N\u00facleo de Estudos da Viol\u00eancia da Universidade de S\u00e3o Paulo (NEV-USP) e o F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/1ca7uxXwZxwChcV5Om8AMjL7UMg=\/0x0:1600x3326\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2020\/i\/z\/1Ait1VSeG6QPJL9KEnSw\/aumento-de-mortes-violentas-mai2020-juliane-monteiro-g1.png\" alt=\"Aumento de mortes violentas: Brasil teve alta no n\u00famero de v\u00edtimas nos primeiros cinco meses do ano \u2014 Foto: Juliane Monteiro \/ G1\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Aumento de mortes violentas: Brasil teve alta no n\u00famero de v\u00edtimas nos primeiros cinco meses do ano \u2014 Foto: Juliane Monteiro \/ G1<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pandemia do coronav\u00edrus e isolamento<\/h2>\n\n\n\n<p>O m\u00eas de mar\u00e7o foi o per\u00edodo em que a pandemia do coronav\u00edrus ganhou for\u00e7a no Brasil. A primeira morte\u00a0foi registrada em 16 de mar\u00e7o, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi tamb\u00e9m o m\u00eas em que v\u00e1rios estados come\u00e7aram a aplicar medidas de fechamento de com\u00e9rcio e isolamento social. O\u00a0Rio de Janeiro publicou um decreto\u00a0com as medidas de restri\u00e7\u00e3o de circula\u00e7\u00e3o e funcionamento dos servi\u00e7os em 17 de mar\u00e7o. J\u00e1 S\u00e3o Paulo\u00a0adotou a quarentena a partir de 24 de mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 em abril e maio, praticamente todo o Brasil conviveu com medidas de isolamento social. Mesmo com a circula\u00e7\u00e3o de pessoas mais restrita, por\u00e9m, houve um aumento de 8% no n\u00famero de assassinatos em abril, o que chamou a aten\u00e7\u00e3o. Em maio, em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas de 2019, o n\u00famero de assassinatos ficou est\u00e1vel (-0,3%).<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados de janeiro a maio de 2020 mostram, por\u00e9m, uma alta de 7% no n\u00famero de crimes violentos em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n\n\n\n<figure><iframe width=\"970\" height=\"250\"><\/iframe><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/y5gr9N8eBPoUr5HGYPr2k3Jb79Y=\/0x0:990x950\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2020\/W\/Y\/1KfjBlQSmoFdWPdqMvpA\/mortes-mai.jpg\" alt=\"Mortes m\u00eas a m\u00eas: veja a compara\u00e7\u00e3o no n\u00famero de assassinatos em todo o Brasil \u2014 Foto: Wagner Magalh\u00e3es \/ G1\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Mortes m\u00eas a m\u00eas: veja a compara\u00e7\u00e3o no n\u00famero de assassinatos em todo o Brasil \u2014 Foto: Wagner Magalh\u00e3es \/ G1<\/p>\n\n\n\n<p>Para Bruno Paes Manso, do NEV-USP, esse crescimento no contexto atual de quarentena \u00e9 preocupante. Ele afirma que ainda \u00e9 cedo para apontar as causas por tr\u00e1s da alta da viol\u00eancia, mas aponta que a hip\u00f3tese relacionada a um aumento nos conflitos entre grupos criminosos se sobressai.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>&#8220;Esse tipo de homic\u00eddio n\u00e3o est\u00e1 relacionado a conflitos cotidianos e ocasionais, como os decorrentes de briga em bar, em tr\u00e2nsito etc. S\u00e3o assassinatos relacionados a disputas de poder, de mercado, de territ\u00f3rio, envolvendo execu\u00e7\u00f5es sum\u00e1rias previamente planejadas. Os homicidas v\u00e3o buscar a v\u00edtima n\u00e3o importa onde ela esteja&#8221;, afirma.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>\u201cO crescimento da viol\u00eancia em a\u00e7\u00f5es da pol\u00edcia tamb\u00e9m tem chamado a aten\u00e7\u00e3o em alguns estados, como Rio, S\u00e3o Paulo e Bahia. Essas a\u00e7\u00f5es policiais acabam muitas vezes desestabilizando a cena criminal nos territ\u00f3rios, aumentando a viol\u00eancia.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Paes Manso diz que ainda \u00e9 cedo para identificar as causas dessas din\u00e2micas, mas algumas quest\u00f5es podem ser levantadas. &#8220;Ser\u00e1 que as autoridades estaduais est\u00e3o fragilizadas com a crise criada pelo coronav\u00edrus? Ser\u00e1 que os governos t\u00eam encontrado dificuldades para controlar os excessos das pol\u00edcias? A percep\u00e7\u00e3o da fragilidade das institui\u00e7\u00f5es levou quadrilhas rivais a disputarem poder e territ\u00f3rios ou a pol\u00edcia a agir com excesso de viol\u00eancia?&#8221;, questiona.<\/p>\n\n\n\n<p>O pesquisador afirma, por\u00e9m, que n\u00e3o h\u00e1 um padr\u00e3o claro entre os estados, j\u00e1 que alguns apresentaram queda, enquanto outros, como o Cear\u00e1, tiveram altas expressivas. &#8220;O aumento da viol\u00eancia no Cear\u00e1 se destaca em rela\u00e7\u00e3o aos demais estados. Existem relatos de disputas nos territ\u00f3rios entre fac\u00e7\u00f5es. O governo precisa identificar o conflito e interromper o ciclo de disputas. O crescimento dos assassinatos mesmo durante a pandemia exige aten\u00e7\u00e3o dos governos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Nordeste puxa a alta<\/h2>\n\n\n\n<p>Samira Bueno, diretora-executiva do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica, tamb\u00e9m cita o estado do Cear\u00e1 e seus n\u00fameros elevados. Para ela, um dos principais motivos por tr\u00e1s da alta de assassinatos no pa\u00eds foi o motim de parte da Pol\u00edcia Militar que aconteceu no estado em fevereiro.<\/p>\n\n\n\n<p>O Cear\u00e1, inclusive, foi o estado com a maior escalada de viol\u00eancia do Brasil. Nos primeiros cinco meses do ano, o n\u00famero de v\u00edtimas dobrou, passando de 938 para 1.879.<\/p>\n\n\n\n<p>O ano de 2020 teve o m\u00eas de\u00a0fevereiro mais violento do estado\u00a0desde pelo menos 2013, com mais de 450 mortes. Desse total, 312 aconteceram durante os 13 dias da greve policial. Houve uma m\u00e9dia de 26 mortes por dia. Antes, a m\u00e9dia era de 8 por dia.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o professor da Universidade Federal do Cear\u00e1 (UFC) Luiz F\u00e1bio Silva Paiva, a greve foi um fato circunstancial. &#8220;Obviamente que os grupos armados que estavam envolvidos em acerto de contas e disputa pelo tr\u00e1fico encontraram uma \u00f3tima oportunidade para intensificar determinadas a\u00e7\u00f5es. Mas a greve n\u00e3o \u00e9 determinante. Em janeiro [antes da greve], a gente j\u00e1 tinha uma situa\u00e7\u00e3o grave. Depois, em abril, maio e junho, esses conflitos se intensificaram, com invas\u00f5es de bairros e com ocupa\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios de grupos inimigos&#8221;, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;S\u00e3o situa\u00e7\u00f5es que a gente observa que elas acontecem independente da a\u00e7\u00e3o policial. At\u00e9 porque a maneira como as nossas pol\u00edcias atuam pouco tem incidido no aumento ou na diminui\u00e7\u00e3o dos homic\u00eddios&#8221;, diz Paiva. &#8220;A gente fica muito mais \u00e0 merc\u00ea da din\u00e2mica interna dos grupos criminosos. Quando intensificam confronto, tem n\u00famero mais alto, e quando recuam, tem n\u00famero mais baixo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Em nota, a Secretaria da Seguran\u00e7a P\u00fablica e Defesa Social do Cear\u00e1 afirma que &#8220;a estrat\u00e9gia de combate \u00e0 criminalidade (&#8230;) foi impactada, em 2020, pelo motim de parte da Pol\u00edcia Militar, j\u00e1 no come\u00e7o do ano&#8221;. &#8220;No per\u00edodo, houve diminui\u00e7\u00e3o do policiamento ostensivo e foi verificado o acirramento da rixa entre grupos criminosos, o que incidiu no maior aumento de CVLIs [Crimes Violentos Letais Intencionais] durante e ap\u00f3s o motim, ampliando uma problem\u00e1tica que \u00e9 nacional.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A pasta tamb\u00e9m afirma que est\u00e1 trabalhando para voltar aos \u00edndices de viol\u00eancia registrados em 2019, mais baixos. &#8220;Somente nos primeiros cinco meses deste ano, os trabalhos das for\u00e7as de seguran\u00e7a j\u00e1 culminaram em 6.048 pris\u00f5es e apreens\u00f5es qualificadas em todo o estado, que englobam capturas por Crimes Violentos Letais Intencionais, tr\u00e1fico de drogas, roubo, porte e posse de arma&#8221;, diz a secretaria.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o Cear\u00e1 n\u00e3o foi o \u00fanico estado do Nordeste a ter uma alta no n\u00famero de assassinatos. A regi\u00e3o capitaneou o aumento de mortes em todo o pa\u00eds. Sozinha, ela teve um aumento de 23,1% nos primeiros cinco meses desse ano em compara\u00e7\u00e3o com o ano passado. Foram 8.955 assassinatos em janeiro, fevereiro, mar\u00e7o, abril e maio de 2020, contra 7.273 de 2019. No total, foram 1.682 mortes a mais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2019, a regi\u00e3o tinha sido a\u00a0respons\u00e1vel por puxar a queda\u00a0nos primeiros meses do ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do Nordeste, Samira Bueno tamb\u00e9m cita outros elementos que podem estar por tr\u00e1s da alta da viol\u00eancia. &#8220;Tamb\u00e9m \u00e9 de se considerar a falta de um projeto nacional coordenado para reduzir a viol\u00eancia (a exemplo do que propunha o Sistema \u00danico de Seguran\u00e7a P\u00fablica e que n\u00e3o foi continuado pela gest\u00e3o Bolsonaro), novas din\u00e2micas associadas \u00e0 a\u00e7\u00e3o do crime organizado e o\u00a0crescimento nos assassinatos de mulheres&#8221;, afirma.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o levantamento \u00e9 feito<\/h2>\n\n\n\n<p>A\u00a0ferramenta\u00a0criada pelo\u00a0<strong>G1<\/strong>\u00a0permite o acompanhamento dos dados de v\u00edtimas de crimes violentos m\u00eas a m\u00eas no pa\u00eds. Est\u00e3o contabilizadas as v\u00edtimas de homic\u00eddios dolosos (incluindo os feminic\u00eddios), latroc\u00ednios e les\u00f5es corporais seguidas de morte. Juntos, estes casos comp\u00f5em os chamados crimes violentos letais e intencionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Jornalistas do&nbsp;<strong>G1<\/strong>&nbsp;espalhados pelo pa\u00eds solicitam os dados, via assessoria de imprensa e via Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o, seguindo o padr\u00e3o metodol\u00f3gico utilizado pelo f\u00f3rum no Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo federal\u00a0anunciou a cria\u00e7\u00e3o de um sistema similar\u00a0ainda na gest\u00e3o do ex-ministro Sergio Moro, em mar\u00e7o do ano passado. Os dados, no entanto, n\u00e3o est\u00e3o atualizados como os da ferramenta do\u00a0<strong>G1<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados coletados m\u00eas a m\u00eas pelo\u00a0<strong>G1<\/strong>\u00a0n\u00e3o incluem as mortes em decorr\u00eancia de interven\u00e7\u00e3o policial. Isso porque h\u00e1 uma dificuldade maior em obter esses dados em tempo real e de forma sistem\u00e1tica com os governos estaduais. O balan\u00e7o de 2019 foi realizado dentro do Monitor da Viol\u00eancia, separadamente, e\u00a0foi publicado em 16 de abril. O de 2020 ainda ser\u00e1 feito.<\/p>\n\n\n\n<p>G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foram 3.529 homic\u00eddios, latroc\u00ednios e les\u00f5es corporais seguidas de morte em maio de 2020, contra 3.540 em maio de 2019. 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