{"id":18105,"date":"2019-08-26T14:47:17","date_gmt":"2019-08-26T17:47:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=18105"},"modified":"2019-08-26T14:48:20","modified_gmt":"2019-08-26T17:48:20","slug":"e-possivel-recuperar-12-milhoes-de-hectares-de-vegetacao-nativa-ate-2030","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2019\/08\/26\/e-possivel-recuperar-12-milhoes-de-hectares-de-vegetacao-nativa-ate-2030\/","title":{"rendered":"\u00c9 poss\u00edvel recuperar 12 milh\u00f5es de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa at\u00e9 2030"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Brasil perdeu 71 milh\u00f5es de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa nos \u00faltimos 30 anos.<\/h4>\n\n\n\n<p>O Brasil perdeu 71 milh\u00f5es de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa nos \u00faltimos 30 anos \u2013 \u00e1rea maior que a ocupada pela Amaz\u00f4nia \u2013 em decorr\u00eancia de desmatamento e queimadas, entre outros fatores, apontam dados do MapBiomas. Como esse desmatamento ocorreu sem planejamento ambiental e agr\u00edcola, boa parte dessas \u00e1reas tornaram-se abandonadas, mal utilizadas ou entraram em processo de eros\u00e3o, ficando impr\u00f3prias para produ\u00e7\u00e3o de alimentos ou qualquer outra atividade econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p>A restaura\u00e7\u00e3o florestal pode diminuir parte desse preju\u00edzo ao possibilitar a recupera\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica&nbsp; de 12 milh\u00f5es de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em todo o pa\u00eds at\u00e9 2030, conforme estabelecido no Plano Nacional de Restaura\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica. Dessa forma, seria poss\u00edvel sequestrar 1,39 megatonelada (Mt) de di\u00f3xido de carbono (CO2) da atmosfera, interligar fragmentos naturais na paisagem e ainda aumentar em 200% a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade.<\/p>\n\n\n\n<p>As estimativas constam no sum\u00e1rio para tomadores de decis\u00e3o do relat\u00f3rio tem\u00e1tico \u201cRestaura\u00e7\u00e3o de Paisagens e Ecossistemas\u201d, lan\u00e7ado na \u00faltima sexta-feira (23\/08), no Museu do Meio Ambiente do Instituto de Pesquisas Jardim Bot\u00e2nico, no Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>O documento \u00e9 resultado de uma parceria entre a Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Servi\u00e7os Ecossist\u00eamicos (<strong>BPBES<\/strong>, na sigla em ingl\u00eas), apoiada pelo programa&nbsp;<strong>BIOTA-FAPESP<\/strong>, e o Instituto Internacional de Sustentabilidade (ISS), e foi elaborado por um grupo de 45 pesquisadores, de 25 institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO sum\u00e1rio mostra que as quest\u00f5es ambientais [conserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica] e a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola s\u00e3o interdependentes e podem caminhar juntas, sem preju\u00edzo para nenhum dos lados. Pelo contr\u00e1rio, ela s\u00f3 traz benef\u00edcios diretos, como a disponibiliza\u00e7\u00e3o de polinizadores para as culturas agr\u00edcolas, a conserva\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e do solo e, principalmente, a possibilidade de certifica\u00e7\u00e3o ambiental da produ\u00e7\u00e3o, permitindo agregar valor\u201d, disse \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP Ricardo Ribeiro Rodrigues, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de S\u00e3o Paulo (Esalq-USP) e um dos autores do documento.<\/p>\n\n\n\n<p>O sum\u00e1rio destaca que o Brasil tem grandes oportunidades para impulsionar a restaura\u00e7\u00e3o e a recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o e, com isso, aumentar a gera\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios socioecon\u00f4micos e ambientais, minimizar a competi\u00e7\u00e3o de florestas com \u00e1reas agr\u00edcolas e contribuir para combater as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, para que as oportunidades se tornem realidade, o pa\u00eds n\u00e3o pode retroceder em suas pol\u00edticas ambientais de redu\u00e7\u00e3o do desmatamento, conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e impulsionamento da recupera\u00e7\u00e3o e da restaura\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa em larga escala, ponderam os autores.<\/p>\n\n\n\n<p>O fim da obrigatoriedade da Reserva Legal, as redu\u00e7\u00f5es das alternativas de convers\u00e3o de multas e a extin\u00e7\u00e3o dos f\u00f3runs de colabora\u00e7\u00e3o e coordena\u00e7\u00e3o entre atores governamentais e da sociedade seriam perdas irrepar\u00e1veis para uma pol\u00edtica de adequa\u00e7\u00e3o ambiental, afirmam.<\/p>\n\n\n\n<p>Os autores tamb\u00e9m ponderam que Brasil tem assumido o papel de l\u00edder em negocia\u00e7\u00f5es ambientais internacionais e qualquer ruptura desse caminho, al\u00e9m de afastar oportunidades, vai afugentar mercados internacionais consumidores de produtos agr\u00edcolas. Isso porque, cada vez mais, esses agentes se pautam pela produ\u00e7\u00e3o e pelo consumo sustent\u00e1veis, incluindo pol\u00edticas de n\u00e3o consumo de produtos provenientes de \u00e1reas desmatadas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Brasil n\u00e3o deveria ter nenhuma dificuldade de colocar seus produtos agr\u00edcolas no mercado internacional, pois o diferencial poderia ser uma agricultura sustent\u00e1vel praticada em ambientes de elevada diversidade natural. Isso \u00e9 um ativo que nenhum outro pa\u00eds tem\u201d, avaliou Rodrigues.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Aumento de produtividade<\/h2>\n\n\n\n<p>De acordo com o documento, a intensifica\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel da pecu\u00e1ria brasileira \u00e9 um processo-chave para aumentar a produtividade do setor e liberar as \u00e1reas agr\u00edcolas de menor produtividade para o cumprimento de leis e metas ambientais.<\/p>\n\n\n\n<p>O aumento da produtividade m\u00e9dia da pecu\u00e1ria brasileira de 4,4 para 9 arrobas por hectare por ano permitiria n\u00e3o s\u00f3 a atingir a meta brasileira de recuperar 12 milh\u00f5es de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa at\u00e9 2030, como tamb\u00e9m zerar o desmatamento ilegal e liberar 30 milh\u00f5es de hectares para a agricultura.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTr\u00eas quartos da \u00e1rea agr\u00edcola brasileira s\u00e3o ocupados hoje pela pecu\u00e1ria, com baix\u00edssima produtividade m\u00e9dia. Se tiv\u00e9ssemos uma boa pol\u00edtica agr\u00edcola, voltada \u00e0 tecnifica\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria, seria poss\u00edvel aumentar a produtividade da atividade e, assim, liberar pelo menos 32 milh\u00f5es de hectares de pastagem para outras culturas, mantendo a mesma quantidade de cabe\u00e7as de gado atual\u201d, disse Rodrigues.<\/p>\n\n\n\n<p>O aumento da produtividade das pastagens nos pr\u00f3ximos 30 anos seria suficiente, considerando o Brasil como um todo, para garantir o cumprimento de leis e metas ambientais, como pode ser confirmado nos resultados regionais, afirmam os pesquisadores.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Amaz\u00f4nia, por exemplo, para atender a todas as metas de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e florestal, de desmatamento ilegal zero e de recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa \u2013 visando legalizar ambientalmente as propriedades rurais e ainda potencializar os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos \u2013, seria preciso ampliar a produtividade das pastagens do n\u00edvel atual de 46% para 63-75% do seu potencial sustent\u00e1vel, em 15 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Mata Atl\u00e2ntica, esse mesmo processo necessita de um aumento dos atuais 24% para 30-34% do seu potencial, sendo que tal incremento \u00e9 poss\u00edvel apenas aplicando o conhecimento b\u00e1sico de manejo de pastagens. No Cerrado, bastaria sair dos 35% vigentes para 65% do seu potencial sustent\u00e1vel at\u00e9 2050 para harmonizar expans\u00e3o agr\u00edcola sustent\u00e1vel, restaura\u00e7\u00e3o em \u00e1reas priorit\u00e1rias e desmatamento ilegal zero<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o h\u00e1 nenhuma justificativa para o desmatamento que est\u00e1 acontecendo na Amaz\u00f4nia e no Cerrado agora, porque estamos gerando ainda mais pecu\u00e1ria de baixa produtividade\u201d, afirmou Rodrigues.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o documento, o aumento da produtividade nas \u00e1reas j\u00e1 agr\u00edcolas e a ado\u00e7\u00e3o de modelos econ\u00f4micos alternativos nas \u00e1reas com menor potencial agr\u00edcola \u2013 como aquelas com restri\u00e7\u00f5es \u00e0 produ\u00e7\u00e3o mecanizada, as ocupadas por vegeta\u00e7\u00e3o nativa, florestas nativas com aproveitamento econ\u00f4mico sustent\u00e1vel e sistemas agroflorestais biodiversos \u2013 tamb\u00e9m s\u00e3o essenciais para alavancar os benef\u00edcios financeiros diretos e indiretos em curto prazo.<\/p>\n\n\n\n<p>Somando a explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica das \u00e1reas marginais restauradas com fins comerciais, como sistemas agroflorestais biodiversos, e o ganho proporcionado pelo uso destas \u00e1reas para compensa\u00e7\u00e3o de Reserva Legal de propriedades rurais com d\u00e9bito ambiental, torna-se financeiramente vi\u00e1vel a reconvers\u00e3o de \u00e1reas agr\u00edcolas marginais para vegeta\u00e7\u00e3o nativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Paragominas, no Par\u00e1, em apenas quatro anos, propriedades de pecu\u00e1ria irregulares ambientalmente e de baixa produtividade regularizaram suas exig\u00eancias ambientais legais e aumentaram a produtividade da agropecu\u00e1ria em quatro vezes e ainda passaram a explorar a Reserva Legal de forma sustent\u00e1vel, plantando madeira e frut\u00edferas nativas, diversificando a produ\u00e7\u00e3o, exemplifica o sum\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cH\u00e1 v\u00e1rios outros exemplos de projetos de pecu\u00e1ria sustent\u00e1vel no pa\u00eds, em que s\u00e3o tecnificadas as melhores \u00e1reas para a pastagem e as \u00e1reas marginais, que s\u00e3o as \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente [APPs] para prote\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, do solo e da biodiversidade.&nbsp;As \u00e1reas agr\u00edcolas de menor aptid\u00e3o agr\u00edcola, que cabem no conceito de reserva legal, s\u00e3o ocupadas com florestas econ\u00f4micas biodiversas, para a recupera\u00e7\u00e3o ambiental e produtiva da propriedade\u201d, disse Rodrigues.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Restaura\u00e7\u00e3o planejada<\/h2>\n\n\n\n<p>De acordo com Carlos Joly, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), membro da coordena\u00e7\u00e3o da BPBES e do BIOTA-FAPESP, o Brasil tem a oportunidade de desenvolver um programa de recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa \u00edmpar no mundo para \u00e1reas florestadas da Mata Atl\u00e2ntica e Amaz\u00f4nia. Isso porque o pa\u00eds pode contar com uma grande diversidade de esp\u00e9cies em projetos de restaura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cH\u00e1 projetos grandes e bem-sucedidos de restaura\u00e7\u00e3o em andamento em pa\u00edses como a China, mas a diversidade de esp\u00e9cies usadas \u00e9 baixa, pois a variedade que possuem \u00e9 muito menor do que a encontrada na Mata Atl\u00e2ntica e na Amaz\u00f4nia, por exemplo\u201d, comparou.<\/p>\n\n\n\n<p>A alta diversidade de esp\u00e9cies encontradas nesses biomas brasileiros permite que a restaura\u00e7\u00e3o seja muito mais funcional, explicou Joly. \u201cAl\u00e9m das vantagens comuns, como a melhoria da estabilidade do solo e o aumento na reten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua \u2013 e, consequentemente, maior recarga de aqu\u00edferos \u2013, um programa de restaura\u00e7\u00e3o com alta diversidade de esp\u00e9cies permite incluir plantas que podem ser fontes de alimentos ou que s\u00e3o importantes para manuten\u00e7\u00e3o de polinizadores, como abelhas\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos gargalos para implantar grandes projetos de restaura\u00e7\u00e3o em biomas como a Amaz\u00f4nia \u00e9 a disponibilidade de mudas, apontam os pesquisadores. Mas esse problema seria dirimido \u00e0 medida que aumentasse a demanda, ponderam.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSe realmente existir vontade pol\u00edtica de implementar programas de restaura\u00e7\u00e3o em larga escala, o mercado de produ\u00e7\u00e3o de mudas imediatamente aqueceria, porque h\u00e1 conhecimento suficiente\u201d, afirmou Joly.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cHoje \u00e9 dif\u00edcil encontrar uma alta diversidade de mudas de esp\u00e9cies nativas para restaura\u00e7\u00e3o porque a demanda \u00e9 muito baixa. Mas ao estabelecer um programa de restaura\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel reativar toda uma cadeia, que vai desde a coleta de sementes, passando pelo plantio at\u00e9 o acompanhamento das mudas no campo\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>A restaura\u00e7\u00e3o, se bem planejada e implementada na paisagem, pode aumentar em mais de 200% a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade, indica o sum\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Mata Atl\u00e2ntica, por exemplo, a recupera\u00e7\u00e3o do d\u00e9bito de Reserva Legal (de 5 milh\u00f5es de hectares) pode evitar at\u00e9 26% de extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies (2.864 esp\u00e9cies de plantas e animais) e sequestrar 1 bilh\u00e3o de toneladas de CO2 equivalente. A rela\u00e7\u00e3o custo-efetividade desse cen\u00e1rio \u00e9 oito vezes maior se comparada a um contexto sem prioriza\u00e7\u00e3o espacial, o que aumenta em 257% a extin\u00e7\u00e3o evitada de esp\u00e9cies e em 105% o sequestro de carbono, al\u00e9m de reduzir os custos em 57%.<\/p>\n\n\n\n<p>A condu\u00e7\u00e3o da regenera\u00e7\u00e3o natural em \u00e1reas com condi\u00e7\u00f5es ambientais e socioecon\u00f4micas favor\u00e1veis no bioma pode reduzir em at\u00e9 77% o custo de implementa\u00e7\u00e3o da restaura\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos 20 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cHoje, por meio de ferramentas de modelagem, \u00e9 poss\u00edvel avaliar o custo-benef\u00edcio da restaura\u00e7\u00e3o com diferentes fun\u00e7\u00f5es, como para ter a maior diversidade poss\u00edvel de esp\u00e9cies de \u00e1rvores ou maior efici\u00eancia em termos de custo da \u00e1rea e da m\u00e3o de obra empregada\u201d, disse Joly.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAo cruzar esses objetivos, os sistemas de modelagem permitem mapear e selecionar \u00e1reas com maiores chances de atingir os objetivos de baixo custo, com a maior diversidade de esp\u00e9cies e efetividade de restaura\u00e7\u00e3o. Com isso \u00e9 poss\u00edvel aumentar a escala de restaura\u00e7\u00e3o\u201d, explicou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CicloVivo<\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brasil perdeu 71 milh\u00f5es de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa nos \u00faltimos 30 anos. O Brasil perdeu 71 milh\u00f5es de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa nos \u00faltimos 30 anos \u2013 \u00e1rea maior que a ocupada pela Amaz\u00f4nia \u2013 em decorr\u00eancia de desmatamento e queimadas, entre outros fatores, apontam dados do MapBiomas. Como esse desmatamento ocorreu sem planejamento [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":18106,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18105","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-meio-ambiente"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/pequenas-mudas-em-sacos-pretos.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18105"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18105"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18105\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18108,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18105\/revisions\/18108"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18106"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18105"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18105"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18105"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}