{"id":20266,"date":"2019-09-30T16:33:34","date_gmt":"2019-09-30T19:33:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=20266"},"modified":"2019-09-30T16:33:42","modified_gmt":"2019-09-30T19:33:42","slug":"mancha-de-oleo-ja-atinge-mais-de-100-praias-do-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2019\/09\/30\/mancha-de-oleo-ja-atinge-mais-de-100-praias-do-nordeste\/","title":{"rendered":"Mancha de \u00f3leo j\u00e1 atinge mais de 100 praias do Nordeste"},"content":{"rendered":"\n<p>Desde o dia 2 de setembro o&nbsp;Ibama vem estabelecendo uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es, juntamente com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (DF), Marinha e Petrobras, com o objetivo de investigar as causas e responsabilidades do despejo, no meio ambiente, do petr\u00f3leo cru que atingiu o litoral nordestino (<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ibama.gov.br\/phocadownload\/noticias\/noticias2019\/2019-09-26-localidades-atingidas.pdf\" target=\"_blank\">veja lista de localidades atingidas<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado conclusivo das amostras, solicitadas anteriormente pelo Instituto e pela Capitania dos Portos, e cuja an\u00e1lise foi feita pela Marinha e pela Petrobras, apontou que a subst\u00e2ncia encontrada nos litorais trata-se de petr\u00f3leo cru, ou seja, n\u00e3o se origina de nenhum derivado de \u00f3leo.<\/p>\n\n\n\n<p>Investiga\u00e7\u00e3o do Ibama com apoio dos Bombeiros do DF aponta que o petr\u00f3leo que est\u00e1 poluindo todas as praias seja o mesmo. Contudo, a sua origem ainda n\u00e3o foi identificada. Em an\u00e1lise feita pela Petrobras, a empresa informou que o \u00f3leo encontrado n\u00e3o \u00e9 produzido pelo Brasil. O Ibama requisitou apoio da Petrobras para atuar na limpeza de praias. Nos pr\u00f3ximos dias, a empresa ir\u00e1 disponibilizar um contingente de cerca de 100 pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s verifica\u00e7\u00e3o dos relat\u00f3rios e gr\u00e1ficos mais recentes sobre a situa\u00e7\u00e3o das manchas de \u00f3leo nas praias do Rio Grande do Norte, os analistas da equipe de monitoramento conclu\u00edram que a situa\u00e7\u00e3o no estado \u00e9 est\u00e1vel at\u00e9 o momento. Por isso, o grupo de comando foi transferido de l\u00e1 para o Maranh\u00e3o, onde est\u00e3o chegando novos vest\u00edgios de \u00f3leo. O Ibama continuar\u00e1 acompanhando as a\u00e7\u00f5es de limpeza no litoral potiguar.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os animais recolhidos, uma tartaruga-marinha foi devolvida ao mar por populares e uma tartaruga-oliva foi encaminhada com vida ao Projeto Cet\u00e1ceos da Costa Branca pra reabilita\u00e7\u00e3o, ambas no Rio Grande do Norte. No Maranh\u00e3o, uma das tartarugas oleadas encontradas estava viva e foi devolvida ao mar por populares. Os demais animais encontrados estavam mortos ou morreram posteriormente. Veja a&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ibama.gov.br\/phocadownload\/noticias\/noticias2019\/2019-09-26-fauna.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">lista da fauna atingida<\/a>&nbsp;at\u00e9 o momento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-cv.r4you.co\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-69777\"\/><figcaption>Foto: Adema | Governo de Sergipe<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o momento, n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias de contamina\u00e7\u00e3o de peixes e crust\u00e1ceos. A avalia\u00e7\u00e3o da qualidade do pescado capturado nas \u00e1reas afetadas para fins de consumo humano \u00e9 compet\u00eancia do \u00f3rg\u00e3o de vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria. Os banhistas e pescadores n\u00e3o devem ter contato com o material. Caso seja identificado produto no mar ou nas praias, o cidad\u00e3o deve informar o local \u00e0 prefeitura. O \u00f3leo recolhido deve ser destinado adequadamente, n\u00e3o sendo recomendado mistur\u00e1-lo com o res\u00edduo comum.<\/p>\n\n\n\n<p>O Instituto orienta que, caso algu\u00e9m encontre animal com \u00f3leo, sejam acionados imediatamente os \u00f3rg\u00e3os ambientais para adotar as provid\u00eancias necess\u00e1rias. O animal n\u00e3o deve ser lavado nem devolvido ao mar antes da avalia\u00e7\u00e3o de veterin\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Abrang\u00eancia<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao todo, 105 localidades de 48 munic\u00edpios foram atingidas. A mancha chegou aos estados de Maranh\u00e3o, Piau\u00ed, Cear\u00e1, Rio Grande do Norte, Para\u00edba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, ou seja, a Bahia, por enquanto, \u00e9 o \u00fanico estado do nordeste que n\u00e3o foi atingido.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente ainda est\u00e1 fazendo o diagn\u00f3stico. Muitas praias ainda n\u00e3o foram vistoriadas. Pode ser que \u00f3leo seja encontrado em outros locais, aumentando esse n\u00famero\u201d, afirmou Fernanda Pirillo, coordenadora geral de Emerg\u00eancias Ambientais do Ibama, em entrevista \u00e0 Ag\u00eancia Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Foto: Adema\/Governo de Sergipe<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde o dia 2 de setembro o&nbsp;Ibama vem estabelecendo uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es, juntamente com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (DF), Marinha e Petrobras, com o objetivo de investigar as causas e responsabilidades do despejo, no meio ambiente, do petr\u00f3leo cru que atingiu o litoral nordestino (veja lista de localidades atingidas). 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