{"id":18151,"date":"2019-08-26T16:16:12","date_gmt":"2019-08-26T19:16:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=18151"},"modified":"2019-08-26T16:16:15","modified_gmt":"2019-08-26T19:16:15","slug":"mais-uma-especie-de-pterossauro-e-descoberta-em-cruzeiro-do-oeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2019\/08\/26\/mais-uma-especie-de-pterossauro-e-descoberta-em-cruzeiro-do-oeste\/","title":{"rendered":"Mais uma esp\u00e9cie de pterossauro \u00e9 descoberta em Cruzeiro do Oeste"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O \u201cKeresdrakon vilsoni\u201d \u00e9 a quarta descoberta no s\u00edtio arqueol\u00f3gico em oito anos<\/h4>\n\n\n\n<p>Mais um pterossauro \u00e9 descoberto em Cruzeiro do Oeste. \u00c9 o \u201cKeresdrakon vilsoni\u201d, a quarta descoberta no s\u00edtio arqueol\u00f3gico em oito anos. O r\u00e9ptil voador viveu h\u00e1 80 milh\u00f5es de anos. Pesquisa foi realizada por diversas institui\u00e7\u00f5es brasileira e uma espanhola.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando viva, a mais nova descoberta da paleontologia brasileira tinha 2,50 metros de envergadura. O peso variava entre 15 e 20 quilos. A espessura dos ossos era bem fina, de 1,5 mil\u00edmetros. O animal leve voava: era o pterossauro \u201cKeresdrakon vilsoni\u201d, que viveu h\u00e1 pelo menos 80 milh\u00f5es de anos em Cruzeiro do Oeste.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas informa\u00e7\u00f5es constam em artigo publicado na revista da Academia Brasileira de Ci\u00eancias no dia 20 deste m\u00eas. O trabalho foi uma realiza\u00e7\u00e3o conjunta entre pesquisadores das seguintes institui\u00e7\u00f5es: Universidade do Contestado, de Santa Catarina, o Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade Federal de Pernambuco, a Universidade Paranaense, a Universidade Estadual de Ponta Grossa, do Paran\u00e1, a Universidade Federal do Cariri, do Cear\u00e1, e a Universidade Aut\u00f4noma de Barcelona, da Espanha.<\/p>\n\n\n\n<p>O f\u00f3ssil do r\u00e9ptil foi encontrado em blocos de escava\u00e7\u00e3o no s\u00edtio arqueol\u00f3gico de Cruzeiro do Oeste. O material come\u00e7ou a ser analisado em 2012.<\/p>\n\n\n\n<p>O nome \u201cKeresdrakon\u201d significa, em grego, \u201cdrag\u00e3o esp\u00edrito da morte\u201d. \u201cvilsoni\u201d foi dado em homenagem a Vilson Greinert, um volunt\u00e1rio que auxiliou os trabalhos envolvendo f\u00f3sseis de pterossauros na Universidade do Contestado.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse novo r\u00e9ptil de milh\u00f5es de anos atr\u00e1s \u00e9 o quarto encontrado em oito anos em Cruzeiro do Oeste, desde quando o local que hoje \u00e9 um s\u00edtio arqueol\u00f3gico come\u00e7ou a ser escavado. A primeira descoberta, divulgada em 2014, foi a de um f\u00f3ssil tamb\u00e9m de pterossauro, mas de esp\u00e9cie diferente: o \u201cCaiuajara dobruskii\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais recentemente, antes do \u201cKeresdrakon\u201d, outra descoberta havia agitado a comunidade cientifica. Em junho deste ano foi divulgada a pesquisa sobre o \u201cVespersaurus paranaensis\u201d, o primeiro dinossauro encontrado no Estado, tamb\u00e9m em Cruzeiro do Oeste.<\/p>\n\n\n\n<p>O professor Alexander Kellner, coordenador do Museu Nacional da UFRJ, um dos respons\u00e1veis pelo estudo sobre o pterossauro, comemorou o resultado da pesquisa. O trabalho aponta que o \u201cKeresdrakon\u201d deveria se alimentar do \u201cCaiuajara\u201d, que era um r\u00e9ptil menor. E, mais que isso, indica que os pterossauros e o dinossauro \u201cVerpersaurus\u201d dividiam o mesmo territ\u00f3rio, afirmou Kellner.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem coordenou o estudo foi professor Luiz Carlos Weinsch\u00fctz, do Centro Paleontol\u00f3gico da Universidade do Contestado, em Mafra, cidade que fica a 300 quil\u00f4metros da capital Florian\u00f3polis, em Santa Catarina Segundo ele, o fato de ter havido o contato de pelo menos duas esp\u00e9cies de pterossauros e uma de dinossauro na mesma regi\u00e3o \u00e9 algo que deve chamar a aten\u00e7\u00e3o da comunidade cientifica internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>O local em que os f\u00f3sseis foram encontrados atualmente \u00e9 um s\u00edtio arqueol\u00f3gico sob a coordena\u00e7\u00e3o de Museu Paleontol\u00f3gico da cidade, criado em julho deste ano. Os primeiros materiais localizados nesse s\u00edtio s\u00e3o dos anos 1970, mas s\u00f3 come\u00e7aram ser estudados a partir de 2011. A coordenadora do museu, Neur\u00eddes Martins, explicou que o s\u00edtio tem 400 metros quadrados, mas at\u00e9 o momento s\u00f3 20 metros quadrados foram escavados. Ou seja: h\u00e1 muito a ser descoberto, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisadores de outros pa\u00edses agora t\u00eam visitado o pequeno munic\u00edpio. Al\u00e9m dos f\u00f3sseis de dois pterossauros e do dinossauro encontrados em Cruzeiro do Oeste, materiais de um lagarto de 80 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s foi descoberto e divulgado para a comunidade cientifica em 2015.<\/p>\n\n\n\n<p>PortaldaCidade<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u201cKeresdrakon vilsoni\u201d \u00e9 a quarta descoberta no s\u00edtio arqueol\u00f3gico em oito anos Mais um pterossauro \u00e9 descoberto em Cruzeiro do Oeste. \u00c9 o \u201cKeresdrakon vilsoni\u201d, a quarta descoberta no s\u00edtio arqueol\u00f3gico em oito anos. O r\u00e9ptil voador viveu h\u00e1 80 milh\u00f5es de anos. 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