{"id":17770,"date":"2019-08-21T10:37:08","date_gmt":"2019-08-21T13:37:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=17770"},"modified":"2019-08-21T10:37:10","modified_gmt":"2019-08-21T13:37:10","slug":"desmatamento-na-amazonia-seria-o-dobro-do-registrado-pelo-inpe-aponta-estudo-de-universidade-americana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2019\/08\/21\/desmatamento-na-amazonia-seria-o-dobro-do-registrado-pelo-inpe-aponta-estudo-de-universidade-americana\/","title":{"rendered":"Desmatamento na Amaz\u00f4nia seria o dobro do registrado pelo Inpe, aponta estudo de universidade americana"},"content":{"rendered":"\n<p>A\u00a0Amaz\u00f4nia\u00a0brasileira perdeu mais de uma Alemanha em \u00e1rea de floresta entre 2000 e 2017. S\u00e3o cerca de 400 mil km\u00b2 a menos de \u00e1rea verde, de acordo com estudo de uma equipe de pesquisadores da Universidade de Oklahoma publicado na revista cient\u00edfica Nature Sustainability.<\/p>\n\n\n\n<p>Click no link abaixo para assinar um abaixo assinado para podermos proteger a nossa maior r\u00edqueza natural do brasil, se o presidente nao faz, n\u00f3s fazemos!<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.change.org\/p\/impedir-o-desmatamento-e-explora%C3%A7%C3%A3o-da-amaz%C3%B4nia?recruiter=921011900&amp;utm_source=share_petition&amp;utm_medium=twitter&amp;utm_campaign=psf_combo_share_abi&amp;utm_term=psf_combo_share_initial&amp;recruited_by_id=358ac5b0-f896-11e8-b566-efdfd7d40bfd\">https:\/\/www.change.org\/p\/impedir-o-desmatamento-e-explora%C3%A7%C3%A3o-da-amaz%C3%B4nia?recruiter=921011900&amp;utm_source=share_petition&amp;utm_medium=twitter&amp;utm_campaign=psf_combo_share_abi&amp;utm_term=psf_combo_share_initial&amp;recruited_by_id=358ac5b0-f896-11e8-b566-efdfd7d40bfd<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>O resultado apontado \u00e9 mais que o dobro da \u00e1rea de 180 mil km\u00b2 registrada no mesmo per\u00edodo pelo sistema de monitoramento de desmatamento anual adotado pelo Inpe, o Programa de Monitoramento da Floresta Amaz\u00f4nica Brasileira por Sat\u00e9lite (Prodes).<\/p>\n\n\n\n<p>O conceito de floresta desmatada e a qualidade das imagens analisadas pelo sat\u00e9lite utilizado na nova pesquisa, com menos interfer\u00eancia de nuvens e sombras, s\u00e3o apontados como fatores para a discrep\u00e2ncia nos resultados.<\/p>\n\n\n\n<p>O mesmo estudo diz ainda que o tamanho de toda floresta na Amaz\u00f4nia \u00e9 subdimensionado em 15%. Dados sobre desmatamento servem de base para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e acordos internacionais do governo brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>O artigo revela ainda que as unidades de conserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia perderam 20 mil km\u00b2 de floresta entre 2000 e 2017. Daria para colocar quase quatro Bras\u00edlias nesse espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas a pesquisa aponta um avan\u00e7o no reflorestamento entre 2001 e 2013. Considerando reflorestamento como \u00e1reas verdes regeneradas e que assim permaneceram por pelo menos quatro anos, a Amaz\u00f4nia teve um ganho de 21% de floresta do que foi desmatado no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O m\u00e9todo<\/h2>\n\n\n\n<p>O m\u00e9todo utilizado pelos pesquisadores da Universidade de Oklahoma considera dados de um radar (PALSAR), que obt\u00e9m imagens mesmo com presen\u00e7a de nuvens, adicionados a imagens di\u00e1rias de um sat\u00e9lite (MODIS).<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados s\u00e3o analisados em um algoritmo que considera um pixel como \u00e1rea verde ou n\u00e3o-verde durante o ano inteiro. O estudo afirma que 99,7% dos pixels analisados por esse m\u00e9todo, chamado de PALSAR\/MODIS, apresentaram boa qualidade para an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a pesquisa aponta que no sistema de monitoramento adotado pelo Inpe, o Prodes, que utiliza principalmente um sat\u00e9lite (LANDSAT) que faz imagens de uma determinada \u00e1rea a cada 16 dias, teve entre 5% e 15% das imagens cobertas por nuvens ou sombras.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesses casos, analistas do Inpe fazem an\u00e1lise visual de imagens de outros tr\u00eas sat\u00e9lites (LANDSAT 8\/OLI, CBERS 4 e IRS-2) para calcular uma estimativa de perda de floresta nas \u00e1reas cobertas. Em seu site, o Inpe afirma que &#8220;a estimativa do desmatamento sob nuvens corresponde em m\u00e9dia a apenas 5%&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/130D5\/production\/_108373087_anexo1-jamanxim_protectedarea.jpg\" alt=\"Recorte feitos pelos pesquisadores comparando imagens do m\u00e9todo da pesquisa (PALSAR\/MODIS) com o PRODES\"\/><figcaption>Image captionPesquisadores de Oklahoma se basearam em dados do radar PALSAR, que faz imagens atrav\u00e9s de nuvens, enquanto o Inpe usa o PRODES, com base no sat\u00e9lite LANDSAT, em que 5% a 15% das imagens ficaram cobertas por nuvens ou sombras no per\u00edodo analisado<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Essa imprecis\u00e3o nas imagens ainda seria respons\u00e1vel por um subdimensionamento da floresta amaz\u00f4nica. O m\u00e9todo PALSAR\/MODIS identificou 3.750.000 km\u00b2 de floresta em 2010, um n\u00famero 15% maior do que o Prodes apontou no mesmo ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Xiangming Xiao, chefe da pesquisa e professor doutor do Centro de An\u00e1lises Espaciais da Universidade de Oklahoma, explica que outros estudos j\u00e1 haviam apontado inconsist\u00eancias nos dados do Prodes, mas pela primeira vez isso \u00e9 mostrado com imagens de melhor qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Pesquisas anteriores j\u00e1 identificaram as imprecis\u00f5es nos dados do Prodes, no entanto, essas publica\u00e7\u00f5es atribu\u00edram os problemas sob a perspectiva de algoritmos e relat\u00f3rios. Nosso artigo avan\u00e7a este argumento principalmente da perspectiva dos dados com qualidade melhor de imagem, o que garante que nossa an\u00e1lise de dados tenha poucas lacunas&#8221;, diz o professor Xiao, que come\u00e7ou a se envolver em projetos de monitoramento da Amaz\u00f4nia em 2002.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram quatro anos de monitoramento e an\u00e1lise de dados para que os 14 pesquisadores apresentassem os resultados sobre desmatamento na Amaz\u00f4nia. Dois brasileiros, servidores da Divis\u00e3o de Sensoriamento Remoto do Inpe, Yosio Shimabukuro e Egidio Arai, participaram dos estudos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conceitos diferentes sobre floresta<\/h2>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da qualidade das imagens de sat\u00e9lite e o tipo de algoritmo utilizado na an\u00e1lise dos dados, os pesquisadores afirmam que a defini\u00e7\u00e3o de cobertura florestal interfere no resultado final.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pesquisa da Universidade de Oklahoma eles consideram a perda de \u00e1rea verde como desmatamento. J\u00e1 o Prodes utiliza apenas o conceito de floresta prim\u00e1ria para desmatamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, ap\u00f3s uma \u00e1rea ser desmatada, mesmo que ela seja reflorestada posteriormente, essa \u00e1rea n\u00e3o \u00e9 mais analisada pelo sistema de monitoramento, explica o pesquisador Carlos Souza, do Imazon, instituto que faz an\u00e1lises sobre desmatamento na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Uma vez que detecta o desmatamento, o Prodes n\u00e3o olha mais aquela \u00e1rea. Ele s\u00f3 indica desmatamento de floresta prim\u00e1ria. O Imazon fez um estudo utilizando uma metodologia que chamamos de MapBiomas, com imagens do sat\u00e9lite LANDSAT, que apontou 12 milh\u00f5es de hectares (120 mil km\u00b2) de floresta em regenera\u00e7\u00e3o em 2017&#8221;, diz Souza.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/6D85\/production\/_108373082_foto02.jpg\" alt=\"Equipe do Ibama combate garimpo ilegal \u00e0s margens do rio Jamanxim, no Par\u00e1\"\/><figcaption>Image captionDados sobre desmatamento servem de base para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e acordos internacionais do governo brasileiro<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Para Claudio Almeida, chefe da Coordena\u00e7\u00e3o do Programa Amaz\u00f4nia (COAMZ), departamento do Inpe que faz o monitoramento de imagens da Amaz\u00f4nia, ela &#8220;tem hoje cerca de 20% de sua \u00e1rea em algum grau de regenera\u00e7\u00e3o, isso representa aproximadamente 140 mil km\u00b2&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;No Prodes n\u00f3s consideramos essa \u00e1rea como uma m\u00e1scara que n\u00e3o \u00e9 analisada. Essa parte da verifica\u00e7\u00e3o \u00e9 feita por outro sistema do Inpe, o Terraclass, que monitora a ocupa\u00e7\u00e3o da terra ap\u00f3s o desmatamento&#8221;, afirma Almeida.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Din\u00e2mica da floresta<\/h2>\n\n\n\n<p>A pesquisa faz ainda uma an\u00e1lise da din\u00e2mica do desmatamento na floresta. Em 2010 e entre 2015 e 2016, houve um crescimento acentuado no desmatamento por fatores clim\u00e1ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>O El Ni\u00f1o trouxe um clima mais seco para a regi\u00e3o, o que facilitou a propaga\u00e7\u00e3o de queimadas, que em m\u00e9dia s\u00e3o respons\u00e1veis por 70% do desmatamento de \u00e1reas verdes na Amaz\u00f4nia. Em anos secos o total desmatado chegou a 3,7 vezes a \u00e1rea de perda de floresta em anos mais chuvosos. A pr\u00f3pria din\u00e2mica de desmatamento ilegal estaria facilitando anos mais secos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/17EF5\/production\/_108373089_anexo2-amaznia-divulgaooklahomauniversity.jpg\" alt=\"Compara\u00e7\u00e3o de imagens da Amaz\u00f4nia para os dois m\u00e9todos.\"\/><figcaption>Image captionM\u00e9todo PALSAR\/MODIS identificou 3,75 milh\u00f5es de km\u00b2 de floresta em 2010, 15% a mais do que o PRODES no mesmo ano<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;Estudos anteriores apontam que a degrada\u00e7\u00e3o da floresta por inc\u00eandios e extra\u00e7\u00e3o seletiva de madeira reduzem a resist\u00eancia \u00e0 seca, o que aumenta as chances de desmatamento. Portanto, reduzir o fogo induzido pelo homem e a extra\u00e7\u00e3o de madeira poderia ajudar&#8221;, aconselha o professor doutor Yuanwei Qin, que tamb\u00e9m liderou a pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p>O professor Qin ainda lembra que as an\u00e1lises apontaram que 90% dos desmatamentos ocorreram em at\u00e9 5 km de proximidade de \u00e1reas que j\u00e1 tinham sido desmatadas antes de 2002. Para o cientista, isso demonstra que &#8220;o grau de atividade antr\u00f3pica (altera\u00e7\u00f5es realizadas pelo homem) impulsiona a perda da floresta na Amaz\u00f4nia brasileira&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sistemas diferentes e hist\u00f3rico de dados<\/h2>\n\n\n\n<p>Para Carlos Souza, do Imazon, m\u00e9todos diferentes de monitoramento da floresta demonstram avan\u00e7os no acompanhamento de desmatamentos. O instituto divulgou na semana passada resultado do SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento), que indicou que a Amaz\u00f4nia perdeu 5 mil km\u00b2 de floresta nativa nos \u00faltimos 12 meses.<\/p>\n\n\n\n<p>O m\u00e9todo adotado pelo Imazon tamb\u00e9m \u00e9 diferente do Prodes e do DETER, este um sistema em tempo real de alerta de altera\u00e7\u00f5es na cobertura vegetal acima de tr\u00eas hectares.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Essa pesquisa de Oklahoma traz um novo tipo de informa\u00e7\u00e3o. A comunidade cient\u00edfica \u00e9 sempre aberta para isso, mas s\u00e3o dados cient\u00edficos. Para se aprofundar mais, e posteriormente criar um sistema operacional, \u00e9 preciso se aprofundar mais na pesquisa. Outros trabalhos j\u00e1 tinham apontado que o desmatamento na Amaz\u00f4nia \u00e9 maior do que o Prodes estima, mas n\u00e3o o dobro como este caso&#8221;, afirma Souza.<\/p>\n\n\n\n<p>Em julho, o presidente Jair Bolsonaro criticou publicamente dados do DETER, que, para ele, &#8220;n\u00e3o condizem com a realidade&#8221;. O caso resultou na demiss\u00e3o do diretor do Inpe, Ricardo Galv\u00e3o, e teve repercuss\u00e3o internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo de Oklahoma adotou 2000 como ano de refer\u00eancia (ou linha de base, como os pesquisadores chamam). J\u00e1 o PRODES possui uma refer\u00eancia mais antiga e Souza explica que esse \u00e9 um fator importante do m\u00e9todo brasileiro, apesar das limita\u00e7\u00f5es e da necessidade de melhorias.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/13EC8\/production\/_108380618_e0cebccc-a326-4156-b69f-e4c3b97fa09c.jpg\" alt=\"Equipe do Ibama combate garimpo ilegal \u00e0s margens do rio Jamanxim, no Par\u00e1.\"\/><figcaption>Image captionPesquisadores fizeram monitoramento e an\u00e1lise de dados por quatro anos para apresentar resultados sobre desmatamento na Amaz\u00f4nia<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;O valor do Prodes \u00e9 que temos uma s\u00e9rie longa de dados, desde 1988. Muitas pol\u00edticas p\u00fablicas foram pensadas com base nessas informa\u00e7\u00f5es, metas que o governo colocou de emiss\u00f5es associadas a desmatamento foram feitas tomando esses dados como refer\u00eancia, ent\u00e3o tudo isso \u00e9 importante. Qualquer m\u00e9todo adicional, que vai trazer melhorias, precisa considerar essa dimens\u00e3o temporal&#8221;, diz Souza.<\/p>\n\n\n\n<p>O chefe do monitoramento na Amaz\u00f4nia, Claudio Almeida, diz que o \u00f3rg\u00e3o acompanha estudos sobre o tema de forma permanente, mas tamb\u00e9m refor\u00e7a a import\u00e2ncia da s\u00e9rie hist\u00f3rica do Prodes.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O Inpe faz o monitoramento operacional do bioma, mas tamb\u00e9m tem um lado de pesquisa at\u00e9 pela forma\u00e7\u00e3o da equipe. Ent\u00e3o \u00e9 comum ter pesquisadores do \u00f3rg\u00e3o participando ou acompanhando estudos de fora. Desde 1988 o Prodes incorporou alguns elementos de inova\u00e7\u00f5es propostas pela academia, mas n\u00e3o podemos mudar tudo porque esse fator hist\u00f3rico nos permite compara\u00e7\u00f5es importantes com a floresta no passado. No caso dessa pesquisa da Universidade de Oklahoma vejo que \u00e9 um bom m\u00e9todo para analisar \u00e1reas maiores, mas o Prodes ainda \u00e9 melhor para avaliar desmatamento em locais espec\u00edficos&#8221;, avalia Almeida.<\/p>\n\n\n\n<p>BBC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A\u00a0Amaz\u00f4nia\u00a0brasileira perdeu mais de uma Alemanha em \u00e1rea de floresta entre 2000 e 2017. S\u00e3o cerca de 400 mil km\u00b2 a menos de \u00e1rea verde, de acordo com estudo de uma equipe de pesquisadores da Universidade de Oklahoma publicado na revista cient\u00edfica Nature Sustainability. 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