{"id":26233,"date":"2020-02-21T16:22:01","date_gmt":"2020-02-21T19:22:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=26233"},"modified":"2020-02-21T16:22:30","modified_gmt":"2020-02-21T19:22:30","slug":"circuito-em-torno-do-pico-parana-e-novo-atrativo-do-litoral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2020\/02\/21\/circuito-em-torno-do-pico-parana-e-novo-atrativo-do-litoral\/","title":{"rendered":"Circuito em torno do Pico Paran\u00e1 \u00e9 novo atrativo do Litoral"},"content":{"rendered":"\n<p>O Bairro Alto de Antonina, no Litoral do Paran\u00e1, tamb\u00e9m carrega a alcunha de Vale do Gigante. Distante mais de 30 quil\u00f4metros do Centro da cidade, ele guarda os p\u00e9s do Pico Paran\u00e1, a montanha mais alta da Regi\u00e3o Sul (1.877 metros de altura) e hist\u00f3rias que parecem realismo m\u00e1gico.<\/p>\n\n\n\n<p>O Vale do Gigante se consolidou como um dos principais atrativos tur\u00edsticos do Litoral em 2017, depois de algumas consultorias da administra\u00e7\u00e3o municipal e do Sebrae, e nos \u00faltimos dois anos vem ganhando mais protagonismo em decorr\u00eancia da uni\u00e3o dos empres\u00e1rios locais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2020 eles v\u00e3o tirar do papel a Associa\u00e7\u00e3o Pico do Paran\u00e1, que \u00e9 uma tentativa dos moradores de estabelecer mais independ\u00eancia tur\u00edstica, uma rota de subida do Pico partindo de Antonina e uma programa\u00e7\u00e3o anual de eventos. Os representantes desse coletivo pretendem desenvolver projetos em parceria com a Paran\u00e1 Turismo, a prefeitura e o setor privado para garantir, inclusive, acessibilidade nas trilhas.<\/p>\n\n\n\n<p>A regi\u00e3o do Vale do Gigante concentra a maior parte do turismo de aventura do munic\u00edpio. H\u00e1 empresas especializadas em rafting, os espa\u00e7os de festa em torno do Rio do Nunes &#8211; onde turistas e moradores saltam de cordas esticadas em \u00e1rvores sobre as \u00e1guas doces -, pousadas, restaurantes, parques aqu\u00e1ticos, casas com caf\u00e9 colonial, os rios Cacatu e Cachoeira, a Vila da Copel e a Usina Parigot de Souza, maior central subterr\u00e2nea do sul do Pa\u00eds. O local tamb\u00e9m \u00e9 apontado como reduto de on\u00e7as-pintadas e de centenas de aves, trilhas e cachoeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das principais agitadoras desse movimento \u00e9 T\u00e2nia Lopes, propriet\u00e1ria do Santu\u00e1rio Vale do Gigante, misto de pousada, restaurante e retiro espiritual no cora\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica. Ela organiza o principal festival do siri da cidade, que ocorre no m\u00eas de mar\u00e7o, eventos com carrinhos de rolim\u00e3, caminhadas na natureza, corridas e encontros de remadores de caiaque.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSomos um canto de paz, de aventura, de conex\u00e3o com a natureza. Queremos atrair mais turistas e apresentar as belezas da Serra do Mar para todo o Pa\u00eds, passando pelas trilhas que levam at\u00e9 o Pico Paran\u00e1 e a necessidade de preserva\u00e7\u00e3o ambiental. O turismo que estamos fomentando \u00e9 de resgate da cultura local e de gera\u00e7\u00e3o de emprego para a comunidade\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Allana Cristina Ara\u00fajo, respons\u00e1vel pela programa\u00e7\u00e3o tur\u00edstica da prefeitura de Antonina, destaca que h\u00e1 articula\u00e7\u00e3o entre os setores privado e p\u00fablico em torno do Vale do Gigante. \u201cEstamos tentando estimular esse movimento. \u00c9 um lugar onde os empres\u00e1rios j\u00e1 se integraram para desenvolver o potencial tur\u00edstico. Temos tentado formular pol\u00edticas p\u00fablicas espec\u00edficas para esse local, com intuito de apresentar para o Pa\u00eds, nos mesmos moldes do que se faz com o Pantanal, as riquezas da Mata Atl\u00e2ntica\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SANTU\u00c1RIO&nbsp;<\/strong>\u2013Quem passa pelo Vale do Gigante tem a oportunidade de conhecer a hist\u00f3ria da T\u00e2nia Lopes e de sua devo\u00e7\u00e3o a todas as formas de amor \u2013 mas \u00e9 preciso perguntar. Ela \u00e9 uma ex-professora de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica de Curitiba que largou a carreira para erguer um ponto de encontro no p\u00e9 da Serra do Mar.<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00e2nia tem a propriedade h\u00e1 25 anos, mas h\u00e1 pouco mais de um ano e meio desenvolve esse projeto que envolve hostel, restaurante, camping e retiro espiritual, de acordo com o perfil do visitante.<\/p>\n\n\n\n<p>Partindo da pousada s\u00e3o duas trilhas em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 cachoeira do Saci: a m\u00edstica (meditativa, que \u00e9 feita em sil\u00eancio, conta com a presen\u00e7a de um \u00edndio tupi-guarani e uma roda de di\u00e1logo sobre a vida em torno de uma fogueira) e a ecol\u00f3gica (para observa\u00e7\u00e3o de aves, \u00e1rvores, riachos e animais). Bob, o c\u00e3o da casa, costuma ciceronear cada um que se hospeda no Santu\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAcredito que esse lugar \u00e9 um portal de cura, um ponto de encontro de todas as religi\u00f5es e de todas as etnias. H\u00e1 um contato muito pr\u00f3ximo com os elementos da natureza, mas principalmente com a tartaruga (m\u00e3e-terra ou fruto de sabedoria para algumas tribos) e o arco-\u00edris (encontro de todas as cores). \u00c9 um espa\u00e7o tamb\u00e9m de medita\u00e7\u00e3o, de culto ao fogo, de geometria apontada para o sol\u201d, explica a propriet\u00e1ria. \u201cMontei esse espa\u00e7o aos poucos como uma esp\u00e9cie de miss\u00e3o de vida\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O nome Santu\u00e1rio, explica T\u00e2nia, \u00e9 resultado de um encontro espiritual casado que teve com a Nossa Senhora M\u00edstica (cat\u00f3lica) e com os \u00edndios tupi-guaranis que frequentaram a regi\u00e3o e ainda se organizam em pequenas comunidades em Piraquara e Paranagu\u00e1. Ela frequenta tribos h\u00e1 mais de 15 anos, mas nunca abdicou da f\u00e9 cat\u00f3lica, e conseguiu unir as duas pontas a partir dessa vis\u00e3o da santa das tr\u00eas rosas (ora\u00e7\u00e3o, sacrif\u00edcio e penit\u00eancia). \u201cOnde ela vai, a terra \u00e9 f\u00e9rtil de amor. Temos no santu\u00e1rio a for\u00e7a da ancestralidade\u201d, acredita.<\/p>\n\n\n\n<p>Para chegar nessa resposta, no entanto, T\u00e2nia consultou diversos padres para entender a sua vis\u00e3o. Numa dessas conversas ganhou de presente uma est\u00e1tua de Nossa Senhora M\u00edstica que ficava no Santu\u00e1rio de Jambeiro, em S\u00e3o Paulo. Hoje ela fica em uma capela no p\u00e9 do morro, com as portas voltadas para o sol.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTive toda essa vis\u00e3o e depois mostrei esse espa\u00e7o a um paj\u00e9, que me contou que esse \u00e9 um vale sagrado, um portal m\u00edstico do Pa\u00eds. A partir disso montamos esse conceito de reduto de desintoxica\u00e7\u00e3o, conex\u00e3o com a natureza, de paz de esp\u00edrito\u201d, completa T\u00e2nia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CACATU&nbsp;<\/strong>\u2013 Outro espa\u00e7o que conta com&nbsp;muita hist\u00f3ria \u00e9 o Cacatu, reduto da primeira col\u00f4nia japonesa em territ\u00f3rio paranaense. Quem atende os visitantes \u00e9 Marcia Ito Kikuti, simp\u00e1tica senhora que recebe h\u00f3spedes e turistas com&nbsp;calma oriental e, eventualmente, pratos com bambu.<\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria do Cacatu (o nome, ind\u00edgena, faz refer\u00eancia a um papagaio branco) \u00e9 o ber\u00e7o da imigra\u00e7\u00e3o japonesa do come\u00e7o do s\u00e9culo passado, numa era p\u00f3s-guerra entre Jap\u00e3o e R\u00fassia e de mais industrializa\u00e7\u00e3o. As primeiras fam\u00edlias chegaram no Porto de Antonina, subiram o rio de mesmo nome e compraram terras na regi\u00e3o em 1917. Ao todo, foram 175 fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo, \u00e0 \u00e9poca, era de instala\u00e7\u00e3o n\u00e3o definitiva, tanto que as fam\u00edlias apostaram em escolas de japon\u00eas para educar os filhos e incentivar o retorno. Eles plantavam arroz, cana-de-a\u00e7\u00facar e legumes que eram vendidos no mercado municipal de Antonina.<\/p>\n\n\n\n<p>As fam\u00edlias prosperaram na regi\u00e3o, mas os acontecimentos hist\u00f3ricos n\u00e3o permitiram o regresso. Um decreto do ex-presidente Get\u00falio Vargas durante a Segunda Guerra Mundial determinou que os imigrantes de pa\u00edses do Eixo deixassem a costa, apelidada de \u201cfaixa de seguran\u00e7a nacional\u201d. Com isso, eles tiveram menos de 48 horas para reunir as mudan\u00e7as e partir, e as fam\u00edlias acabaram se espalhando por todo o Pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente o Cacatu \u00e9 um santu\u00e1rio que homenageia essa imigra\u00e7\u00e3o e que hospeda pessoas e os barcos de pescadores da redondeza. Isso porque Marcia Ito Kikuti tamb\u00e9m organiza passeios no rio Cacatu, que passa ao lado da casa\/hotel.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu visitei o Jap\u00e3o h\u00e1 alguns anos, estudei l\u00e1 por um tempo, e o mais engra\u00e7ado do Cacatu \u00e9 que conseguimos manter boa parte de uma estrutura muito antiga da l\u00edngua. O Jap\u00e3o se abriu comercialmente e se transformou nos \u00faltimos anos. N\u00f3s ainda falamos do jeito que aprendemos com os antepassados. O japon\u00eas do Cacatu \u00e9 mais raiz do que o japon\u00eas do Jap\u00e3o\u201d, afirma. \u201cForam anos muito dif\u00edceis para os imigrantes e aqui temos um ponto de encontro da hist\u00f3ria, um ponto que celebra aqueles que atravessaram o mundo para viver no Paran\u00e1\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PICO PARAN\u00c1&nbsp;<\/strong>\u2013 O Pico Paran\u00e1 est\u00e1 presente em todas as fotografias do Vale do Gigante. Ele \u00e9 o ponto mais alto do Sul e \u00e9 formado por tr\u00eas cumes: o pr\u00f3prio Pico Paran\u00e1, Uni\u00e3o e Ibitirati. Do seu cume \u00e9 poss\u00edvel dimensionar o tamanho da Serra do Mar, trechos do Litoral, de Curitiba e das demais cidades do primeiro planalto. A trilha parte de Campina Grande do Sul e geralmente envolve acampamento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BOX<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Morretes tamb\u00e9m tem seu turismo&nbsp;rural<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Morretes tem um hist\u00f3rico rural (chegou a ser um dos maiores exportadores de gengibre do mundo) e seus caminhos pelo interior. Um&nbsp;tour de pouco mais de 30 quil\u00f4metros nessas estradas reserva banhos de rio, travessia de carro no rio, cachoeira, trilha a p\u00e9 e eventualmente um roteiro de bike \u2013 o primeiro roteiro certificado pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Normas T\u00e9cnicas (ABNT) fica em Morretes.<\/p>\n\n\n\n<p>O passeio completo precisa de um carro 4&#215;4 e \u00e9 feito pela Serra Verde Express, empresa que administra o trem entre Morretes e Curitiba. J\u00e1 s\u00e3o seis caminhonetes destinadas a percorrer as belezas do interior da cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMorretes j\u00e1 foi uma cidade agr\u00edcola muito forte. Ainda se encontra produ\u00e7\u00e3o de mandioca, maracuj\u00e1, chuchu, e legumes e verduras que abastecem o Ceasa de Curitiba. Essa hist\u00f3ria \u00e9 parte do passeio, que mostra a esta\u00e7\u00e3o de capta\u00e7\u00e3o da \u00e1gua no munic\u00edpio e todo o Pico Marumbi ao fundo\u201d, conta Tiago Choinski, gerente do escrit\u00f3rio da Serra Verde Express em Morretes e diretor de projetos da Ag\u00eancia de Desenvolvimento do Turismo Sustent\u00e1vel do Litoral do Paran\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>O passeio come\u00e7a no bairro Ponte Alta, onde h\u00e1 uma igreja de \u00e9poca e uma propriedade com cria\u00e7\u00e3o de truta que em breve entrar\u00e1 no roteiro. Nos bairros Am\u00e9rica de Cima, Am\u00e9rica de Baixo, Pantanal e Cascatinha, em seguida, h\u00e1 casa com cria\u00e7\u00e3o de r\u00e9pteis, espa\u00e7o de yoga, tanques para pesca, canchas de bocha, campos de futebol, condom\u00ednios de ch\u00e1caras, uma ponte p\u00eansil e muitos riachos. A parada para banho costuma acontecer na ponte do Rio Marumbi. A visita\u00e7\u00e3o se encerra com o carro dentro d\u2019\u00e1gua no Rio do Pinto.<\/p>\n\n\n\n<p>O Pico Marumbi \u00e9 cen\u00e1rio de todo o passeio. Atualmente s\u00e3o duas op\u00e7\u00f5es de subida e a mais pr\u00e1tica \u00e9 justamente saindo de Morretes. O pico \u00e9 considerado o ber\u00e7o de montanhismo no Pa\u00eds, com registros desde 1879. Os oito cumes que formam a cadeia de montanhas s\u00e3o Abrolhos, Esfinge, Ponta do Tigre, Torre de Sinos, Gigante, Olimpo, Boa Vista e Fac\u00e3ozinho. O ponto mais alto (1.539 metros) \u00e9 o Olimpo, cujo nome homenageia seu conquistador, Joaquim Ol\u00edmpio de Miranda.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>EKOA PARK \u2013\u00a0<\/strong>Morretes ainda conta com o Ekoa Park, para\u00edso ecol\u00f3gico dentro da maior \u00e1rea cont\u00ednua remanescente de Mata Atl\u00e2ntica. \u00c9 uma \u00e1rea privada destinada ao lazer, entretenimento, educa\u00e7\u00e3o ambiental e desenvolvimento profissional. O parque conta com arvorismo, trilhas (a Peabiru, que ligou o Brasil ao Peru, e\u00a0uma at\u00e9 a torre de observa\u00e7\u00e3o de p\u00e1ssaros), voo de bal\u00e3o, tirolesa de 160 metros e um t\u00fanel sensorial no meio da mata.<\/p>\n\n\n\n<p>AEN<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Bairro Alto de Antonina, no Litoral do Paran\u00e1, tamb\u00e9m carrega a alcunha de Vale do Gigante. Distante mais de 30 quil\u00f4metros do Centro da cidade, ele guarda os p\u00e9s do Pico Paran\u00e1, a montanha mais alta da Regi\u00e3o Sul (1.877 metros de altura) e hist\u00f3rias que parecem realismo m\u00e1gico. 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