{"id":17632,"date":"2019-08-19T17:04:51","date_gmt":"2019-08-19T20:04:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=17632"},"modified":"2019-08-19T17:04:52","modified_gmt":"2019-08-19T20:04:52","slug":"perdoar-faz-bem-para-o-coracao-diz-estudo-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2019\/08\/19\/perdoar-faz-bem-para-o-coracao-diz-estudo-brasileiro\/","title":{"rendered":"Perdoar faz bem para o cora\u00e7\u00e3o, diz estudo brasileiro"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Pesquisa estabeleceu rela\u00e7\u00e3o entre o perd\u00e3o e os problemas cardiovasculares; entenda<\/h4>\n\n\n\n<p>Estudo sobre\u00a0perd\u00e3o\u00a0apresentado na 40\u00aa edi\u00e7\u00e3o do\u00a0Congresso da Sociedade de Cardiologia de S\u00e3o Paulo\u00a0(Socesp) revelou que quem perdoa sofre menos problemas no cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A observa\u00e7\u00e3o foi feita a partir de dois grupos: o primeiro grupo constitu\u00eddo por pessoas que apresentavam\u00a0infarto\u00a0agudo do mioc\u00e1rdio (IAM) e o outro por indiv\u00edduos sem doen\u00e7a cardiovascular diagnosticada conhecida.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a pesquisa, o grupo dos infartados foi o que mais apresentou dificuldade em perdoar. Enquanto que o grupo mais propenso a perdoar foi justamente o grupo 2, que n\u00e3o possu\u00eda nenhum problema card\u00edaco.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso a associa\u00e7\u00e3o entre o perd\u00e3o e a sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o. Dentre as situa\u00e7\u00f5es que eles est\u00e3o mais dispostos a perdoar est\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Invas\u00e3o de privacidade<\/li><li>N\u00e3o receber aten\u00e7\u00e3o do parceiro ou parceira que te convidou para uma festa<\/li><li>Coment\u00e1rios negativos dentro da fam\u00edlia, etc.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estudo sobre perd\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Foram analisadas cerca de 130 pessoas pelo\u00a0projeto\u00a0desenvolvido na Universidade de Santo Amaro (UNISA), em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>E al\u00e9m de tratar sobre o perd\u00e3o, o estudo tamb\u00e9m verificou outros aspectos relacionados como os \u00edndices de espiritualidade entre as pessoas com e sem doen\u00e7as cardiovasculares.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse caso, n\u00e3o houve tanta disparidade religiosa. 19 dos integrantes do grupo de v\u00edtimas de infarto afirmaram sentir Deus v\u00e1rias vezes por dia. J\u00e1 no grupo 2, esse n\u00famero cresceu em apenas uma pessoa.<\/p>\n\n\n\n<p>A hip\u00f3tese \u00e9 de que os pacientes que tiveram infarto aderiram a uma vis\u00e3o mais religiosa depois do problema como uma forma de lidar com a situa\u00e7\u00e3o. Assim, a religiosidade deles se aproximou da dos demais.<\/p>\n\n\n\n<p>MinhaVida<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa estabeleceu rela\u00e7\u00e3o entre o perd\u00e3o e os problemas cardiovasculares; entenda Estudo sobre\u00a0perd\u00e3o\u00a0apresentado na 40\u00aa edi\u00e7\u00e3o do\u00a0Congresso da Sociedade de Cardiologia de S\u00e3o Paulo\u00a0(Socesp) revelou que quem perdoa sofre menos problemas no cora\u00e7\u00e3o. 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