{"id":16836,"date":"2019-08-12T10:18:59","date_gmt":"2019-08-12T13:18:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/?p=16836"},"modified":"2019-08-12T10:19:01","modified_gmt":"2019-08-12T13:19:01","slug":"parana-tem-154-cidades-sem-hospital-aponta-levantamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paranapraia.com.br\/index.php\/2019\/08\/12\/parana-tem-154-cidades-sem-hospital-aponta-levantamento\/","title":{"rendered":"Paran\u00e1 tem 154 cidades sem hospital, aponta levantamento"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">S\u00e3o 399 munic\u00edpios e 482 institui\u00e7\u00f5es, segundo a Secretaria Estadual de Sa\u00fade. An\u00e1lise feita pelo G1 mostra que Paran\u00e1 tem 23,4 mil habitantes para cada hospital existente.<\/h4>\n\n\n\n<p>Mais de um ter\u00e7o dos munic\u00edpios paranaenses n\u00e3o possui hospital, segundo dados informados pela Secretaria de Estado da Sa\u00fade do Paran\u00e1 (Sesa).<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o levantamento, das 399 cidades do Paran\u00e1, 154 est\u00e3o sem hospital.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao todo, o estado conta com 482 hospitais. Quase um ter\u00e7o do n\u00famero est\u00e1 concentrado nas cinco maiores cidades do Paran\u00e1: 69 est\u00e3o em Curitiba; 29 em Londrina e 21 em Cascavel. Em Maring\u00e1, s\u00e3o 19 institui\u00e7\u00f5es. Ponta Grossa tem 10.<\/p>\n\n\n\n<p>Marialva, no norte do estado, \u00e9 uma das cidades sem hospital. A fam\u00edlia de Maria Eduarda Silva diagnosticada com Tetrologia de Fallot \u2013 doen\u00e7a que dificulta a circula\u00e7\u00e3o do sangue do cora\u00e7\u00e3o para as art\u00e9rias do pulm\u00e3o \u2013 acredita que a crian\u00e7a tenha sido v\u00edtima dessa estat\u00edstica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela precisou passar por duas cirurgias por conta da doen\u00e7a no estado de S\u00e3o Paulo, onde nasceu.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando tinha cinco anos, Maria Eduarda mudou-se com a fam\u00edlia para Marialva. Em fevereiro de 2018, a m\u00e3e da menina a levou para o Pronto Atendimento (PA) da cidade, ap\u00f3s a crian\u00e7a reclamar de dores no peito e febre.<\/p>\n\n\n\n<p>No PA, o diagn\u00f3stico dado foi de virose, mesmo com a m\u00e3e de Maria Eduarda tendo alertado sobre a doen\u00e7a da filha, segundo a fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cN\u00e3o fazia um exame, n\u00e3o encaminhava para um internamento. Um dia, falava que era virose. Ia em outro m\u00e9dico, falava que era infec\u00e7\u00e3o de bexiga. Outra vez, disse que era pedra no rim\u201d, explicou a av\u00f3 da menina, Lindalva Rocha Silva.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Quinze dias ap\u00f3s os primeiros sintomas, o quadro da menina se agravou em casa. Novamente, ela foi levada para o PA.<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00e9dicos do Servi\u00e7o de Atendimento M\u00f3vel de Urg\u00eancia (Samu) foram chamados para lev\u00e1-la para um hospital de Maring\u00e1, mas menina teve uma parada card\u00edaca e morreu.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201c\u00c9 dif\u00edcil a gente falar, s\u00f3 Deus sabe o momento da vida da gente. Mas se tivesse um hospital na cidade, com certeza o tratamento era outro. A falta do hospital para gente \u00e9 muito dif\u00edcil\u201d, disse a av\u00f3 de Maria Eduarda.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/ToBpAkqciSN96rDc9mMgqQ7pDII=\/0x0:1920x1080\/1008x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2019\/X\/A\/V8lpgETOAagOt0M8BRTA\/mapa-cidades-do-parana-sem-hospital.jpg\" alt=\"Das 399 cidades do Paran\u00e1, 154 n\u00e3o possuem hospital \u2014 Foto: Arte\/G1\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Das 399 cidades do Paran\u00e1, 154 n\u00e3o possuem hospital \u2014 Foto: Arte\/G1<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sem resposta<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>At\u00e9 hoje a fam\u00edlia de Maria Eduarda diz n\u00e3o saber o verdadeiro motivo da morte da crian\u00e7a. Lindalva conta que s\u00f3 foi dito \u00e0 fam\u00edlia que a menina teve uma infec\u00e7\u00e3o e morreu ap\u00f3s sofrer a parada card\u00edaca.<\/p>\n\n\n\n<p>A av\u00f3 de Maria Eduarda mora em Marialva h\u00e1 47 anos. Ela teve quatro filhos. Segundo ela, todos nasceram em um hospital na cidade. Em 2013, a \u00fanica institui\u00e7\u00e3o que permanecia aberta fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, ela diz sofrer com uma h\u00e9rnia no est\u00f4mago e refluxo. Por conta dos problemas, ela aguarda por um exame de endoscopia. O pedido foi feito h\u00e1 nove meses no Pronto Atendimento da cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDiz que n\u00e3o tem vaga. Eu estou aqui esperando, passando mal, n\u00e3o posso comer direito\u201d, reclama.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/RNjHN-7gs_fCEYOhuGm2jJ4-1bo=\/0x0:500x324\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2019\/H\/3\/go9roVS2qWhgGyhxzx6w\/marialva.jpg\" alt=\"Hospital S\u00e3o Pedro, em Marialva, encerrou as atividades em 2013 \u2014 Foto: Armando Rossato\/Arquivo Pessoal\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Hospital S\u00e3o Pedro, em Marialva, encerrou as atividades em 2013 \u2014 Foto: Armando Rossato\/Arquivo Pessoal<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Estat\u00edstica e regionaliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Com uma popula\u00e7\u00e3o estimada em 11,3 milh\u00f5es de habitantes, em 2018, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), o Paran\u00e1 tem taxa de um hospital para cada 23,4 mil habitantes.<\/p>\n\n\n\n<p>O estado \u00e9 dividido em 22 regionais de sa\u00fade pela Secretaria de Sa\u00fade do Paran\u00e1 (Sesa). Elas s\u00e3o respons\u00e1veis por ajudar na gest\u00e3o de sa\u00fade dos munic\u00edpios.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o levantamento da Sesa, a Regional de Sa\u00fade de Umuarama, no noroeste do Paran\u00e1, \u00e9 a que apresenta a menor taxa de hospitais por cidade. S\u00e3o 13 institui\u00e7\u00f5es para 21 munic\u00edpios atendidos. Na regi\u00e3o, s\u00e3o 14 cidades sem nenhum hospital.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a Regional de Curitiba, mesmo com o maior n\u00famero de hospitais, tem a maior propor\u00e7\u00e3o de habitantes por institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que diz o governo<\/h2>\n\n\n\n<p>O secret\u00e1rio estadual de Sa\u00fade, Beto Preto, disse que o governo trabalha para concluir as obras de constru\u00e7\u00e3o de hospitais de Guarapuava, na regi\u00e3o central, e em Ivaipor\u00e3, no norte.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o hospital de Tel\u00eamaco Borba, na regi\u00e3o dos Campos Gerais, que est\u00e1 pronto h\u00e1 10 anos, de acordo com o secret\u00e1rio, deve come\u00e7ar a funcionar em breve.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de novas casas de sa\u00fade, Beto Preto diz que o governo n\u00e3o tem como construir um hospital de m\u00e9dia complexidade em cada munic\u00edpio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDe repente seja melhor ter um pronto atendimento mais fortalecido num munic\u00edpio menor e que possa ser r\u00e1pido no diagn\u00f3stico e, quem sabe, fazer mais rapidamente a transfer\u00eancia do paciente para um hospital que tenha uma melhor condi\u00e7\u00e3o de resolutividade\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo, segundo o secret\u00e1rio, a gest\u00e3o est\u00e1 discutindo com munic\u00edpios e prestadores de servi\u00e7o um plano que deve indicar a regionaliza\u00e7\u00e3o do atendimento de sa\u00fade no Paran\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>O Planejamento Regional Integrado (PRI) deve ser finalizado nos pr\u00f3ximos meses. Beto Preto diz que o programa define para aonde a popula\u00e7\u00e3o ser\u00e1 levada em caso de necessidade de atendimento.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esse PRI \u00e9 um grande contrato entre todos os munic\u00edpios e prestadores de servi\u00e7o para dizer para onde v\u00e3o os seus cidad\u00e3os e cidad\u00e3s quando houver necessidade de servi\u00e7o de sa\u00fade. Quando h\u00e1 necessidade de um tratamento de c\u00e2ncer, por exemplo. S\u00e3o servi\u00e7os que s\u00e3o muito especializados, n\u00e3o tem capacidade de acontecer em todas as regi\u00f5es&#8221;, explica o secret\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Beto Preto, a gest\u00e3o tamb\u00e9m tem focado na melhoria do atendimento prim\u00e1rio, nas Unidades B\u00e1sicas de Sa\u00fade, principalmente, no que diz respeito ao envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de parcerias com os cons\u00f3rcios de sa\u00fade para implementar novos servi\u00e7os em ambulat\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/XIDsImKYmFJc__jI2nk9ho3lk4A=\/0x0:890x593\/1008x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2019\/A\/p\/4ZSsk1R4OXJiGA4jQqtg\/normal-transhuop1.jpg\" alt=\"Plano de regionaliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo estudado pelo Governo do Paran\u00e1 em parceria com os munic\u00edpios \u2014 Foto: Seti\/AEN\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Plano de regionaliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo estudado pelo Governo do Paran\u00e1 em parceria com os munic\u00edpios \u2014 Foto: Seti\/AEN<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Especialidades<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A semana da auxiliar de contabilidade Rita de C\u00e1ssia Tavares Lustosa come\u00e7a cedo. A moradora de Coronel Domingos Soares, no sul do Paran\u00e1, levanta todas as segundas-feiras \u00e0 1h.<\/p>\n\n\n\n<p>Na madrugada, um carro da sa\u00fade do munic\u00edpio a leva para Cascavel, no oeste, onde ela trata um c\u00e2ncer de mama.<\/p>\n\n\n\n<p>A doen\u00e7a foi diagnosticada em outubro de 2018. Rita percebeu que algo estava errado enquanto tomava banho. Ela conta que foi tudo muito r\u00e1pido. Procurou por atendimento na unidade de sa\u00fade e logo foi encaminhada para fazer uma mamografia em Palmas, no sul do estado, que identificou o c\u00e2ncer.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/01JL80yAHQ9gnqPtn-kBx0yvFeE=\/0x0:763x944\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2019\/G\/G\/lsr8sETgOeagHhNRjspQ\/whatsapp-image-2019-08-08-at-15.54.17.jpeg\" alt=\"Rita de C\u00e1ssia descobriu que estava com c\u00e2ncer em outubro de 2018 e est\u00e1 finalizando o tratamento \u2014 Foto: Rita de C\u00e1ssia Tavares Lustosa\/Arquivo Pessoal\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Rita de C\u00e1ssia descobriu que estava com c\u00e2ncer em outubro de 2018 e est\u00e1 finalizando o tratamento \u2014 Foto: Rita de C\u00e1ssia Tavares Lustosa\/Arquivo Pessoal<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNo primeiro momento eu chorei muito. D\u00e1 um baque, mas eu tenho que s\u00f3 agradecer a Deus. Eu passei por um momento dif\u00edcil, mas eu n\u00e3o sou uma pessoa negativa. Sou uma pessoa alto astral. Sempre pensei que logo isso vai passar\u201d, contou.<\/p>\n\n\n\n<p>A auxiliar de contabilidade conseguiu o tratamento pelo Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) no Hospital Uopeccan, refer\u00eancia na \u00e1rea, em Cascavel. Atualmente, o Paran\u00e1 conta com 48 hospitais com especialidades variadas, que est\u00e3o divididos em 16 munic\u00edpios.Hospitais especializados no Paran\u00e1S\u00e3o 48 institui\u00e7\u00f5es em 16 munic\u00edpios paranaensesCuritiba: 17Cascavel: 9Londrina: 6Maring\u00e1: 3Piraquara: 2Umuarama: 1Ponta Grossa: 1Campo Largo: 1Colombo: 1Lapa: 1Pinhais: 1Uni\u00e3o da Vit\u00f3ria: 1Campo Mour\u00e3o: 1Loanda: 1Rol\u00e2ndia: 1Jandaia do Sul: 1Fonte: Sesa<\/p>\n\n\n\n<p>Em Cascavel, onde Rita faz o tratamento, s\u00e3o nove institui\u00e7\u00f5es especializadas. Para chegar at\u00e9 l\u00e1, a auxiliar de contabilidade precisa percorrer mais de 330 quil\u00f4metros e quatro horas de viagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo com a dist\u00e2ncia, Rita diz n\u00e3o se importar de andar um pouco mais para fazer o tratamento. Ela conta que recebeu a op\u00e7\u00e3o de se tratar em hospitais de cidades mais pr\u00f3ximas, mas preferiu ficar em Cascavel.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cEu at\u00e9 pensei em mudar, mas eu desisti por medo. Prefiro andar trezentos e poucos quil\u00f4metros e ter um tratamento garantido. \u00c9 cansativo, tem dia que \u00e9 desgastante, mas em termos de sa\u00fade a gente tem que procurar melhor\u201d, conta.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Rita de C\u00e1ssia diz que, para ela, o sistema tem funcionado bem, j\u00e1 que foi bem atendida desde o diagn\u00f3stico at\u00e9 o tratamento. A auxiliar de contabilidade est\u00e1 na \u00faltima fase do tratamento, que deve durar at\u00e9 o fim do m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o 399 munic\u00edpios e 482 institui\u00e7\u00f5es, segundo a Secretaria Estadual de Sa\u00fade. An\u00e1lise feita pelo G1 mostra que Paran\u00e1 tem 23,4 mil habitantes para cada hospital existente. Mais de um ter\u00e7o dos munic\u00edpios paranaenses n\u00e3o possui hospital, segundo dados informados pela Secretaria de Estado da Sa\u00fade do Paran\u00e1 (Sesa). 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